Embraer estrategias en sus capacidades

AW | 2020 05 28 21:57 | INDUSTRY

Embraer potenciará desarrollo de la aviación regional

Embraer buscará desarrollo de la aviación de tercer nivel ante la crisis de la crisis sannitaria actual. El constructor brasileño ha señalado que la crisis por la pandemia del Coronavirus favorecerá al uso de flotas de aeronaves con capacidades entre 30 a 150 asientos, en comparativa a las aeronaves más grandes. Embraer ha explicado que los aviones de pequeña capacidad son ventajosos ya que la demanda de vuelos de corta distancia y nacionales es actualmente lo que mantiene el dinamismo del sector. A medida que la industria se recupera de esta crisis, las aerolíneas con aviones de tamaño adecuado serán las primeras en recuperarse. “Estos aviones tienen el tamaño ideal durante este período de demanda débil, pues ofrecen la capacidad y la frecuencia correctas para maximizar los factores de carga y la contribución final para que las aerolíneas puedan mantener el servicio en sus redes”, informó Embraer.

La web especializada de aviación comercial Cirium informó que el 35% de la flota comercial estuvo en servicio durante las semanas más álgidas de la pandemia; a partir del 19 Mayo 2020 ha existido un repunte de los servicios con un 41%. En este porcentaje, el 45% de los aviones eran de fuselaje estrecho y de hasta 150 asientos.

Actualmente el fabricante Embraer está negociando un paquete de rescate de cerca de US$ 600 millones de Dólares, el cual incluía solo instrumentos de deuda y donde el banco estatal de desarrollo Bndes proporcionará aproximadamente el 50%.

Embraer, industria brasileña

«Por el bien de la nación, la transferencia de Embraer al capital extranjero fue frustrada», señaló Adilson Araújo, Presidente de CTB (Central de Trabajadores de Brasil) durante el lanzamiento de la campaña para la reestatización de la compañía a través de Internet el Miércoles 27/05 por la noche. Adilson Araújo afirmó que el pueblo brasileño está experimentando una situación muy adversa después de la aprobación de EC 95, que congeló las inversiones públicas, las reformas laborales y de seguridad social, que restaron los derechos y logros de la clase trabajadora. La lucha iniciada por los trabajadores metalúrgicos en São José dos Campos (RJ), liderada por el sindicato de la categoría, cuenta con el apoyo de CTB y otros centros sindicales y adquiere gran importancia en este contexto. Defender Embraer es defender la soberanía nacional, el desarrollo de la ciencia, la tecnología y la economía brasileñas, así como el empleo, los salarios y los derechos de la clase trabajadora.

La industria Embraer fue creada por el Estado el 19 Agosto 1969 y fue privatizada en 1994. Con el consentimiento del Gobierno del Presidente Jair Bolsonaro, en 2019 se estableció los lineamientos para la creación de Boeing Brasil Commecial, un brazo de la multinacional estadounidense, que a raíz de un supuesto incumplimmiento en la ley contractual por parte de Embraer, rompió unilateralmente el contrato de compra con el surgimiento de la pandemia de Coronavirus, que afectó dramáticamente a la industria de la aviación.

Embraer opera una actividad líder en la industria de la aviación regional, que requiere grandes inversiones en investigación, ciencia y tecnología. En consecuencia, juega un papel fundamental en el desarrollo nacional y en el fortalecimiento del sector industrial. La privatización ha debilitado la fábrica de aviones brasileña.

Embed strategies in your abilities

Embraer will boost regional aviation development

Embraer will seek development of third-level aviation in the face of the current health crisis. The Brazilian constructor has indicated that the crisis due to the Coronavirus pandemic will favor the use of fleets of aircraft with capacities between 30 to 150 seats, compared to larger aircraft. Embraer explained that small capacity aircraft are advantageous since the demand for short-haul and domestic flights is currently what maintains the dynamism of the sector. As the industry recovers from this crisis, airlines with appropriately sized aircraft will be the first to recover. «These aircraft are ideally sized during this period of weak demand, offering the correct capacity and frequency to maximize load factors and the ultimate contribution for airlines to maintain service on their networks», Embraer reported.

The specialized commercial aviation website Cirium reported that 35% of the commercial fleet was in service during the hottest weeks of the pandemic; As of May 19, 2020, there has been a rebound in services with 41%. In this percentage, 45% of the planes were narrow-body and had up to 150 seats.

The manufacturer Embraer is currently negotiating a rescue package of about US$ 600 million, which included only debt instruments and where the state development bank Bndes will provide approximately 50%.

Embraer, Brazilian industry

«For the good of the nation, the transfer of Embraer to foreign capital was frustrated», said Adilson Araújo, President of CTB (Central de Trabajadores de Brasil) during the launch of the campaign to reestablish the company via the Internet on Wednesday 05/27 at night. Adilson Araújo affirmed that the Brazilian people are experiencing a very adverse situation after the approval of EC 95, which froze public investments, labor and social security reforms, which detracted from the rights and achievements of the working class. The struggle started by the metalworkers in São José dos Campos (RJ), led by the category union, has the support of CTB and other union centers and becomes very important in this context. To defend Embraer is to defend the national sovereignty, the development of science, technology and the Brazilian economy, as well as the employment, wages and rights of the working class.

The Embraer industry was created by the State on August 19, 1969 and was privatized in 1994. With the consent of the Government of President Jair Bolsonaro, in 2019 the guidelines were established for the creation of Boeing Brasil Commecial, an arm of the US multinational, which Following an alleged breach of contract law by Embraer, it unilaterally broke the purchase contract with the emergence of the Coronavirus pandemic, which dramatically affected the aviation industry.

Embraer operates a leading activity in the regional aviation industry, requiring large investments in research, science and technology. Consequently, it plays a fundamental role in national development and in the strengthening of the industrial sector. Privatization has weakened the Brazilian aircraft factory.

Incorporar estratégias em suas habilidades

Embraer impulsionará desenvolvimento da aviação regional

A Embraer buscará o desenvolvimento da aviação de terceiro nível diante da atual crise de saúde. O construtor brasileiro indicou que a crise devido à pandemia de Coronavírus favorecerá o uso de frotas de aeronaves com capacidades entre 30 a 150 assentos, em comparação com aeronaves maiores. A Embraer explicou que as aeronaves de pequena capacidade são vantajosas, já que a demanda por voos de curta distância e voos domésticos é atualmente o que mantém o dinamismo do setor. À medida que a indústria se recuperar dessa crise, as companhias aéreas com aeronaves de tamanho adequado serão as primeiras a se recuperar. «Essas aeronaves têm o tamanho ideal durante esse período de demanda fraca, oferecendo a capacidade e a frequência corretas para maximizar os fatores de carga e a contribuição final para permitir que as companhias aéreas mantenham o serviço em suas redes», informou a Embraer.

O site especializado em aviação comercial Cirium informou que 35% da frota comercial estava em serviço durante as semanas mais quentes da pandemia; em 19 de maio de 2020, houve uma recuperação nos serviços com 41%. Nessa porcentagem, 45% dos aviões eram de corpo estreito e tinham até 150 assentos.

O fabricante Embraer está atualmente negociando um pacote de resgate de cerca de US$ 600 milhões, que inclui apenas instrumentos de dívida e onde o banco estadual de desenvolvimento Bndes fornecerá aproximadamente 50%.

Embraer, indústria brasileira

«Para o bem do país, a transferência da Embraer para o capital estrangeiro foi frustrada», disse Adilson Araújo, presidente da CTB (Central de Trabalhadores do Brasil) durante o lançamento da campanha para restabelecer a empresa via Internet na Internet. Quarta-feira 27/05 à noite. Adilson Araújo afirmou que o povo brasileiro está passando por uma situação muito adversa após a aprovação da CE 95, que congelou os investimentos públicos, as reformas trabalhista e previdenciária, o que prejudicou os direitos e conquistas da classe trabalhadora. A luta iniciada pelos metalúrgicos em São José dos Campos (RJ), liderada pelo sindicato da categoria, conta com o apoio da CTB e de outros centros sindicais e se torna muito importante nesse contexto. Defender a Embraer é defender a soberania nacional, o desenvolvimento da ciência, tecnologia e economia brasileira, bem como o emprego, os salários e os direitos da classe trabalhadora.

A indústria da Embraer foi criada pelo Estado em 19 de agosto de 1969 e privatizada em 1994. Com o consentimento do governo do presidente Jair Bolsonaro, em 2019 foram estabelecidas as diretrizes para a criação da Boeing Brasil Commecial, um braço da multinacional americana, que Após uma alegada violação do direito contratual pela Embraer, ele quebrou unilateralmente o contrato de compra com o surgimento da pandemia de Coronavírus, que afetou drasticamente o setor de aviação.

A Embraer opera uma atividade líder no setor de aviação regional, exigindo grandes investimentos em pesquisa, ciência e tecnologia. Consequentemente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento nacional e no fortalecimento do setor industrial. A privatização enfraqueceu a fábrica de aeronaves brasileira.

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Boeing/Airbus estudian COVID a bordo

AW | 2020 05 28 20:26 | AVIATION SAFETY / INDUSTRY / ENGINEERING

Industria aviación estudiará comportamiento Coronavirus a bordo

The Boeing Company y Airbus Group SE se asocian con académicos, ingenieros y expertos médicos para comprender mejor los riesgos potenciales de la actual pandemia de Coronavirus y los efectos en el transporte global. Estudiarán cómo se mueve el Covid-19 a bordo y si la luz UV, el material autolimpiante, puede detener la propagación del virus.

La pandemia de coronavirus ha afectado enormemente los viajes aéreos. En el contexto de países que levantan las restricciones y reanudan los viajes, dos fabricantes de líneas aéreas, Boeing y Airbus, esperan devolver a la industria su antigua gloria, pero quieren abordar una preocupación sobre cómo se mueve el virus a bordo de los vuelos. Los fabricantes están tomando medidas para comprender mejor los riesgos potenciales y proyectarse para una situación futura en la aviación comercial. Para este estudio, tanto Boeing como Airbus están buscando medios como la luz ultravioleta (UV) y materiales autolimpiantes para evitar la propagación de la pandemia actual. Sus hallazgos podrían ayudar a las aerolíneas, los funcionarios de salud y los reguladores a tomar decisiones sobre cómo prevenir la propagación del nuevo Coronavirus y futuras aplicaciones en emergencias de salud. El Coronavirus ha arrestado al mundo con 5.6 millones de infecciones y más de 355.000 muertes registradas en todo el mundo.

La industria de las aerolíneas ha sufrido grandes pérdidas desde que la pandemia ha llegado a casi todo el planeta. Según el Consejo de Aeropuertos Internacionales, la industria ha perdido 4.6 mil millones de pasajeros y casi US$ 100 mil millones solo este año. Las industrias aéreas están cerrando. Por ejemplo, la aerolínea charter con sede en Florida Miami Air se declaró en quiebra y cerró sus operaciones el 8 de Mayo 2020.

Las aerolíneas han estado tratando de convencer a los usuarios del transporte de que las máscaras y el aire filtrado de la cabina brindan protección confiable contra infecciones durante el vuelo. Los Centros para el Control y la Prevención de Enfermedades (CDC) han dicho que la mayoría de los virus y otros gérmenes no se propagan fácilmente en los vuelos debido a cómo circula el aire a bordo. Pero existen riesgos como la dificultad de mantener la distancia social en vuelos con muchas personas. Además, los viajes aéreos requieren pasar tiempo en las líneas de seguridad y las terminales del aeropuerto, lo que aumenta las posibilidades de exposición al virus a través de personas o superficies contaminadas. La agencia federal de salud dijo que discutió recomendaciones sobre Covid-19 y viajes seguros con la Administración Federal de Aviación, Boeing y Airbus.

Perspectivas sanitarias

Los expertos creen que todavía hay mucho que aprender a hacer. «En este momento hay muchas incógnitas», dijo John Scott Meschke, un microbiólogo que enseña en la Escuela de Salud Pública de la Universidad de Washington. Charles Haas, Profesor de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Drexel, dijo: «No entendemos si la distancia de 6 pies recomendada por los CDC es lo suficientemente buena como para limitar la propagación a través de las gotas de una persona infectada a bordo».

Boeing está investigando si la luz ultravioleta y los recubrimientos antimicrobianos para las superficies tocadas con frecuencia pueden evitar la propagación del nuevo coronavirus. El fabricante está interesado en un estudio de la Universidad de Colorado, Boulder. El objetivo del proyecto es determinar la dosis de luz ultravioleta necesaria para desinfectar las aeronaves entre vuelos. Airbus, por otro lado, está hablando con investigadores de los E Estados Unidos que buscan incluir materiales autolimpiantes, un desinfectante que pueda durar cinco días y dispositivos sin contacto en los baños. Por ahora, las aerolíneas estadounidenses han tomado medidas como pedirles a los viajeros que se enmascaren y reducir la cantidad de pasajeros. «Si todos usan una máscara, entonces hay muy poco para salir al aire», dijo Linsey Marr, Profesora de Ingeniería de Virginia Tech, a quien Airbus contactó recientemente para obtener información sobre el tema. undefined

Boeing/Airbus to study COVID-19 behavior on board

The industry will study the behavior Coronavirus on board aircraft

The Boeing Company and Airbus Group SE partner with academics, engineers, and medical experts to better understand the potential risks of the current Coronavirus pandemic and the effects on global transportation. They will study how Covid-19 moves on board and whether UV light, the self-cleaning material, can stop the virus from spreading.

The coronavirus pandemic has greatly affected air travel. In the context of countries lifting restrictions and resuming travel, two airline manufacturers, Boeing and Airbus, hope to return the industry to its former glory, but want to address a concern about how the virus moves on board flights. Manufacturers are taking steps to better understand the potential risks and to project themselves for a future situation in commercial aviation. For this study, both Boeing and Airbus are looking for means such as ultraviolet (UV) light and self-cleaning materials to prevent the spread of the current pandemic. Their findings could help airlines, health officials, and regulators make decisions about how to prevent the spread of the new Coronavirus and future applications in health emergencies. The Coronavirus has arrested the world with 5.6 million infections and more than 355,000 registered deaths worldwide.

The airline industry has suffered heavy losses since the pandemic has reached almost the entire planet. According to the International Airports Council, the industry has lost 4.6 billion passengers and almost US$ 100 billion this year alone. The airline industries are closing. For example, Florida-based charter airline Miami Air filed for bankruptcy and closed operations on May 8.

Airlines have been trying to convince transport users that masks and filtered cabin air provide reliable protection against infection in flight. The Centers for Disease Control and Prevention (CDC) have said that most viruses and other germs do not spread easily on flights because of how air circulates on board. But there are risks such as the difficulty of maintaining social distance on flights with many people. In addition, air travel requires spending time at security lines and airport terminals, increasing the chances of exposure to the virus through contaminated people or surfaces. The federal health agency said it discussed recommendations on Covid-19 and safe travel with the Federal Aviation Administration, Boeing and Airbus.

Health perspectives

Experts believe that there is still much to learn to do. «There are so many unknowns right now,» said John Scott Meschke, a microbiologist who teaches at the University of Washington School of Public Health. Charles Haas, Professor of Environmental Engineering at Drexel University, said: «We do not understand if the CDC-recommended 6-foot distance is good enough to limit the spread through drops of an infected person on board».

Boeing is investigating whether ultraviolet light and antimicrobial coatings for frequently touched surfaces can prevent the spread of the new coronavirus. The manufacturer is interested in a study from the University of Colorado, Boulder. The objective of the project is to determine the dose of ultraviolet light necessary to disinfect aircraft between flights. Airbus, on the other hand, is speaking with researchers from the United States seeking to include self-cleaning materials, a disinfectant that can last for five days, and non-contact devices in bathrooms. For now, U.S. airlines have taken steps such as asking travelers to mask themselves and reducing the number of passengers. «If everyone wears a mask, then there’s very little to get on the air», said Linsey Marr, a Virginia Tech professor of engineering, who Airbus recently contacted for information on the matter. undefined

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Boeing despedirá 6.770 empleados

AW | 2020 05 27 13:57 | INDUSTRY

El gigante aeroespacial Boeing reduce su fuerza laboral

The Boeing Company despedirá a 6.770 empleados estadounidenses más, donde persigue compensar la caída debido a la crisis sanitaria global de la pandemia de Coronavirus y su puesta a tierra durante más de un año del Boeing 737 MAX, dijo el Miércoles 27/05 el CEO Dave Calhoun a los empleados.

El panorama general es que los despidos son parte del movimiento previamente anunciado por Boeing para reducir el 10% de su fuerza laboral, que incluyó 5.530 despidos voluntarios. Los trabajos más peligrosos están relacionados con su industria comercial, mientras que las empresas de defensa, espacio y servicios relacionados de la compañía tratarán de limitar la pérdida general de trabajo, según un portavoz de Boeing.

La compañía dijo a principios de Abril 2020 que ofrecería paquetes de jubilación anticipada y compra a su fuerza laboral, parte de una reducción más amplia en respuesta a una caída esperada en la demanda de nuevos aviones comerciales. Las aerolíneas han visto caer los viajes a casi cero durante la pandemia y han respondido recortando costos, aterrizando aviones y posponiendo planes de expansión.

Dave Calhoun, en una carta a los empleados que detalla los recortes, dijo: «Desearía que hubiera otra forma», pero la compañía cree que necesita ajustar los niveles de empleo según la demanda esperada. «El impacto devastador de la pandemia de COVID-19 en la industria de las aerolíneas significa un corte profundo en la cantidad de aviones comerciales y servicios que nuestros clientes necesitarán en los próximos años, lo que a su vez significa menos empleos en nuestras líneas y en nuestras oficinas. Hemos hecho todo lo posible para proyectar las necesidades de nuestros clientes de aerolíneas comerciales en los próximos años a medida que comienzan su camino hacia la recuperación», expresó el CEO de Boeing.

Boeing tiene la intención de eliminar aproximadamente el 10% de sus 160.000 trabajadores en todo el mundo, que podrían alcanzar entre el 15% al ​​20% de los trabajos de ingeniería de la compañía en los centros comerciales en Seattle y el sur de California. Alrededor de 1.300 miembros del sindicato han solicitado compras o jubilación anticipada, lo que representará algunas de las pérdidas de empleo. Según los informes, Boeing también está recortando empleos en Canadá y Australia como parte de la reducción de personal. En general, Boeing espera que unos 5.000 trabajadores acepten compras.

Perspectivas en Boeing

Aunque se esperaban los recortes, son un nuevo recordatorio para los inversores de que Boeing espera una recuperación de varios años en la aviación comercial. Las aerolíneas muestran signos tempranos de una recuperación, pero si la demanda de viaje regresa, es probable que las aerolíneas se apoyen fuertemente en sus flotas existentes en lugar de comprometerse a agregar nuevos aviones. Si bien Boeing tiene un negocio de repuestos, es probable que otros proveedores aeroespaciales se recuperen más rápido que Boeing si el énfasis está en volver a poner en servicio los aviones más antiguos en lugar de comprar otros nuevos.

Boeing to fire 6,770 employees

Aerospace giant Boeing reduces its workforce

The Boeing Company will fire 6,770 more US employees, where it seeks to offset the fall due to the global health crisis of the Coronavirus pandemic and its grounding for more than a year of the Boeing 737 MAX, CEO Dave said on Wednesday 27/05 Calhoun to the employees.

The big picture is that the layoffs are part of the move previously announced by Boeing to cut 10% of its workforce, which included 5,530 voluntary layoffs. The most dangerous jobs are related to its commercial industry, while the company’s defense, space and related services companies will try to limit overall job loss, according to a Boeing spokesperson.

The company said in early April 2020 that it would offer early retirement and buy packages to its workforce, part of a broader reduction in response to an expected drop in demand for new commercial aircraft. Airlines have seen travel drop to near zero during the pandemic and have responded by cutting costs, landing planes and postponing expansion plans.

Dave Calhoun, in a letter to employees detailing the cuts, said: «I wish there was another way», but the company believes it needs to adjust employment levels based on expected demand. «The devastating impact of the COVID-19 pandemic on the airline industry means a deep cut in the number of commercial aircraft and services that our customers will need in the coming years, which in turn means fewer jobs on our lines and in our offices. We have done our best to project the needs of our commercial airline customers for years to come as they begin their journey to recovery», said the CEO of Boeing.

Boeing intends to cut approximately 10% of its 160,000 workers worldwide, which could account for 15-20% of the company’s engineering jobs at shopping malls in Seattle and Southern California. . Around 1,300 union members have applied for purchases or early retirement, which will account for some of the job losses. Boeing is also reportedly cutting jobs in Canada and Australia as part of the downsizing. Overall, Boeing expects about 5,000 workers to accept purchases.

Perspects at Boeing

Although the cuts were expected, they are a new reminder to investors that Boeing expects a multi-year recovery in commercial aviation. Airlines show early signs of a recovery, but if travel demand returns, airlines are likely to lean heavily on their existing fleets rather than commit to adding new aircraft. While Boeing has a parts business, other aerospace providers are likely to recover faster than Boeing if the emphasis is on bringing older aircraft back into service rather than buying new ones.

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Ryanair deposita confianza en 737 MAX

Ryanair is launch customer for 200 seater Boeing 737 MAX 8, but ...

AW | 2020 05 27 00:39 | AIRLINES / INDUSTRY

Ryanair lider de Europa planifica apuesta regreso Boeing 737 MAX

Ryanair, la aerolínea de bajo costo más grande de Europa, planea reavivar el crecimiento después del período de la crisis del Coronavirus mediante la negociación de incentivos con aeropuertos con escasez de tráfico y apostando por el retorno del Boeing 737 MAX. La aerolínea está en conversaciones con aeropuertos en Alemania, Austria, Italia, España y Portugal que se enfrentan a severos recortes en la capacidad a medida que la pandemia golpea los viajes aéreos. Las discusiones involucran «expandir nuestro tráfico creciente en sus aeropuertos durante los próximos 18 meses. Es por eso que queremos seguir adelante y recibir el MAX. Claramente, habrá una gran caída en el tráfico en 2020, pero creemos que en 2021, habrá muchas oportunidades de crecimiento allí donde los aeropuertos ofrecerán incentivos significativos», ha expresado el Martes 26/05 el Presidente Ejecutivo Michael O’Leary.

El CEO está planeando la recuperación a largo plazo de Ryanair mientras la aerolínea se prepara para enfrentar a sus rivales fortalecidos por la asistencia de los gobiernos. Ryanair, que obtuvo un préstamo de US$ 740 millones respaldado por el Reino Unido para compañías afectadas por la crisis sanitaria, ha protestado contra los paquetes de ayuda más pesados ​​hechos a medida para los transportistas de bandera como Air France-KLM y Alitalia. El último ejemplo es el rescate de Deutsche Lufthansa AG por valor de unos US$ 9.8 mil millones de Alemania, anunciado el Lunes 25/05. El rescate de Lufthansa alentará a la aerolínea a participar en ventas por debajo del costo y dificultará la competencia de las aerolíneas sin ayuda estatal, dijo O’Leary. La insistencia de la Comisión Europea (CE) en que Lufthansa renuncie a las frecuencias de permisos de franjas aeroportuarias (slots) en Frankfurt y Múnich no ayudará, porque es poco probable que la empresa renuncie a las valiosas máquinas de la mañana o la tarde y, en cambio, es probable que renuncie «a las cuatro en punto de un Viernes o a uno de las 7 a.m. un Domingo».

Perspectivas en el horizonte

Ryanair, con aproximadamente € 4,1 mil millones de Euros en efectivo, confía en el retorno del 737 MAX para agregar capacidad cuando los viajes aéreos se recuperen. O’Leary dijo que espera que el avión más vendido de Boeing regrese al servicio en América del Norte a fines de Septiembre o principios de Octubre 2020, con la certificación de la variante 737 MAX 200 de mayor capacidad del Boeing 737-8 MAX.

Ryanair

Ryanair es una de las pocas aerolíneas que realmente tiene un fuerte interés en tomar las aeronaves para iniciar la programación de vuelos post-pandemia. El operador con sede en Dublín tiene 135 Boeing 737 MAX en orden con 75 opciones. Michael O’Leary ha expresado en Febrero 2020 que también está sopesando la compra de una versión más grande. El MAX ha estado en tierra durante más de un año después de dos accidentes fatales, y Boeing ahora espera que el modelo regrese al servicio en el tercer trimestre de 2020.

Laudamotion

La semana pasada, había expresado el CEO de Ryanair que cerraría Laudamotion en su base de Viena, Austria, después de no llegar a un acuerdo con los sindicatos. Los aviones A320-200CEO tienen contratos de arrendamiento de cuatro a cinco años, y Michael O’Leary amenazó con cambiar la flota a Boeing cuando expiren, a menos que Airbus ofrezca un acuerdo convincente. En un cambio de dirección, Ryanair también desea continuar operando aviones Airbus A320CEO en su unidad austríaca Laudamotion. Si bien el transportista ve muchos rivales en riesgo de quiebra, Michael O’Leary dice que ha renunciado a las adquisiciones después de su experiencia con Laudamotion. «Nunca quisiera repetir la experiencia o la cantidad de tiempo que hemos perdido tratando de reestructurar en Laudamotion. Laudamotion será la última aerolínea que adquiriremos».

Michael O’Leary ha tratado previamente de enfrentar a los dos fabricantes de aviones entre sí para obtener buenas ofertas. Antes de que llegara la crisis había expresado que consideraría comprar más aviones Airbus al precio correcto. Fue entonces cuando el fabricante con sede en Toulouse, Francia, mantuvo una cartera de pedidos récord y no tuvo necesidad de ofrecer descuentos. Ryanair, que ha estado operando menos del 1% de su horario, planea reanudar los vuelos en Julio 2020 con casi 1.000 vuelos por día.

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Ryanair places trust in Boeing 737 MAX

Ryanair leader european plans to bet on the return Boeing 737 MAX

Ryanair, the largest low-cost airline in Europe, plans to rekindle growth after the Coronavirus crisis period by negotiating incentives with airports with traffic shortages and betting on the return of the Boeing 737 MAX. The airline is in talks with Airports in Germany, Austria, Italy, Spain and Portugal that face severe capacity cuts as the pandemic hits air travel. The discussions involve «expanding our growing traffic at your airports over the next 18 months. That is why we want to go ahead and receive the MAX. Clearly, there will be a big drop in traffic in 2020, but we believe that in 2021, there will be many opportunities. of growth where the airports will offer significant incentives», said Tuesday 05/26 Executive President Michael O’Leary.

The CEO is planning Ryanair’s long-term recovery as the airline prepares to face its rivals strengthened by government assistance. Obtaining a UK-backed US$ 740 million loan to companies affected by the health crisis, Ryanair has protested against heavier aid packages tailored for flag carriers such as Air France-KLM and Alitalia. The latest example is the bailout of Deutsche Lufthansa AG worth about US$ 9.8 billion from Germany, announced on Monday 25/05. The Lufthansa bailout will encourage the airline to engage in below-cost sales and hinder airline competition without state aid, O’Leary said. The European Commission (EC) insistence that Lufthansa renounce the frequencies of airport slot permits in Frankfurt and Munich will not help, because it is unlikely that the company will give up the valuable machines in the morning or afternoon and Instead, he is likely to resign «at four o’clock on a Friday or at one o’clock on a Sunday».

Prospects on the horizon

Ryanair, with approximately € 4.1 billion Euros in cash, is confident in the return of the 737 MAX to add capacity when air travel recovers. O’Leary said he expects Boeing’s best-selling aircraft to return to service in North America in late September or early October 2020, with certification of the highest-capacity 737 MAX 200 variant of the Boeing 737-8 MAX.

Ryanair

Ryanair is one of the few airlines that really has a strong interest in taking aircraft to initiate post-pandemic flight scheduling. The Dublin-based operator has 135 Boeing 737 MAX on order with 75 options. Michael O’Leary has expressed in February 2020 that he is also weighing the purchase of a larger version. The MAX has been grounded for more than a year after two fatal accidents, and Boeing now expects the model to return to service in the third quarter of 2020.

Laudamotion

Last week, Ryanair’s CEO had said he would shut down Laudamotion at its base in Vienna, Austria, after failing to reach an agreement with the unions. The A320-200CEO planes have four to five-year leases, and Michael O’Leary threatened to change the fleet to Boeing when they expire, unless Airbus offers a compelling deal. In a change of direction, Ryanair also wishes to continue operating Airbus A320CEO aircraft at its Austrian Laudamotion unit. While the carrier sees many rivals at risk of bankruptcy, Michael O’Leary says he has given up on acquisitions after his experience with Laudamotion. «I would never want to repeat the experience or the amount of time we have wasted trying to restructure at Laudamotion. Laudamotion will be the last airline we will acquire».

Michael O’Leary has previously tried to pit the two aircraft manufacturers against each other for good deals. Before the crisis hit, he had said he would consider buying more Airbus aircraft at the right price. It was then that the Toulouse, France-based manufacturer maintained a record order book and had no need to offer discounts. Ryanair, which has been operating less than 1% of its schedule, plans to resume flights in July 2020 with almost 1,000 flights per day.

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Embraer negocia préstamos con bancos

AW | 2020 05 26 21:55 | INDUSTRY

Embraer-Bancos negocia ayuda por US$ 600 millones

El fabricante de aviones Embraer está negociando con los bancos un paquete de rescate de aproximadamente US$ 600 millones de Dólares que incluirá solo instrumentos de deuda, sin posibilidad de que los acreedores tengan una participación en la compañía, dijeron dos personas familiarizadas con el asunto.

El Banco Nacional de Desarrollo (BNDES) proporcionará alrededor del 50% del préstamo, mientras que el resto será financiado por varios bancos comerciales, incluidos Banco do Brasil, Banco Santander Brasil SA y Banco Bradesco SA, dijeron personas, pidiendo no ser identificados porque el Las discusiones son privadas. El equipo económico no quiere que Embraer regrese al Gobierno y organiza el préstamo sindicado para ayudar al fabricante de aeronaves después del incumplimiento del acuerdo Embraer-Boeing.

El plazo de la deuda en discusión es de dos a tres años, dijo una persona. Los términos aún no están definidos y pueden incluir un compromiso para preservar los trabajos. El Gobierno aún posee la llamada acción de oro en Embraer, a pesar de que vendió el control de la compañía en 1994. En una nota, Embraer declaró que la compañía, BNDES y otros bancos, en Brasil y en el extranjero, “están discutiendo propuestas de financiamiento, principalmente una dirigida a financiar capital de trabajo para exportaciones, que no altera la estructura accionarial actual de la Compañía, proporcionando capital de trabajo, fortalecimiento de capital y permitiendo la mejora del perfil de la deuda». La compañía Embraer no hizo comentarios sobre el tamaño de la transacción. BNDES, con una participación del 5% en la compañía, declinó hacer comentarios. Bradesco, Santander y Banco do Brasil no respondieron de inmediato a una solicitud de comentarios.

Embraer negotiates loans with banks

Embraer-Banks negotiates aid for US$ 600 million

 Aircraft maker Embraer is negotiating with the banks a bailout package of approximately US$ 600 million that will include only debt instruments, with no possibility for creditors to have a stake in the company, two people familiar with the matter said.

The National Development Bank (BNDES) will provide about 50% of the loan, while the rest will be financed by various commercial banks, including Banco do Brasil, Banco Santander Brasil SA and Banco Bradesco SA, people said, asking not to be identified because the Discussions are private. The economic team does not want Embraer to return to the government and is organizing the syndicated loan to help the aircraft manufacturer after the breach of the Embraer-Boeing agreement.

The term of the debt under discussion is two to three years, one person said. Terms are not yet defined and may include a commitment to preserve jobs. The government still owns the so-called gold stock in Embraer, despite the fact that it sold control of the company in 1994. In a note, Embraer stated that the company, BNDES and other banks, in Brazil and abroad, «are discussing Financing proposals, mainly one aimed at financing working capital for exports, which does not alter the current shareholding structure of the Company, providing working capital, strengthening capital and allowing the improvement of the debt profile». The Embraer company did not Comments on the size of the transaction BNDES, with a 5% stake in the company, declined to comment, Bradesco, Santander and Banco do Brasil did not immediately respond to a request for comment.

Embraer negocia empréstimos com bancos

Embraer-Bancos negocia auxílio de US$ 600 milhões

A Embraer, fabricante de aeronaves, está negociando com os bancos um pacote de resgate de aproximadamente US$ 600 milhões que incluirá apenas instrumentos de dívida, sem possibilidade de os credores participarem da empresa, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fornecerá cerca de 50% do empréstimo, enquanto o restante será financiado por vários bancos comerciais, incluindo Banco do Brasil, Banco Santander Brasil SA e Banco Bradesco SA, disseram pessoas, pedindo para não serem identificados porque o As discussões são privadas. A equipe econômica não quer que a Embraer retorne ao governo e está organizando o empréstimo sindicalizado para ajudar o fabricante da aeronave após a violação do contrato entre a Embraer e a Boeing.

O prazo da dívida em discussão é de dois a três anos, disse uma pessoa. Os termos ainda não estão definidos e podem incluir um compromisso de preservar empregos. O governo ainda detém o chamado estoque de ouro na Embraer, apesar de vender o controle da empresa em 1994. Em nota, a Embraer afirmou que a empresa, o BNDES e outros bancos, no Brasil e no exterior «estão discutindo Propostas de financiamento, principalmente uma destinada ao financiamento de capital de giro para exportação, o que não altera a atual estrutura acionária da Companhia, fornecendo capital de giro, fortalecendo o capital e permitindo a melhoria do perfil da dívida». A empresa Embraer não Comentários sobre o tamanho da transação O BNDES, com uma participação de 5% na empresa, se recusou a comentar, o Bradesco, o Santander e o Banco do Brasil não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

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DBk: Embraer.com / Airgways.com / Gettyimages.com
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Congo reemplaza orden E175 a E190-E2

AW | 2020 05 26 11:46 | AIRLINES / INDUSTRY

Congo Airways convierte el pedido Embraer E175-E1 en jets E190-E2

Embraer ha comunicado el Martes 26/05 que Congo Airways cambió el orden de dos aviones E175-E1 por la variante de mayor tamaño E190-E2 (2), con derechos de compra para dos unidades adicionales del mismo modelo. Congo Airways ha convertido el pedido en firme realizado en Diciembre 2019. El nuevo acuerdo tiene un valor total de US$ 256 millones a precios de lista actuales con todos los derechos de compra ejercidos, y se incluirá en la cartera de pedidos del segundo trimestre de Embraer.

Desire Balazire Bantu, CEO de Congo Airways, dijo: “Estos nuevos aviones reemplazarán nuestros turbopropulsores heredados y nos permitirán extender nuestras operaciones dentro de la República Democrática del Congo y regionalmente al oeste, centro y sur de África. A pesar de las difíciles circunstancias actuales, los fundamentos de nuestro mercado no han cambiado; así que esperamos que el impulso que hemos visto en el pasado se vuelva a desarrollar. Dije en diciembre que podríamos necesitar hacer un pedido adicional de E2 debido a la agilidad requerida para adaptarse a los cambios del mercado; ahora hemos llegado a ese punto. Mientras nos preparamos para el éxito futuro, tendremos la flexibilidad y el avión más eficiente y del tamaño adecuado para atender a nuestros clientes a medida que el mercado regrese”.

Embraer Commercial Aviation

Por su parte, Embraer expresó sus palabras de elogios por medio de Raúl Villarón, Vicepresidente de Ventas para África y Medio Oriente: “Es genial dar la bienvenida a otra aerolínea a la familia de operadores E2 y Embraer, especialmente en África, donde la demanda de viajes regionales había crecido fuertemente antes de la crisis actual. África ha sido durante mucho tiempo un mercado con bajas frecuencias y rutas largas y delgadas. A medida que las aerolíneas comienzan a aumentar sus operaciones, la familia de aviones E2 está perfectamente posicionada para rutas del tamaño correcto previamente operadas por cuerpos estrechos, al tiempo que mantiene las frecuencias y ajusta la capacidad a nuevos niveles. Esperamos apoyar a Congo Airways mientras continúan actualizando su oferta a sus clientes».

Embraer E190-E2

El avión Embraer E190-E2 se configurará en un diseño de clase dual (2X2) con capacidad total para 96 ​​pasajeros, configurados con 12 asientos en clase ejecutiva. Se espera que las entregas comiencen en el segundo trimestre de 2022. Este es el segundo pedido de la nueva generación de Embraer E2 recibido de un cliente africano. Actualmente hay 189 aviones Embraer operando en África con 54 aerolíneas en 27 países.

Embraer es el fabricante líder mundial de aviones comerciales de hasta 150 asientos con más de 100 clientes en todo el mundo. Solo para el programa E-Jets, Embraer ha registrado más de 1.800 pedidos y se han entregado 1.500 aviones. Actualmente, los E-Jets están volando en las flotas de 80 clientes en 50 países. La versátil familia de 70 a 150 asientos vuela con aerolíneas de bajo costo, así como con operadores de redes regionales y principales.

Congo Replaces Order E175 to E190-E2

Congo Airways converts Embraer E175-E1 order into E190-E2 jets

Embraer announced on Tuesday 26/05 that Congo Airways changed the order of two E175-E1 aircraft for the larger variant E190-E2 (2), with purchase rights for two additional units of the same model. Congo Airways has converted the firm order placed in December 2019. The new agreement has a total value of US$ 256 million at current list prices with all the purchase rights exercised, and will be included in the second quarter order book of Embraer.

Desire Balazire Bantu, CEO of Congo Airways, said: “These new aircraft will replace our legacy turboprops and allow us to extend our operations within the Democratic Republic of the Congo and regionally to West, Central and South Africa. Despite the current difficult circumstances, the foundations of our market have not changed; so we hope that the momentum we’ve seen in the past will develop again. I said in December that we may need to order an additional E2 due to the agility required to adapt to market changes; We have now reached that point. As we prepare for future success, we will have the flexibility and the most efficient and appropriately sized aircraft to serve our customers as the market returns”.

Embraer Commercial Aviation

For his part, Embraer expressed his words of praise through Raúl Villarón, Vice President of Sales for Africa and the Middle East: “It is great to welcome another airline to the E2 and Embraer family of operators, especially in Africa, where demand Regional travel had grown strongly before the current crisis. Africa has long been a market with low frequencies and long, thin routes. As airlines begin to scale up operations, the E2 family of aircraft is perfectly positioned for correctly sized routes previously operated by narrow bodies, while maintaining frequencies and adjusting capacity to new levels. We look forward to supporting Congo Airways as they continue to update their offering to their customers».

Embraer E190-E2

The Embraer E190-E2 aircraft will be configured in a dual-class (2X2) design with a total capacity of 96 passengers, configured with 12 seats in business class. Deliveries are expected to begin in the second quarter of 2022. This is the second order for the new generation Embraer E2 received from an African customer. There are currently 189 Embraer aircraft operating in Africa with 54 airlines in 27 countries.

Embraer is the world’s leading manufacturer of commercial aircraft of up to 150 seats with more than 100 customers worldwide. For the E-Jets program alone, Embraer has logged more than 1,800 orders and 1,500 aircraft have been delivered. E-Jets are currently flying in the fleets of 80 customers in 50 countries. The versatile 70 to 150 seat family flies with budget airlines, as well as regional and major network operators.

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SOURCE: Airgways.com
DBk: Embraer.com / Congoairways.com / Airgways.com
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FAA sin test Boeing 737 MAX 06/2020

AW | 2020 05 25 18:28 | AVIATION ORGANISMS / INDUSTRY

FAA sin test Boeing 737 MAX hasta finales Junio 2020

La Federal Aviation Administration (FAA) suspenderá los test de pruebas del Boeing 737 MAX hasta fines de Junio 2020, continuando los obstáculos por la crisis sanitaria mundial de pandemia de Coronavirus. La pandemia de Coronavirus es en parte responsable de la nueva demora del avión insignia de The Boeing Company cuando la factoría había proyectado que a mediados de 2020 podría obtener la aprobación de la FAA de los Estados Unidos, para el avión que ha estado fuera de servicio desde Marzo 2019 después de dos accidentes aéreos.

FAA

Un portavoz de la FAA dijo que no había actualizaciones sobre el momento de la certificación. La agencia ha dicho que solo avanzará cuando se cumplan sus preocupaciones de seguridad.

Reformas Seguridad

FAA describe las reformas de seguridad en reacción a los errores del 737 MAX. Lanza nuevas herramientas de gestión de seguridad que requerirá que Boeing y otros fabricantes de aeronaves adopten a raíz de los dos accidentes fatales del 737 MAX. La FAA dice que está planeando actualizar las regulaciones para requerir mejores sistemas de seguridad interna en los fabricantes de aviones y está reexaminando cómo se supone que los pilotos reaccionarán a las fallas. El informe es una respuesta a las recomendaciones publicadas en enero por un panel de expertos que descubrió que la agencia necesitaba actualizar sus prácticas.

La FAA dijo el Martes 19/05 que planea cambios en cómo se certifican los nuevos modelos de aviones, pero preservará el papel central de Boeing en ese proceso, a pesar de las críticas de que los errores de Boeing al certificar los defectos del diseño 737 MAX permitieron la muerte de 346 personas. Basándose en las lecciones extraídas de los accidentes de MAX, dijo la agencia, dará más escrutinio a los posibles errores de los pilotos asociados con la mayor automatización de los controles de vuelo de los aviones. Y tratará de garantizar una revisión más completa de cómo los múltiples sistemas en un jet pueden interactuar para proporcionar una revisión más amplia de los riesgos de seguridad.

EASA

Fuentes de la industria aeronáutica han informado que las previsiones para el reinicio de los test en el Boeing 737 MAX estarían establecidos a partir de Julio 2020 o más allá. Los reguladores europeos y canadienses, que han estado planeando unirse a sus homólogos estadounidenses para el vuelo, no han podido programar un viaje debido a las políticas de distanciamiento social.

Un portavoz de la Agencia de Seguridad Aérea de la Unión Europea (EASA) dijo que «el trabajo estaba progresando en el 737 MAX a pesar de los bloqueos. Sin embargo, el impacto de COVID-19, particularmente las restricciones de viaje que ha traído, significa que no tenemos un horario firme para los vuelos de prueba, que son necesarios para completar la validación para el regreso al servicio», dijo el portavoz de EASA.

The Boeing Company

Un portavoz de Boeing dijo que la compañía seguía trabajando con la FAA antes de un vuelo de certificación. El Presidente Ejecutivo de Boeing, Dave Calhoun, dijo en Abril 2020 que parte de la documentación ha demorado más de lo esperado y que las restricciones de COVID-19 habían afectado el proceso de aprobaciones para el acediado Boeing 737 MAX.

Boeing Winnipeg

Boeing ha comunicado que planea recortar 400 puestos en sus instalaciones de Winnipeg, Canadá, debido al impacto de COVID-19. Un comunicado de la compañía dice que las reducciones vendrán de despidos voluntarios e involuntarios y desgaste normal. Según el sitio web de Boeing, la compañía emplea a aproximadamente 1.600 personas en dos ubicaciones de la ciudad, donde producen componentes principalmente para sus aviones comerciales. La declaración señala que Boeing anunció previamente que ajustaría el tamaño de la compañía para reflejar las nuevas realidades del mercado de la pandemia.

A principios de Mayo 2020, Boeing dijo que no pudo vender un solo avión comercial en Abril y también vio cancelados los pedidos de 108 aviones el mes pasado, ya que una fuerte caída en los viajes aéreos borró cualquier demanda entre las aerolíneas de nuevos aviones.

FAA without Boeing 737 MAX test until 06/2020

FAA without test flights for Boeing 737 MAX until June 2020

The Federal Aviation Administration (FAA) will suspend test testing of the Boeing 737 MAX until the end of June 2020, continuing obstacles due to the global health crisis of the Coronavirus pandemic. The Coronavirus pandemic is in part responsible for the further delay of The Boeing Company‘s flagship aircraft when the factory had projected that in mid-2020 it could obtain approval from the United States’ FAA for the aircraft that has been out of service. since March 2019 after two plane accidents.

FAA

An FAA spokesperson said there were no updates on the timing of the certification. The agency has said it will only move forward when its security concerns are met.

Security reforms

FAA describes security reforms in reaction to 737 MAX errors. It launches new safety management tools that will require Boeing and other aircraft manufacturers to adopt in the wake of the two fatal 737 MAX crashes. The FAA says it is planning to update the regulations to require better internal security systems at aircraft manufacturers and is re-examining how pilots are supposed to react to failures. The report is a response to recommendations published in January by a panel of experts that found the agency needed to update its practices.

The FAA said Tuesday 05/19 that it plans changes to how new aircraft models are certified, but will preserve Boeing’s central role in that process, despite criticism that Boeing’s mistakes in certifying 737 design flaws MAX allowed 346 people to die. Drawing on lessons learned from MAX’s crashes, the agency said, it will give more scrutiny to possible pilot errors associated with greater automation of aircraft flight controls. And it will try to ensure a more comprehensive review of how the multiple systems in a jet can interact to provide a more comprehensive review of security risks.

EASA

Aeronautical industry sources have reported that the forecasts for the restart of the tests on the Boeing 737 MAX would be established from July 2020 or beyond. European and Canadian regulators, who have been planning to join their American counterparts for the flight, have been unable to schedule a trip due to social distancing policies.

A spokesperson for the European Union Aviation Safety Agency (EASA) said that «work was progressing on the 737 MAX despite the blockades. However, the impact of COVID-19, particularly the travel restrictions it has brought It means we do not have a firm schedule for test flights, which are necessary to complete the validation for return to service», said the EASA spokesperson.

The Boeing Company

A Boeing spokesperson said the company was still working with the FAA before a certification flight. Boeing Chief Executive Dave Calhoun said in April 2020 that some of the documentation has taken longer than expected and that COVID-19 restrictions had affected the approval process for the award-winning Boeing 737 MAX.

Boeing Winnipeg

Boeing has announced that it plans to cut 400 jobs at its Winnipeg, Canada facility due to the impact of COVID-19. A company statement says the reductions will come from voluntary and involuntary layoffs and normal wear and tear. According to Boeing’s website, the company employs approximately 1,600 people at two locations in the city, where they produce components primarily for its commercial aircraft. The statement notes that Boeing previously announced that it would adjust the size of the company to reflect the new realities of the pandemic market.

In early May 2020, Boeing said it was unable to sell a single commercial aircraft in April, and also saw orders for 108 aircraft canceled last month, as a sharp drop in air travel erased any demand among airlines for new aircraft.

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SOURCE: Airgways.com
DBk: Boeing.com / Faa.gov / Seattletimes.com / Airgways.com
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Mitsubishi pruebas en Moses Lakes

AW | 2020 05 24 17:48 | INDUSTRY

Mitsubishi Aircraft cesará las operaciones de prueba del SpaceJet en Moses Lake debido a grandes recortes presupuestarios

Mitsubishi Aircraft ha informado este Viernes 22/05 el cese de operaciones de las pruebas en el prototipo del Spacejet M90 que se vienen realizando en Moses Lakes en el Estado de Washington. Alrededor de cientos de empleados de Mitsubishi involucrados en el Programa SpaceJet serán víctimas de recortes presupuestarios en 2020. Como resultado, el periódico informa que Mitsubishi Heavy Industries detendrá su programa de pruebas en Moses Lake y cerrará casi todas sus operaciones estadounidenses en el Estado de Washington, lo que involucra además el cierre de la sede de Mitsubishi en Renton (WA).

Los cuatro aviones que se habían sometido a pruebas en Moses Lake permanecerán en el Aeropuerto Internacional del Condado de Grant y el quinto avión SpaceJet que llegaría se quedará en Japón. «Debido a las directivas presupuestarias, Mitsubishi Aircraft cerrará sus ubicaciones en el extranjero y consolidará actividades en su sede en Nagoya, Japón. Esto afectará a la mayoría de nuestros empleados en los Estados Unidos», dijo el Portavoz de la compañía Jeff Dronen. Una pequeña tripulación del personal de Mitsubishi mantendrá el avión mientras esté almacenado. Un movimiento que un funcionario local cree es una señal de que el programa de prueba Moses Lake de Mitsubishi no está completamente descartado para siempre.

«Mitsubishi se ha convertido en un puerto de nuestra comunidad y los apoyamos de cualquier forma que necesiten al ritmo que decidan», dijo el Director del Aeropuerto Internacional del Condado de Grant, Rich Mueller.

Según se informa, Mitsubishi no está cancelando formalmente su Programa SpaceJet, pero se cree que su futuro está en serias dudas. Mitsubishi no ha declarado si se reanudarán los vuelos de prueba o cuándo se efectuarían. El impacto del cese de pruebas ha sido descrito por Rich Mueller como un efecto dominó.

El anuncio se produce después de que el gigante tecnológico nipón anunciara una pérdida general de US$ 275 millones de dólares al final de su año fiscal en marzo de 2020. Se desconoce un cronograma específico sobre cuándo Mitsubishi retirará su programa de pruebas en Moses Lake.

Mitsubishi tests at Moses Lakes

Mitsubishi Aircraft to cease trial operations of SpaceJet at Moses Lake due to large budget cuts

Mitsubishi Aircraft has reported this Friday 22/05 the cessation of operations of the tests on the prototype of the Spacejet M90 that are being carried out in Moses Lakes in the State of Washington. Around hundreds of Mitsubishi employees involved in the SpaceJet Program will be victims of budget cuts in 2020. As a result, the newspaper reports that Mitsubishi Heavy Industries will halt its testing program at Moses Lake and shutdown almost all of its US operations in Washington State. , which also involves the closure of the Mitsubishi headquarters in Renton (WA).

The four aircraft that had been tested at Moses Lake will remain at Grant County International Airport and the fifth SpaceJet aircraft to arrive will remain in Japan. «Due to budget directives, Mitsubishi Aircraft will close its overseas locations and consolidate activities at its headquarters in Nagoya, Japan. This will affect most of our employees in the United States», said company spokesman Jeff Dronen. A small crew of Mitsubishi personnel will maintain the aircraft while it is in storage. A move a local official believes is a sign that Mitsubishi’s Moses Lake test program is not completely ruled out forever.

«Mitsubishi has become a port in our community and we support them in whatever way they need at whatever pace they choose», said Grant County International Airport Director Rich Mueller.

Mitsubishi is reportedly not formally canceling its SpaceJet Program, but its future is believed to be in serious doubt. Mitsubishi has not stated whether or not the test flights will resume. The impact of cessation of testing has been described by Rich Mueller as a ripple effect.

The announcement comes after the Japanese tech giant announced an overall loss of US$ 275 million at the end of its fiscal year in March 2020. A specific timeline for when Mitsubishi will withdraw its testing program at Moses Lake is unknown.

モーセ湖での三菱テスト

三菱航空機、大幅な予算削減によりモーゼスレイクでのスペースジェットの試運転を中止

三菱航空機はこの金曜日22/05金曜日にワシントン州のモーゼスレイクで行われているSpacejet M90のプロトタイプのテストの操作の中止を報告しました。 SpaceJetプログラムに関与する約100人の三菱従業員が2020年に予算削減の犠牲者となるでしょう。その結果、新聞は三菱重工業がモーゼスレイクでのテストプログラムを中止し、ワシントン州でのほぼすべての米国事業を閉鎖すると報じています。レントン(WA)の三菱本社の閉鎖も含まれます。

モーゼスレイクでテストされた4機はグラント郡国際空港に残り、到着する5機目のスペースジェット機は日本に残ります。同社の広報担当ジェフドロネン氏は、「予算の指示により、三菱航空機は名古屋にある海外拠点を閉鎖し、本社を日本の本社に統合します。これは、米国のほとんどの従業員に影響を及ぼします」と語った。航空機を保管している間、三菱の少人数のクルーが航空機を保守します。地元当局が信じている動きは、三菱のモーゼスレイクテストプログラムが完全に完全に排除されていないという兆候です。

「三菱は私たちのコミュニティの港になりました、そして私たちは彼らが選択するどんなペースでも必要な方法で彼らをサポートします」とグラント郡国際空港長官リッチ・ミューラーは言った。

三菱はSpaceJetプログラムを正式にキャンセルしていないと伝えられていますが、その将来は深刻な疑いがあると考えられています。三菱はテスト飛行が再開するかどうかを明言していない。テストの中止の影響は、Rich Muellerによって波及効果として説明されています。

この発表は、日本の技術大手が2020年3月の会計年度末に2億7,500万ドルの損失を発表した後に行われます。三菱がモーゼスレイクでのテストプログラムを中止する具体的なタイムラインは不明です。

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SOURCE: Airgways.com
DBk: Mitsubishiaircraft.com /Airgways.com
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Embraer futuro Cláusulas de Alcance

AW | 2020 05 23 21:28 | INDUSTRY / GOVERNMENT

Embraer el futuro el E175-E2 sobre las Cláusulas de Alcance EEUU

Embraer SA es una compañía que ha podido introducir varias aeronaves en la segmentación de las Cláusulas de Alcance de los Estados Unidos en estos últimos tiempos. El Embraer 175-E1 es una de las aeronaves favoritas de las aerolíneas que cumplen con las normas por las Cláusulas del Alcance, pero el nuevo derivada, la versión más moderna Embraer E175-E2 actualmente no cumple con la normativa de la Cláusula de Alcance.

CLÁUSULAS DE ALCANCE
Una Cláusula de Alcance es parte de un contrato entre una aerolínea
importante y el sindicato de sus pilotos que limita la cantidad y el tamaño de las aeronaves que puede volar la filial regional de la aerolínea. El objetivo es proteger los empleos de los pilotos sindicales en la aerolínea principal para que no se sub-contraten limitando la capacidad de pasajeros de las aerolíneas regionales. Estas cláusulas existen principalmente en los Estados Unidos, Canadá y México.

Futuro del E175-E2

El futuro del E175-E2 dependerá en un alto porcentaje de los cambios que se puedan introducir en las Cláusulas de Alcance de los Estados Unidos, que es una disposición en los contratos de piloto que limita el tamaño y la cantidad de aviones que pueden volar los pilotos con salarios más bajos en las afiliadas regionales. Embraer espera que la normativa de estas cláusulas cambie sea más flexible para que la nueva variante más pesada pueda ser aceptada dentro de los futuros nuevos parámetros bajo el paraguas de la Ley de la Cláusula de Alcance. Si esta ley no es modificada tal como espera Embraer, el futuro del E175-E2 se reduciría enormemente y la compañía brasileña perdería un mercado importante como lo es el de Estados Unidos.

Mercado regional EEUU

Las tres aerolíneas más grandes de los Estados Unidos que dependen de la alimentación regional definida por la Cláusula de Alcance son American Airlines, Delta Air Lines y United Airlines que están en conversaciones con sus pilotos sobre nuevos acuerdos. Antes de la crisis sanitaria de la pandemia de Coronavirus, los pilotos insistieron en que las Cláusulas de Alcance no estaban sobre la mesa, y los pilotos tenían la influencia para mantenerlo así. Pero si eso se cumple es algo que nadie sabe, dado que los pilotos de aerolíneas calificados probablemente superen en número a las ofertas de trabajo durante al menos unos años.

Embraer

El Presidente y CEO de Embraer, John Slattery, dijo durante un reciente seminario web de Aviation Week que el E175-E1 permanecerá en producción mientras haya clientes, y si las Cláusulas de Alcance no cambian, habrá clientes. El avión no tiene competidores en las líneas de producción actuales, y con Mitsubishi desconectando su M100, ninguno está en el horizonte para competir en ese segmento. Incluso teniendo en cuenta las reducciones relacionadas con la pandemia, no todas las redes de líneas aéreas dependientes del centro pueden tocar fondo con aviones de cien asientos.

La perspectiva del E175-E2 está sobre la mesa en Estados Unidos; mientras que Embraer le da pelea a su horizonte para continuar trabajando de manera independiente.

Embraer future Scope Clauses

Embrace the future on E175-E2 on US Scope Clauses

Embraer SA is a company that has been able to introduce several aircraft in the segmentation of the United States Scope Clauses in recent times. The Embraer 175-E1 is one of the airlines’ favorite aircraft that meet the Scope Clause standards, but the new derivative, the more modern Embraer E175-E2 version does not currently meet the Scope Clause regulations.

SCOPE CLAUSES
A Scope Clause is part of a contract between a major airline and its pilots union that limits the number and size of aircraft that can be flown by the airline’s regional affiliate. The goal is to protect the jobs of union pilots on the main airline from being outsourced by limiting the passenger capacity of regional airlines. These clauses exist primarily in the United States, Canada, and Mexico.

Future of the E175-E2

The future of the E175-E2 will depend in a high percentage of the changes that can be introduced in the Scope Clauses of the United States, which is a provision in pilot contracts that limits the size and number of aircraft that can fly the pilots with lower salaries in regional affiliates. Embraer hopes that the regulations of these clauses will be made more flexible so that the new heavier variant can be accepted within the future new parameters under the umbrella of the Scope Clause Law. If this law is not modified as expected by Embraer, the future of the E175-E2 would be greatly reduced and the Brazilian company would lose an important market like that of the United States.

US regional market

The three largest airlines in the United States that depend on regional power defined by the Scope Clause are American Airlines, Delta Air Lines and United Airlines that are in talks with their pilots about new deals. Before the Coronavirus pandemic health crisis, pilots insisted that the Scope Clauses were not on the table, and pilots had the clout to keep it that way. But whether that is true is something no one knows, given that qualified airline pilots will likely outnumber job openings for at least a few years.

Embraer

Embraer President and CEO John Slattery said during a recent Aviation Week webinar that the E175-E1 will remain in production as long as there are customers, and if the Scope Clauses do not change, there will be customers. The aircraft has no competitors on current production lines, and with Mitsubishi disconnecting its M100, none are on the horizon to compete in that segment. Even taking into account the pandemic-related reductions, not all downtown-dependent airline networks can hit rock bottom with 100-seat aircraft.

The prospect of the E175-E2 is on the table in the United States; while Embraer fights his horizon to continue working independently.

Cláusulas de escopo futuro da Embraer

Abrace o futuro no E175-E2 nas cláusulas de escopo dos EUA

A Embraer SA é uma empresa que conseguiu introduzir diversas aeronaves na segmentação das Cláusulas de Escopo dos Estados Unidos nos últimos tempos. O Embraer 175-E1 é uma das aeronaves favoritas das companhias aéreas que atendem aos padrões da Cláusula de Escopo, mas o novo derivado, a versão mais moderna da Embraer E175-E2, atualmente não atende aos regulamentos da Cláusula de Escopo.

CLÁUSULAS DE ESCOPO
Uma cláusula de escopo faz parte de um contrato entre uma grande companhia aérea e seu sindicato de pilotos que limita o número e o tamanho da aeronave que pode ser pilotada pelo afiliado regional da companhia aérea. O objetivo é proteger os empregos dos pilotos sindicais na principal companhia aérea de serem terceirizados, limitando a capacidade de passageiros das companhias aéreas regionais. Essas cláusulas existem principalmente nos Estados Unidos, Canadá e México.

Futuro do E175-E2

O futuro do E175-E2 dependerá de uma alta porcentagem das alterações que podem ser introduzidas nas Cláusulas de Escopo dos Estados Unidos, que é uma provisão em contratos-piloto que limita o tamanho e o número de aeronaves que podem voar. pilotos com salários mais baixos em afiliadas regionais. A Embraer espera que os regulamentos dessas cláusulas sejam mais flexíveis para que a nova variante mais pesada possa ser aceita dentro dos futuros novos parâmetros sob a égide da Lei de Cláusulas de Escopo. Se essa lei não for modificada conforme o esperado pela Embraer, o futuro do E175-E2 seria bastante reduzido e a empresa brasileira perderia um mercado importante como o dos Estados Unidos.

Mercado regional dos EUA

As três maiores companhias aéreas dos Estados Unidos que dependem da energia regional definida pela Cláusula do Escopo são American Airlines, Delta Air Lines e United Airlines que estão conversando com seus pilotos sobre novos negócios. Antes da crise de saúde pandêmica do Coronavírus, os pilotos insistiam que as Cláusulas do Escopo não estavam sobre a mesa, e os pilotos tinham a influência de mantê-lo dessa maneira. Mas se isso é verdade é algo que ninguém sabe, uma vez que os pilotos qualificados da linha aérea provavelmente superarão as vagas por pelo menos alguns anos.

Embraer

O Presidente e CEO da Embraer, John Slattery, disse durante um webinar da Semana da Aviação recente que o E175-E1 permanecerá em produção enquanto houver clientes, e se as Cláusulas de Escopo não mudarem, haverá clientes. A aeronave não tem concorrentes nas linhas de produção atuais e, com a Mitsubishi desconectando o M100, nenhuma está no horizonte para competir nesse segmento. Mesmo levando em consideração as reduções relacionadas a pandemias, nem todas as redes aéreas dependentes do centro da cidade podem atingir o fundo do poço com aeronaves com 100 assentos.

A perspectiva do E175-E2 está sobre a mesa nos Estados Unidos; enquanto a Embraer luta por seu horizonte para continuar trabalhando de forma independente.

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SOURCE: Airgways.com
DBk: Aviationweek.com / Embraer.com / Airgways.com / Sanspotter.com
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Portugal adhiere Proyecto DESAER ATL

AW | 2020 05 22 11:48 | INDUSTRY

CEIIA ingresa como empresa subsidiaria de DESAER

El Centro de Ingeniería y Desarrollo de Productos (CEIIA) con sede en Matosinhos, Oporto, y la brasileña DESAER Desenvolvimento Aeronáutico han firmado un acuerdo para el desarrollo, industrialización y comercialización del avión de transporte ligero ATL 100.

El ATL-100 es un proyecto de aeronave de la compañía DESAER de Brasil. La unidad para ensamblar tiene dos líneas de fabricación para uso civil y militar. La versión comercial está enfocado para transporte de pasajeros de tercer nivel con configuraciones para el transporte con hasta 19 asientos y para carga paga de 2,5 toneladas, empleando una rampa trasera, al estilo del CASA-Nurtanio CN-235. Las perspectivas de mercado están enfocadas para satisfacer las necesidades de transporte regional tanto en áreas densamente pobladas como en regiones más remotas y aisladas que requieren poco soporte de infraestructura en tierra y exigen aterrizar en pistas cortas y sin pavimentar.

DESAER es una empresa brasileña, constituida con esta denominación en 2017 y formada por personas con un fuerte pasado en la rama de desarrollo aeronáutico; se instala en Incubaero, un departamento de la Fundación Casimiro Montenegro Filho en ITA, uno de los institutos de tecnología y desarrollo dentro de las instalaciones de DCTA en São José dos Campos (SP). El plan de la compañía es tener un prototipo ATL-100 en los próximos años. El ATL-100 es, por definición, un sistema logístico, que es un avión con prestaciones logísticas que debe estar disponible y listo para que el operador cumpla su variada gama de misiones.

DESAER comprende y comparte la idea de que el soporte de un sistema complejo necesita ser diseñado y desarrollado, así como sus otras características aerodinámicas, estructurales, etc. En este sentido, el producto se ha desarrollado, desde el diseño, hasta los requisitos de fiabilidad, disponibilidad, mantenibilidad y seguridad. La inspiración para este enfoque proviene de lo que se discute y enseña en AeroLogLab-ITA, cuya metodología y doctrina seguimos en cada etapa del ciclo de desarrollo, para dar como resultado un producto maduro desde el punto de vista de sus factores RAMS.

Fase desarrollo ATL

La fase de desarrollo del Proyecto ATL incorpora una participación decisiva de CEIIA de Portugal, cuyo proceso se llevará a cabo en tres años, seguirán luego las fases de industrialización y comercialización. El proyecto se llevará a cabo por profesionales portugueses y brasileños, en instalaciones ubicadas en Portugal y Brasil. El desarrollo del ATL-100 se basará en un enfoque sostenible, aseguran sus promotores, con la perspectiva de utilizar nuevas tecnologías, con la posibilidad de incorporar en la novedad del proyecto, motores eléctricos en el futuro.

La alianza industrial DESAER-CEIIA incorporará habilidades complementarias al sector aeroespacial en Portugal y Brasil. Es un proyecto importante para la innovación tecnológica y la creación de ingresos y empleos en ambos países.

La brasileña DESAER había presentado el proyecto en 2018 y estaría empleado para sustituir al Embraer Bandeirante y competiría con el Viking Twin Otter 400 y el Cessna 408 Skycourier.

Portugal joins DESAER ATL Project

CEIIA becomes a subsidiary company of the Brazilian ATL Project

The Product Engineering and Development Center (CEIIA) based in Matosinhos, Porto, and the Brazilian DESAER Desenvolvimento Aeronáutico have signed an agreement for the development, industrialization, and commercialization of the ATL 100 light transport aircraft.

The ATL-100 is an aircraft project of the DESAER company in Brazil. The assembly unit has two manufacturing lines for civil and military use. The commercial version is focused on third-level passenger transport with configurations for transport with up to 19 seats and for paid cargo of 2.5 tons, using a rear ramp, in the style of the CASA-Nurtanio CN-235. Market prospects are focused on meeting regional transportation needs in both densely populated areas and more remote and isolated regions that require little ground infrastructure support and require landing on short, unpaved runways.

DESAER is a Brazilian company, incorporated under this name in 2017 and made up of people with a strong past in the aeronautical development branch; settles in Incubaero, a department of the Casimiro Montenegro Filho Foundation in ITA, one of the institutes of technology and development within the DCTA facilities in São José dos Campos (SP). The company’s plan is to have a prototype ATL-100 in the coming years. The ATL-100 is, by definition, a logistics system, which is an aircraft with logistics capabilities that must be available and ready for the operator to complete its varied range of missions.

DESAER understands and shares the idea that the support of a complex system needs to be designed and developed, as well as its other aerodynamic, structural characteristics, etc. In this sense, the product has been developed, from the design, to the requirements of reliability, availability, maintainability and security. The inspiration for this approach comes from what is discussed and taught at AeroLogLab-ITA, whose methodology and doctrine we follow at each stage of the development cycle, to result in a mature product from the point of view of its RAMS factors.

ATL development phase

The development phase of the ATL Project incorporates a decisive participation of CEIIA of Portugal, whose process will take place in three years, followed by the industrialization and commercialization phases. The project will be carried out by Portuguese and Brazilian professionals, in facilities located in Portugal and Brazil. The development of the ATL-100 will be based on a sustainable approach, its promoters assure, with the prospect of using new technologies, with the possibility of incorporating electric motors in the future of the project.

The DESAER-CEIIA industrial alliance will incorporate complementary skills to the aerospace sector in Portugal and Brazil. It is an important project for technological innovation and the creation of income and jobs in both countries.

The Brazilian DESAER had presented the project in 2018 and would be used to replace the Embraer Bandeirante and would compete with the Viking Twin Otter 400 and the Cessna 408 Skycourier.

Portugal junta-se ao Projeto DESAER ATL

CEIIA torna-se uma subsidiária do Projeto ATL Brasileiro

O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produtos (CEIIA), sediado em Matosinhos, Porto, e o brasileiro DESAER Desenvolvimento Aeronáutico assinaram um acordo para o desenvolvimento, industrialização e comercialização das aeronaves de transporte leve ATL 100.

O ATL-100 é um projeto de aeronave da empresa DESAER no Brasil. A unidade de montagem possui duas linhas de fabricação para uso civil e militar. A versão comercial é focada no transporte de passageiros de terceiro nível, com configurações para transporte com até 19 assentos e carga útil de 2,5 toneladas, usando uma rampa traseira, no estilo do CASA-Nurtanio CN-235. As perspectivas do mercado concentram-se em atender às necessidades de transporte regional em áreas densamente povoadas e em regiões mais remotas e isoladas, que exigem pouco apoio à infraestrutura terrestre e exigem pouso em pistas curtas e não pavimentadas.

A DESAER é uma empresa brasileira, constituída sob esse nome em 2017 e composta por pessoas com um passado forte no ramo de desenvolvimento aeronáutico; se instala em Incubaero, um departamento da Fundação Casimiro Montenegro Filho no ITA, um dos institutos de tecnologia e desenvolvimento dentro das instalações do DCTA em São José dos Campos (SP). O plano da empresa é ter um protótipo ATL-100 nos próximos anos. O ATL-100 é, por definição, um sistema de logística, que é uma aeronave com capacidade logística que deve estar disponível e pronta para o operador concluir sua gama diversificada de missões.

A DESAER entende e compartilha a idéia de que o suporte de um sistema complexo precisa ser projetado e desenvolvido, bem como suas outras características estruturais, aerodinâmicas, etc. Nesse sentido, o produto foi desenvolvido, desde o design, até os requisitos de confiabilidade, disponibilidade, manutenção e segurança. A inspiração para essa abordagem vem do que é discutido e ensinado no AeroLogLab-ITA, cuja metodologia e doutrina seguimos em cada estágio do ciclo de desenvolvimento, para resultar em um produto maduro do ponto de vista de seus fatores de RAMS.

Fase de desenvolvimento do ATL

A fase de desenvolvimento do Projeto ATL incorpora uma participação decisiva da CEIIA de Portugal, cujo processo ocorrerá em três anos, seguido pelas fases de industrialização e comercialização. O projeto será realizado por profissionais portugueses e brasileiros, em instalações localizadas em Portugal e no Brasil. O desenvolvimento do ATL-100 será baseado em uma abordagem sustentável, garantem seus promotores, com a perspectiva de usar novas tecnologias, com a possibilidade de incorporar motores elétricos no futuro do projeto.

A aliança industrial DESAER-CEIIA incorporará habilidades complementares ao setor aeroespacial em Portugal e no Brasil. É um projeto importante para a inovação tecnológica e a geração de renda e emprego nos dois países.

O DESAER brasileiro havia apresentado o projeto em 2018 e seria usado para substituir o Embraer Bandeirante e competiria com o Viking Twin Otter 400 e o Cessna 408 Skycourier.

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SOURCE: Airgways.com
DBk: Desaer.com.br / Airgways.com
AW-POST: 202005221148AR

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