GOL reanuda vuelos a Miami

AW | 2022 05 21 12:47 | AIRLINES ROUTES

Reanuda conectividad con Estados Unidos
Opera con aeronaves Boeing 737-8 MAX

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GOL Linhas Aéreas ha reanudado completamente su conectividad con los Estados Unidos desde el Aeropuerto Internacional de Brasilia/BSB, restableciendo sus vuelos al Aeropuerto Internacional de Orlando/MCO y al Aeropuerto Internacional de Miami/MIA. Después de una pausa de dos años debido a la crisis sanitaria, la aerolínea brasileña restablece conexión completa con las rutas estadounidenses. A bordo del avión Boeing 737-8 MAX con capacidad para 176 pasajeros, el vuelo G3-7748 despegó de Brasilia a las 10:00 hora local y aterrizó en Miami a las 16:49 hora local. GOL empleó su Boeing 737 MAX para operar este servicio, que dura más de siete horas y es uno de los vuelos MAX sin escalas más largos del mundo. La aerolínea brasileña operará cuatro frecuencias semanales entre las dos ciudades los Martes, Jueves, Sábados y Domingos. GOL reanudó sus vuelos entre Brasilia y Orlando unos días antes. Esta es la ruta sin escalas más larga a bordo de un avión MAX en todo el mundo. A partir de Julio 2022, ambas rutas tendrán frecuencias de vuelo diarias.

La aerolínea está preparada para servir a los brasileños que buscan volar a los Estados Unidos al ofrecer tiempos de espera cortos en Brasilia mientras se conectan desde otros vuelos nacionales. GOL dijo que sus pasajeros podrán hacer su conexión internacional en apenas cincuenta minutos, especialmente para vuelos de conexión desde São Paulo/Congonhas, São Paulo/Guarulhos, Rio/Galeão, Santos Dumont, Salvador, Fortaleza, Belém, Curitiba, Florianópolis y Porto Alegre.

GOL Linhas Aéreas continúa incorporando más vuelos a su red internacional, mientras que los niveles de tráfico previos a la pandemia, todavía se encuentran a mitad de camino. La aerolínea brasileña se quedó sirviendo solo vuelos domésticos debido a la falta de demanda después de que la pandemia de COVID-19 azotara al mundo. No obstante, GOL ha ido retomando lentamente su conectividad internacional en los últimos meses, pero aún le queda un largo camino por recorrer. Según los datos proporcionados por Cirium, la aerolínea low cost brasileña está operando once rutas internacionales hacia Mayo de 2022, en comparación con las veintiséis rutas internacionales que tenía en Mayo de 2019. La aerolínea está sirviendo 54 vuelos internacionales por semana, ofreciendo 8.707 asientos, ambos números por encima del 60% por debajo de los niveles previos a la pandemia.

La actualización de las rutas internacionales de GOL Linhas Aéreas corresponden a: São Paulo—Buenos Aires/AEP con catorce vuelos semanales (14Frq/S). Río de Janeiro/GIG—Buenos Aires/AEP con siete vuelos semanales (7Frq/S). São Paulo—Montevideo/MDV con siete vuelos semanales (7Frq/S). São Paulo—Viru Viru/VVI, con cuatro vuelos semanales (4Frq/S). Florianópolis/FLN—Buenos Aires/AEP con tres vuelos semanales (3Frq/S). São Paulo/GRU—Asunción/ASU con tres vuelos semanales (3Frq/S). Belem/BEL—Paramaribo/PBM, un vuelo semanal (1Frq/S). Brasilia/BSB—Cancún/CUN con cuatro vuelos semanales (4Frq/S). São Paulo/GRU—Punta Cana/PUJ con tres vuelos semanales (3Frq/S). Brasilia/BSB—Miami/MIA con cuatro vuelos semanales (4Frq/S). Brasilia/BSB—Orlando/MCO con cuatro vuelos semanales (4Frq/S). La compañía GOL todavía debe reanudar los vuelos a Mendoza, Córdoba, Rosario (Argentina), Quito (Ecuador) y Santiago (Chile).

GOL resumes flights to Miami

Resumes connectivity with the United States
Operates with Boeing 737-8 MAX aircraft

GOL Linhas Aéreas has fully resumed its connectivity with the United States from Brasilia International Airport/BSB, reestablishing its flights to Orlando International Airport/MCO and Miami International Airport/MIA. After a two-year break due to the health crisis, the Brazilian airline reestablishes full connection with US routes. Aboard the Boeing 737-8 MAX aircraft with capacity for 176 passengers, flight G3-7748 left Brasilia at 10:00 local time and landed in Miami at 16:49 local time. GOL used its Boeing 737 MAX to operate this service, which takes more than seven hours and is one of the longest non-stop MAX flights in the world. The Brazilian airline will operate four weekly frequencies between the two cities on Tuesdays, Thursdays, Saturdays and Sundays. GOL resumed its flights between Brasilia and Orlando a few days earlier. This is the longest non-stop route aboard a MAX aircraft in the world. As of July 2022, both routes will have daily flight frequencies.

The airline is poised to serve Brazilians looking to fly to the United States by offering short wait times in Brasilia while connecting from other domestic flights. GOL said that its passengers will be able to make their international connection in just fifty minutes, especially for connecting flights from São Paulo/Congonhas, São Paulo/Guarulhos, Rio/Galeão, Santos Dumont, Salvador, Fortaleza, Belém, Curitiba, Florianópolis and Porto Alegre.

GOL Linhas Aéreas continues to add more flights to its international network, while pre-pandemic traffic levels are still halfway there. The Brazilian airline was left serving only domestic flights due to lack of demand after the COVID-19 pandemic hit the world. However, GOL has been slowly resuming its international connectivity in recent months, but it still has a long way to go. According to data provided by Cirium, the Brazilian low cost airline is operating eleven international routes by May 2022, compared to the twenty-six international routes it had in May 2019. The airline is serving 54 international flights per week, offering 8,707 seats, both numbers above 60% below pre-pandemic levels.

The update of the international routes of GOL Linhas Aéreas correspond to: São Paulo—Buenos Aires/AEP with fourteen weekly flights (14Frq/S). Rio de Janeiro/GIG—Buenos Aires/AEP with seven weekly flights (7Frq/S). São Paulo—Montevideo/MDV with seven weekly flights (7Frq/S). São Paulo—Viru Viru/VVI, with four weekly flights (4Frq/S). Florianopolis/FLN—Buenos Aires/AEP with three weekly flights (3Frq/S). São Paulo/GRU—Asunción/ASU with three weekly flights (3Frq/S). Belem/BEL—Paramaribo/PBM, one weekly flight (1Frq/S). Brasilia/BSB—Cancun/CUN with four weekly flights (4Frq/S). São Paulo/GRU—Punta Cana/PUJ with three weekly flights (3Frq/S). Brasilia/BSB—Miami/MIA with four weekly flights (4Frq/S). Brasilia/BSB—Orlando/MCO with four weekly flights (4Frq/S). The GOL company has yet to resume flights to Mendoza, Córdoba, Rosario (Argentina), Quito (Ecuador) and Santiago (Chile).

GOL retoma vôos para Miami

Retoma a conectividade com os Estados Unidos
Opera com aeronaves Boeing 737-8 MAX

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A GOL Linhas Aéreas retomou totalmente sua conectividade com os Estados Unidos a partir do Aeroporto Internacional de Brasília/BSB, restabelecendo seus vôos para o Aeroporto Internacional de Orlando/MCO e Aeroporto Internacional de Miami/MIA. Após uma pausa de dois anos devido à crise sanitária, a companhia aérea brasileira restabelece plena conexão com as rotas dos Estados Unidos. A bordo da aeronave Boeing 737-8 MAX com capacidade para 176 passageiros, o vôo G3-7748 saiu de Brasília às 10:00 horas locais e pousou em Miami às 16:49 horas locais. A GOL utilizou seu Boeing 737 MAX para operar esse serviço, que leva mais de sete horas e é um dos voos MAX sem escalas mais longos do mundo. A companhia aérea brasileira operará quatro frequências semanais entre as duas cidades às Terças, Quintas, Sábados e Domingos. A GOL retomou seus vôos entre Brasília e Orlando alguns dias antes. Esta é a rota sem escalas mais longa a bordo de uma aeronave MAX do mundo. A partir de Julho de 2022, ambas as rotas terão frequências diárias de vôos.

A companhia aérea está pronta para atender brasileiros que desejam voar para os Estados Unidos, oferecendo tempos de espera curtos em Brasília durante a conexão de outros vôos domésticos. A GOL informou que seus passageiros poderão fazer sua conexão internacional em apenas cinquenta minutos, principalmente para vôos de conexão São Paulo/Congonhas, São Paulo/Guarulhos, Rio/Galeão, Santos Dumont, Salvador, Fortaleza, Belém, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

A GOL Linhas Aéreas continua adicionando mais vôos à sua malha internacional, enquanto os níveis de tráfego pré-pandemia ainda estão na metade do caminho. A companhia aérea brasileira ficou atendendo apenas vôos domésticos devido à falta de demanda após a pandemia do COVID-19 atingir o mundo. No entanto, a GOL vem retomando lentamente sua conectividade internacional nos últimos meses, mas ainda tem um longo caminho a percorrer. Segundo dados da Cirium, a companhia aérea brasileira de baixo custo está operando onze rotas internacionais até Maio de 2022, ante as vinte e seis rotas internacionais que tinha em Maio de 2019. A companhia aérea está atendendo 54 vôos internacionais por semana, oferecendo 8.707 assentos, ambos números acima de 60% abaixo dos níveis pré-pandemia.

A atualização das rotas internacionais da GOL Linhas Aéreas correspondem a: São Paulo—Buenos Aires/AEP com quatorze vôos semanais (14Frq/S). Rio de Janeiro/GIG—Buenos Aires/AEP com sete vôos semanais (7Frq/S). São Paulo—Montevidéu/MDV com sete vôos semanais (7Frq/S). São Paulo—Viru Viru/VVI, com quatro vôos semanais (4Frq/S). Florianópolis/FLN—Buenos Aires/AEP com três vôos semanais (3Frq/S). São Paulo/GRU—Assunção/ASU com três vôos semanais (3Frq/S). Belém/BEL—Paramaribo/PBM, um vôo semanal (1Frq/S). Brasília/BSB—Cancún/CUN com quatro vôos semanais (4Frq/S). São Paulo/GRU—Punta Cana/PUJ com três vôos semanais (3Frq/S). Brasília/BSB—Miami/MIA com quatro vôos semanais (4Frq/S). Brasília/BSB—Orlando/MCO com quatro vôos semanais (4Frq/S). A GOL ainda não retomou vôos para Mendoza, Córdoba, Rosário (Argentina), Quito (Equador) e Santiago (Chile).

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IAG acuerda 150 Boeing 737 MAX

AW | 2022 05 19 15:35 | AIRLINES / INDUSTRY

International Airlines Group finaliza acuerdo por 150 737 MAX

Boeing 737 MAX_Isologotype

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· La compra incluye pedidos en firme y opciones para aviones 737-8-200 y 737-10
· IAG selecciona el 737 MAX más grande y alta capacidad y desempeño ambiental
· Familia aviones de bajo consumo de combustible promoverá objetivos sostenibilidad de IAG

The Boeing Company e International Airlines Group (IAG) anunciaron el Jueves 19/05 un pedido para un total combinado de Boeing 737 MAX de cincuenta Boeing 737-8-200 MAX (50) y opciones por cien Boeing 737-10 MAX, (100). «La incorporación de nuevos Boeing 737 es una parte importante de la renovación de la flota de corta distancia de IAG. Estos aviones de última generación son más eficientes en el consumo de combustible que los que reemplazarán y están en línea con nuestro compromiso de lograr cero emisiones netas de carbono para 2050», dijo Luis Gallego, Consejero Delegado de IAG Group.

El 737-8-200 permitirá a IAG configurar el avión con hasta 200 asientos, aumentando el potencial de ingresos y reduciendo el consumo de combustible. El modelo más grande de la familia, el 737-10 tiene capacidad para 230 pasajeros en una configuración de una sola clase y puede volar hasta 3.300 millas. El avión de bajo consumo de combustible puede cubrir el 99% de las rutas de pasillo único, incluidas las rutas servidas por los 757. «Con la selección del 737-8-200 y el 737-10 más grande, IAG ha invertido en un futuro sostenible y rentable, ya que ambas variantes reducirán significativamente los costos operativos y las emisiones de CO2. El acuerdo de hoy para hasta 150 aviones, incluidas 100 opciones, es una adición bienvenida del 737 a las flotas de corta distancia de IAG y refleja nuestro compromiso de apoyar la recuperación continua de la red del Grupo y el crecimiento futuro con la inigualable familia de aviones de Boeing», dijo Stan Deal, Presidente y CEO de Boeing Commercial Airplanes.

El 737 incorpora los motores CFM International LEAP-1B de última tecnología, winglets de tecnología avanzada y otras mejoras para ofrecer la mayor eficiencia, confiabilidad y comodidad para los pasajeros en el mercado de pasillo único. La familia de aviones 737 es, en promedio, un 14% más eficiente en el consumo de combustible que los 737 de próxima generación más eficientes de la actualidad y un 20% más eficiente que los 737 de próxima generación originales cuando entraron en servicio. El anuncio de este día finaliza un compromiso asumido por IAG para el 737 en el Salón Aeronáutico de París 2019 y está sujeto a la aprobación de los accionistas de IAG.

IAG agrees 150 Boeing 737 MAX

International Airlines Group finalizes agreement for 150 737 MAX

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Purchase includes firm orders and options for 737-8-200 and 737-10 aircraft
IAG selects largest, highest-capacity 737 MAX and environmental performance
Family of fuel-efficient aircraft will further IAG’s sustainability goals

The Boeing Company and International Airlines Group (IAG) announced on Thursday 05/19 an order for a combined total of fifty Boeing 737-8-200 MAX (50) and options for one hundred Boeing 737-10 MAX, (100). «The addition of new Boeing 737s is an important part of IAG’s short-haul fleet renewal. These next-generation aircraft are more fuel efficient than the ones they will replace and are in line with our commitment to achieving zero net carbon emissions by 2050», said Luis Gallego, CEO of IAG Group.

The 737-8-200 will allow IAG to configure the aircraft with up to 200 seats, increasing revenue potential and reducing fuel consumption. The largest model in the family, the 737-10 seats 230 passengers in a single-class configuration and can fly up to 3,300 miles. The fuel-efficient aircraft can cover 99% of single-aisle routes, including routes served by 757s. «With the selection of the 737-8-200 and the larger 737-10, IAG has invested in a sustainable and profitable future, as both variants will significantly reduce operating costs and CO2 emissions. Today’s deal for up to 150 aircraft, including 100 options, is a welcome addition of the 737 to IAG’s short-haul fleets and reflects our commitment to support the continued recovery of the Group’s network and future growth with Boeing’s unrivaled family of airplanes», said Stan Deal, president and CEO of Boeing Commercial Airplanes.

The 737 incorporates the latest CFM International LEAP-1B engines, advanced technology winglets and other enhancements to deliver the highest efficiency, reliability and passenger comfort in the single-aisle market. The 737 family of aircraft is, on average, 14% more fuel efficient than today’s most efficient Next-Generation 737s and 20% more efficient than the original Next-Generation 737s when they entered service. Today’s announcement finalizes a commitment made by IAG for the 737 at the 2019 Paris Air Show and is subject to IAG shareholder approval.

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Ryanair cancela MAX precio lista

AW | 2022 05 18 01:37 | AIRLINES / INDUSTRY

Ryanair desiste compra 737 MAX a precio actual
CEO Michael O’Leary: “Boeing es hoy un pollo sin cabeza”

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Las recientes declaraciones de su principal cliente europeo Ryanair suponen un duro golpe para el fabricante americano, que está intentando recuperar su credibilidad después de varios golpes duros en sus líneas de producción comercial. El CEO de Ryanair, Michael O’Leary ha expresado en una comparecencia ante analistas bursátiles: “Ryanair está dispuesta a acudir al mercado de aviones de segunda mano antes de pagar los precios que pide hoy Boeing”. La aerolínea, explicó, está dispuesta a seguir fiel a Boeing, pero el fabricante necesita urgentemente mejorar porque “están corriendo como si fuera un pollo sin cabeza”.

Michael O’Leary, que reconoció que necesitaba más aviones 737 pero que no quiere pagar los precios que dice que le está pidiendo Boeing, afirmó que “el fabricante necesita volver a empezar en Seattle y mejorar el actual equipo gestor o, en su caso, cambiarlo. Nosotros creemos que Boeing tiene que mejorar mucho lo que nos ha estado entregado en estos últimos doce meses”, en una queja que comparte también otro gran cliente como es Emirates Airline. Decir esto ante analistas bursátiles es un duro golpe a Boeing, que está intentando recuperar su credibilidad. Ryanair es el mayor cliente de Boeing en Europa y uno de los más relevantes del mundo.

Ryanair había iniciado negociaciones con Airbus, el fabricante europeo, pero las interrumpió diciendo que no había forma de entenderse a los precios que pedía la compañía del Viejo Continente. En Estados Unidos, Boeing en ocasiones anteriores, respecto a manifestaciones igualmente críticas de Ryanair, dijo que no haría comentarios. Sin embargo, esta es la primera vez en la que, de forma más pública Michael O’Leary cuestiona la calidad de los aviones entregados.

Ryanair cancels MAX price list

Ryanair abandons purchase of 737 MAX at current price
CEO Michael O’Leary: «Boeing is today a headless chicken»

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Recent statements by its main European customer Ryanair are a blow to the American manufacturer, which is trying to regain its credibility after several hard blows to its commercial production lines. The CEO of Ryanair, Michael O’Leary has expressed in an appearance before stock market analysts: «Ryanair is willing to go to the second-hand aircraft market before paying the prices that Boeing asks today». The airline, he explained, is willing to stay true to Boeing, but the manufacturer urgently needs to improve because «they are running around like a headless chicken».

Michael O’Leary, who acknowledged that he needed more 737s but did not want to pay the prices he says Boeing is asking him for, said that «the manufacturer needs to start over in Seattle and improve the current management team or, in his case, change it. We believe that Boeing has to improve a lot what has been delivered to us in the last twelve months”, in a complaint that is also shared by another large client such as Emirates Airline. Saying this to stock analysts is a blow to Boeing, which is trying to regain its credibility. Ryanair is Boeing’s largest customer in Europe and one of the largest in the world.

Ryanair had begun negotiations with Airbus, the European manufacturer, but interrupted them saying that there was no way to understand the prices that the company from the Old Continent was asking for. In the United States, Boeing on previous occasions, regarding statements equally critical of Ryanair, said it would not comment. However, this is the first time Michael O’Leary has more publicly questioned the quality of the aircraft delivered.

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Starliner prueba sin tripulación

AW | 2022 05 11 10:46 | AEROSPACE

NASA y Boeing discutirán preparación prueba vuelo sin tripulación

La NASA y Boeing celebrarán una teleconferencia de medios alrededor de las 06:00 p.m. EDT el Miércoles 11 de Mayo de 2022, luego de la Revisión de Preparación de Vuelo para la Prueba de Vuelo Orbital Boeing -2 (OFT-2) de la agencia, la segunda prueba de vuelo sin tripulación de la nave espacial CST-100 Starliner de la compañía para el Programa de Tripulación Comercial de la agencia. El audio de la teleconferencia se transmitirá en vivo en el sitio web de la agencia.

La teleconferencia se centrará en la preparación de la prueba de vuelo y está previsto que comience aproximadamente una hora después de que concluya la revisión de preparación con los siguientes participantes: Kathryn Lueders, Administradora asociada, Dirección de Misiones de Operaciones Espaciales de la NASA; Steve Stich, gerente, Programa de Tripulación Comercial de la NASA; Joel Montalbano, Gerente, Programa de la Estación Espacial Internacional de la NASA; Emily Nelson, Directora de Vuelo en Jefe Interina, Dirección de Operaciones de Vuelo de la NASA; Mark Nappi, Vicepresidente y gerente de programa, Programa de tripulación comercial de Boeing.

OFT-2 está programado para lanzarse a las 6:54 p.m. el jueves 19 de mayo desde el Complejo de Lanzamiento Espacial-41 en la Estación de la Fuerza Espacial de Cabo Cañaveral en Florida. Starliner se lanzará en un cohete Atlas V de United Launch Alliance para su prueba no tripulada a la Estación Espacial Internacional. Se espera que Starliner llegue a la estación espacial para acoplarse unas 24 horas después del lanzamiento con más de 500 libras de suministros de carga y tripulación de la NASA. Después de un acoplamiento exitoso, Starliner pasará de cinco a diez días a bordo del laboratorio en órbita antes de regresar a la Tierra en el oeste de los Estados Unidos. La nave espacial regresará con casi 600 libras de carga, incluidos los tanques reutilizables del Sistema de Recarga de Oxígeno nitrogenado (NORS) que proporcionan aire respirable a los miembros de la tripulación de la estación. Se pueden encontrar más detalles sobre la prueba de vuelo y el programa de tripulación comercial de la NASA siguiendo el blog de la tripulación comercial, así como en Twitter y Facebook.

Starliner uncrewed test

NASA and Boeing to discuss preparation for uncrewed flight test

NASA and Boeing will hold a media teleconference around 06:00 p.m. EDT on Wednesday, May 11, 2022, following the Flight Readiness Review for the agency’s Boeing Orbital Flight Test-2 (OFT-2), the second uncrewed flight test of the CST-100 Starliner spacecraft company for the agency’s Commercial Crew Program. Audio from the conference call will be streamed live on the agency’s website.

The teleconference will focus on flight test readiness and is scheduled to begin approximately one hour after the readiness review concludes with the following participants: Kathryn Lueders, Associate Administrator, NASA Space Operations Mission Directorate; Steve Stich, Manager, NASA Commercial Crew Program; Joel Montalbano, manager, NASA International Space Station Program; Emily Nelson, Acting Chief Flight Director, NASA Flight Operations Directorate; Mark Nappi, Vice President and Program Manager, Boeing Commercial Crew Program.

OFT-2 is scheduled to launch at 06:54 p.m. on Thursday, May 19 from Space Launch Complex-41 at the Cape Canaveral Space Force Station in Florida. Starliner will launch on a United Launch Alliance Atlas V rocket for its unmanned test to the International Space Station. Starliner is expected to arrive at the space station for docking about 24 hours after launch with more than 500 pounds of cargo and crew supplies from NASA. After a successful docking, Starliner will spend five to ten days aboard the orbiting laboratory before returning to Earth in the western United States. The spacecraft will return with nearly 600 pounds of cargo, including reusable Nitrogen Oxygen Recharge System (NORS) tanks that provide breathable air for station crew members. More details about the flight test and NASA’s commercial crew program can be found by following the commercial crew blog, as well as on Twitter and Facebook.

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Airbus selección personal

AW | 2022 05 09 22:07 | INDUSTRY

Airbus anuncia 6.000 nuevos puestos de trabajo
Incluyen 450 empleados para Broughton/UK

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Airbus Group ha anunciado la creación de 6.000 nuevos puestos de trabajo en todo el mundo, incluidos 450-550 que se espera que lleguen a su planta de ensamblaje de alas de Broughton, Gales, Reino Unido. La noticia arriba a medida que aumenta la producción de aviones comerciales para la familia A320 que se encuentra progresando hacia una tasa mensual de 65 aviones para el verano boreal de 2023. Tras un análisis de la demanda global de los clientes, así como una evaluación de la preparación del ecosistema industrial, la compañía ahora está trabajando con sus proveedores y socios para permitir tasas de producción mensuales de 75 en 2025. Airbus cumplirá con las tasas de producción más altas aumentando la capacidad en sus sitios industriales existentes, incluidos los del Reino Unido. Las inversiones de la instalación incluirán £ 100 millones de Libras para la FAL Broughton.

La compañía también dice que aumentará la huella industrial en Mobile, Estados Unidos, e invertirá para garantizar que todos los sitios de ensamblaje de aviones comerciales sean compatibles con A321. Para el Programa A321XLR, Airbus continúa trabajando para lograr un primer vuelo a finales del segundo trimestre de 2022. Inicialmente prevista para finales de 2023, ahora se espera que la entrada en servicio tenga lugar a principios de 2024 para cumplir con los requisitos de certificación. El aumento de la producción del A320, Faury dijo: «Mirando más allá de 2022, vemos un fuerte crecimiento continuo en la demanda de aviones comerciales impulsado por la familia A320. Como resultado, ahora estamos trabajando con nuestros socios de la industria para aumentar las tasas de producción de la familia A320 a 75 aviones al mes en 2025. Este aumento beneficiará a la cadena de valor global de la industria aeroespacial».

El Director Ejecutivo, Guillaume Faury, comentó sobre los últimos resultados financieros: «Estos resultados del 1Q2022 reflejan un sólido desempeño en nuestros negocios de aviones comerciales, helicópteros y defensa. Nuestra orientación para 2022 no ha cambiado, a pesar de que el perfil de riesgo para el resto del año se ha vuelto más desafiante debido al complejo entorno geopolítico y económico».

Airbus personal selection

Airbus announces 6,000 new jobs
Includes 450 employees for Broughton/UK

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Airbus Group has announced the creation of 6,000 new jobs worldwide, including 450-550 expected to come to its wing assembly plant in Broughton, Wales, UK. The news comes as commercial aircraft production ramps up for the A320 Family which is progressing towards a monthly rate of 65 aircraft by summer 2023. Following an analysis of global customer demand as well as an assessment of preparing the industrial ecosystem, the company is now working with its suppliers and partners to enable monthly production rates of 75 by 2025. Airbus will meet the higher production rates by increasing capacity at its existing industrial sites, including those in the UK. The facility’s investments will include £100 million for the FAL Broughton.

The company also says it will increase the industrial footprint in Mobile, United States, and invest to ensure all commercial aircraft assembly sites are A321-compliant. For the A321XLR Program, Airbus continues to work towards achieving a first flight by the end of the second quarter of 2022. Initially planned for the end of 2023, entry into service is now expected to take place in early 2024 to meet certification requirements. Scaling up A320 production, Faury said: «Looking beyond 2022, we see continued strong growth in commercial aircraft demand driven by the A320 Family. As a result, we are now working with our industry partners to increase A320 Family production rates to 75 aircraft per month by 2025. This increase will benefit the global value chain of the aerospace industry».

Chief Executive Officer, Guillaume Faury, commented on the latest financial results: «These 1Q2022 results reflect strong performance across our commercial aircraft, helicopter and defense businesses. Our guidance for 2022 has not changed, despite the fact that the risk profile for the rest of the year it has become more challenging due to the complex geopolitical and economic environment«.

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Cancelan enlace São Paulo-Malvinas

AW | 2022 05 09 19:03 | AIRLINES ROUTES

Enlace aéreo São Paulo-Malvinas discontinuado

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Las frecuencias de los vuelos entre São Paulo y Puerto Argentino/Port Stanley han sido cancelados según informa Latam Airlines Brasil. El enlace semanal de las Malvinas con Chile, con una escala mensual en Río Gallegos, República Argentina, se reanudará el próximo 2 de Julio de 2022. Los medios argentinos informan que Buenos Aires informó que el Reino Unido no está dispuesto a renovar el acuerdo político de 2019 que permitió el establecimiento de un segundo enlace aéreo entre las Islas Malvinas y el continente (Brasil), pero está preparado para discutir un nuevo enlace aéreo en diferentes condiciones. Buenos Aires ha ofrecido como opción un vuelo directo a las Islas pero a través de Buenos Aires y con una aerolínea argentina.

La Oficina Antártica e Islas del Atlántico Sur anticipó que el vuelo Malvinas/São Paulo con escala mensual en Córdoba, Argentina, había sido descontinuado entre otras razones porque el enlace fue utilizado para transportar turnos de pescadores y trabajadores de la industria petrolera, operando con licencias extendidas por el Gobierno de las Islas Malvinas.

Los vuelos desde Brasil y Chile al archipiélago terminan cancelados durante dos años debido a la crisis sanitaria mundial. Sin embargo, recientemente Buenos Aires dijo al Ministerio de Relaciones Exteriores que el enlace aéreo Brasil/Malvinas no era una prioridad, y como opción ofrecía un vuelo directo a las Islas pero a través de Buenos Aires y con una aerolínea argentina. Fuentes argentinas consideran que la escala cordobesa no tiene sentido económico, ya que Aeroparque o Ezeiza harían más atractivo y rentable para el turismo el enlace.

Argentina también es consciente de que los malvinenses desean más conectividad pero no están preparados para recibir ningún vuelo desde Buenos Aires y mucho menos con aviones de Aerolíneas Argentinas, argumentando en contra de todos los posibles razonamientos políticos o interpretaciones de los argentinos. Sin embargo, fuentes no identificadas de la Cancillería Argentina indican que “no hay intención de bloquear las Islas, sino de normalizar el Atlántico Sur. Toda la situación no tiene sentido, en ninguna parte del mundo cuarenta años después de una guerra, y sin amenazas militares, existe tal nivel de aislacionismo», señala la oficina del Secretario para las Malvinas, Guillermo Ramón Carmona. Pero supuestamente según fuentes argentinas, los británicos no aceptarán ninguna condición antes de sentarse a continuar las conversaciones técnicas referidas al descontinuado enlace aéreo insular.

São Paulo-Malvinas link canceled

São Paulo-Malvinas air link discontinued

The frequencies of the flights between São Paulo and Puerto Argentino/Port Stanley have been canceled according to Latam Airlines Brasil. The weekly link between the Falklands and Chile, with a monthly stopover in Río Gallegos, Argentine Republic, will resume on July 2, 2022. The Argentine media reports that Buenos Aires reported that the United Kingdom is not willing to renew the political agreement of 2019 that allowed the establishment of a second air link between the Malvinas Islands and the mainland (Brazil), but is prepared to discuss a new air link under different conditions. Buenos Aires has offered as an option a direct flight to the Islands but through Buenos Aires and with an Argentine airline.

The Antarctic and South Atlantic Islands Office anticipated that the Malvinas/São Paulo flight with a monthly stopover in Córdoba, Argentina, had been discontinued, among other reasons, because the link was used to transport shifts of fishermen and oil industry workers, operating with licenses issued by the Government of the Malvinas Islands.

Flights from Brazil and Chile to the archipelago end up canceled for two years due to the global health crisis. However, Buenos Aires recently told the Ministry of Foreign Affairs that the Brazil/Malvinas air link was not a priority, and as an option it offered a direct flight to the Islands but through Buenos Aires and with an Argentine airline. Argentine sources consider that the Cordoban scale does not make economic sense, since Aeroparque or Ezeiza would make the link more attractive and profitable for tourism.

Argentina is also aware that Malvinians want more connectivity but are not prepared to receive any flight from Buenos Aires, much less with Aerolíneas Argentinas planes, arguing against all possible political reasoning or interpretations of the Argentines. However, unidentified sources from the Argentine Foreign Ministry indicate that “there is no intention to block the Islands, but rather to normalize the South Atlantic. The whole situation does not make sense, nowhere in the world forty years after a war, and without military threats, there is such a level of isolationism», indicates the office of the Secretary for the Malvinas, Guillermo Ramón Carmona. But supposedly according to Argentine sources, the British will not accept any conditions before sitting down to continue the technical talks regarding the discontinued island air link.

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Nigeria suspende ops aéreas locales

AW | 2022 05 08 19:29 | AIRLINES MARKET / AVIATION ORGANISMS

Siete aerolíneas nigerianas cancelan operaciones
Faltante de combustible paraliza aviación nacional

A partir del Lunes 09/05 las líneas aéreas de Nigeria paralizarán sus operaciones aerocomerciales por falta de hidrocarburos necesarios para el transporte aéreo. Sólo existirán vuelos de compañías extranjeras que operan en Nigeria, pero con limitaciones a raíz de las escaseces de combustible y la necesidad de retornar a sus países de origen. La Asociación de Operadores de Aerolíneas de Nigeria, la patronal que agrupa a las siete aerolíneas del país, anunció que todas sus asociadas paralizarán las operaciones aeronáuticas a partir del Lunes 9 de Mayo de 2022 hasta nuevo aviso. “Los Operadores de Aerolíneas de Nigeria (AON) informan al público en general que las aerolíneas miembros suspenderán las operaciones en todo el país a partir del Lunes 9 de Mayo de 2022, hasta nuevo aviso”, dice el comunicado hecho público este sábado

Los vuelos domésticos nigerianos, fundamentalmente entre Abuja, Kano y Lagos, aunque no exclusivamente, estaban ya paralizados desde marzo, debido al alto coste del combustible. Nigeria es el mayor productor de petróleo de África. Los operadores de aerolíneas de Nigeria informaron que el precio del combustible para aviones aumentó de ₦ 190 Naira/US$ 0,46 Dólares a ₦ 700 Naira/US$ 1,69 Dólares por litro. Según la asociación, el costo de un vuelo de una hora se ha más que duplicado a ₦ 120.000 Naira/US$ 289,20 Dólares, lo cual es insostenible para la economía de sus afiliadas. La asociación dijo que el continuo aumento del precio del combustible para aviones ha creado presiones operativas que ponen en duda su viabilidad financiera.

Los pasajeros de las aerolíneas en Nigeria pagan las tarifas en naira, que se ha debilitado drásticamente debido a las devaluaciones. Sin embargo, a los proveedores de combustible se les paga en dólares estadounidenses, una moneda escasa en la principal economía de África.

El Gobierno, a través de un comunicado del Ministerio de Aviación, hizo un llamado a las líneas aéreas locales para que reconsideren los planes de cerrar operaciones. El Ministro de Aviación, Hadi Sirika, dijo que se habían iniciado negociaciones de alto nivel con aerolíneas, comercializadores de petróleo y otras partes interesadas para moderar el precio del combustible de aviación. Advirtió que el paro tendría consecuencias desastrosas para la economía en su conjunto. “Como ministerio encargado de la gestión de la industria, estamos muy preocupados por las dificultades que enfrentan los operadores de aerolíneas en el país para adquirir combustible de aviación, lo que ha resultado en un aumento vertiginoso de los costos en el transporte aéreo en el pasado inmediato. También reconocemos que los operadores de aerolíneas están para obtener ganancias mientras brindan servicios a un sector muy crítico que no solo es el modo de transporte preferido para la mayoría de los nigerianos, sino también la principal puerta de entrada internacional a la nación”.

Nigeria suspends local air ops

Seven Nigerian airlines cancel operations
Lack of fuel paralyzes national aviation

As of Monday 05/09, Nigerian airlines will paralyze their commercial air operations due to lack of hydrocarbons necessary for air transport. There will only be flights from foreign companies operating in Nigeria, but with limitations due to fuel shortages and the need to return to their countries of origin. The Nigerian Airline Operators Association, the employers’ association that brings together the country’s seven airlines, announced that all its associates will paralyze aviation operations from Monday, May 9, until further notice. “The Airline Operators of Nigeria (AON) inform the general public that member airlines will suspend operations throughout the country from Monday, May 9, 2022, until further notice”, said the statement made public this Saturday.

Nigerian domestic flights, mainly but not exclusively between Abuja, Kano and Lagos, had already been paralyzed since March, due to the high cost of fuel. Nigeria is the largest oil producer in Africa. Nigerian airline operators reported that the price of jet fuel increased from ₦ 190 Naira/US$ 0.46 to ₦ 700 Naira/US$ 1.69 per litre. According to the association, the cost of a one-hour flight has more than doubled to ₦ 120,000 Naira/US$ 289.20, which is unsustainable for the economy of its members. The association said the continuing rise in the price of jet fuel has created operating pressures that cast doubt on its financial viability.

Airline passengers in Nigeria pay fares in naira, which has weakened sharply due to devaluations. Yet fuel suppliers are paid in US dollars, a rare currency in Africa’s largest economy.

The Government, through a statement from the Ministry of Aviation, called on local airlines to reconsider plans to close operations. Aviation Minister Hadi Sirika said high-level negotiations had been launched with airlines, oil traders and other stakeholders to moderate the price of aviation fuel. He warned that the strike would have disastrous consequences for the economy as a whole. “As the ministry in charge of managing the industry, we are very concerned about the difficulties faced by airline operators in the country in acquiring aviation fuel, which has resulted in skyrocketing costs in air transport in the past. immediate. We also recognize that airline operators are out to make a profit while serving a very critical sector that is not only the preferred mode of transportation for the majority of Nigerians, but also the main international gateway to the nation”.

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Airbus 2da. línea ensamblaje Alabama

AW | 2022 05 05 12:00 | INDUSTRY

Airbus agregará segunda línea ensamblaje A320NEO en Mobile
Constructor busca acelerar cadena de producción

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Airbus Group sigue adelante con ambiciosos planes para aumentar la producción de su exitosa familia de aviones A320. La compañía busca alcanzar un régimen de producción en serie de cincuenta a setenta y cinco hacia 2025 en todo el grupo incluido una nueva línea de ensamblaje final en su planta de Mobile, Alabama (AL), Estados Unidos. La cifra representa un salto desde una tasa mensual de alrededor de cincuenta unidades para los aviones de fuselaje estrecho (narrowbodies) en este momento a los 65 proyectados para mediados de 2023, alcanzando la cuota de los 75 aviones. El incremento de la línea de producción se produce a medida que la demanda se recupera de la crisis sanitaria mundial, dijo el Miércoles 04/05 la compañía aeronáutica europea, mientras que anunciaba la construcción de una nueva línea de ensamblaje en Estados Unidos para ayudar a cumplir con el objetivo.

Pronóstico entregas 2022

Airbus ha anunciado un pronóstico de al menos 720 entregas de aviones este año 2022, incluso cuando la guerra en Ucrania y los bloqueos de COVID-19 en China hacen que la construcción y operación de aviones sea más desafiante. La firma reportó ganancias en el primer trimestre (1Q2022) que superaron las estimaciones de los analistas y respaldaron los objetivos financieros anteriores para 2022. «Tenemos una demanda muy fuerte y, por lo tanto, hemos evaluado la capacidad de la cadena de suministro para continuar creciendo más allá de los 65. La cadena de suministro es capaz de hacer esto, tenemos la demanda de ello y por eso decidimos ir», dijo el Presidente Ejecutivo Guillaume Faury.

Los proveedores y las empresas de arrendamiento inicialmente habían retrocedido contra el ritmo de la aceleración de la construcción planificada, antes de que Airbus asegurara una extensión de dieciocho meses a los contratos clave de suministro de motores la semana pasada. El aumento debería ayudar a la compañía a consolidar su ventaja sobre la compañía americana Boeing en un mercado de aviones de pasillo único que domina las ventas, reduciendo los retrasos en la producción y liberando espacios de entrega.

Los planes de Airbus Group significan que la compañía asegurará más capacidad de proveedores. El proveedor de motores Safran SA reconoció la semana pasada que la decisión de Boeing de mantener el 737 MAX a un ritmo de treinta y un aviones mensuales hace que sea más fácil apoyar el aumento de la familia Airbus A320NEO.

Del otro lado del Atlántico, la actual tasa de producción de fuselaje estrecho de Boeing sigue a su rival, y la compañía estadounidense dijo la semana pasada que estaba produciendo 31 unidades mensuales de sus 737 MAX, mientras que ha argumentado que incrementar la tasa de producción es una decisión hacia el futuro que actualmente no están preparados para tomar.

Capacidades Airbus

El objetivo de mayor producción del constructor Airbus requerirá una mayor capacidad en las fábricas existentes y la adición de una segunda línea de ensamblaje final en Mobile, así como la inversión para garantizar que todas las plantas de ensamblaje puedan manejar el modelo A321 más grande. Actualmente, la compañía no ha proporcionado detalles de la expansión de la FAL de Mobile, Alabama. El aumento de la fabricación en Mobile mejorará la proximidad a los clientes estadounidenses, tal como lo hace una línea de ensamblaje en Tianjin, China, con las aerolíneas en ese país. La producción china es difícil en este momento con el nuevo brote de Coronavirus, aunque las entregas de aviones continúan, ayudadas por las llamadas entregas electrónicas en las que los clientes firman de forma remota.

Airbus continúa esperando aumentar la producción del modelo de fuselaje ancho A350 de aproximadamente cinco por mes ahora a alrededor de seis a principios de 2023.

Menos positivos para la compañía son los problemas que complican la introducción de su nuevo avión de largo alcance extra largo A321 XLR, que dijo que se deslizará en 2024 en medio de retrasos en la certificación de la nueva variante. El modelo está bajo el escrutinio de los reguladores en medio de las preocupaciones sobre el aumento del riesgo de incendio de un tanque de combustible adicional, y es probable que las mejoras de seguridad agreguen peso y reduzcan ligeramente su alcance. Guillaume Faury dijo en la llamada que ningún cambio material en la especificación y el alcance del avión se compartirá actualmente, mientras que Airbus ha señalado que se encuentra en proceso de madurar su diseño.

Resultados económicos

Las ganancias ajustadas antes de intereses e impuestos del fabricante con sede en Toulouse, Francia, aumentaron a € 1.260 millones de Euros/US$ 1.300 millones de Dólares en los primeros tres meses, desde los € 694 millones de Euros del año anterior. Los resultados fueron ayudados por una ganancia única de € 400 millones de Euros de una nueva medición de las obligaciones de pensiones. Al mismo tiempo, las ganancias se vieron afectadas por el impacto de las sanciones en Rusia en € 200 millones de Euros. Sobre una base neta, la cifra aún representaba un sólido ritmo del 20% en comparación con el consenso, dijo la Analista de Jefferies International, Chloe Lemarie.

Airbus también reiteró un objetivo de flujo de caja libre de € 3.500 millones de Euros para 2022 antes de la financiación de los clientes y el gasto en adquisiciones, casi lo mismo que el año pasado, y un aumento del EBIT ajustado a € 5.500 millones de Euros.

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Airbus to add second A320NEO assembly line in Mobile
Builder seeks to speed up production chain

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Airbus Group is pressing ahead with ambitious plans to increase production of its successful A320 family of aircraft. The company aims to achieve a series production rate of fifty to seventy-five by 2025 across the group including a new final assembly line at its plant in Mobile, Alabama (AL), USA. The figure represents a jump from a monthly rate of around 50 units for narrowbodies right now to a projected 65 by mid-2023, reaching the 75 aircraft quota. The increase in the production line occurs as demand recovers from the global health crisis, the European aeronautical company said on Wednesday 04/05, while announcing the construction of a new assembly line in the United States to help meet the target.

Forecast deliveries 2022

Airbus has announced a forecast of at least 720 aircraft deliveries this year 2022, even as the war in Ukraine and COVID-19 lockdowns in China make building and operating aircraft more challenging. The firm reported first-quarter (1Q2022) earnings that beat analyst estimates and supported previous financial targets for 2022. «We have very strong demand and therefore have assessed the supply chain’s ability to continue growing past 65. The supply chain is capable of doing this, we have the demand for it and that’s why we decided to go», said Chief Executive Guillaume Faury.

Suppliers and leasing companies had initially backed off against the pace of the planned construction ramp-up, before Airbus secured an 18-month extension to key engine supply contracts last week. The increase should help the company consolidate its lead over American carrier Boeing in a single-aisle market that dominates sales, reducing production delays and freeing up delivery slots.

Airbus Group’s plans mean the company will secure more supplier capacity. Engine supplier Safran SA acknowledged last week that Boeing’s decision to keep the 737 MAX at a rate of 31 planes per month makes it easier to support the growth of the Airbus A320NEO family.

Across the Atlantic, Boeing’s current narrow-body production rate trails its rival, with the US company saying last week that it was producing 31 monthly units of its 737 MAXs, while it has argued that increasing production rate it is a decision for the future that they are not currently prepared to make.

Airbus capabilities

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Builder Airbus’ goal of increased production will require increased capacity at existing factories and the addition of a second final assembly line in Mobile, as well as investment to ensure all assembly plants can handle the larger A321 model. Currently, the company has not provided details of the expansion of the Mobile, Alabama FAL. Increased manufacturing in Mobile will improve proximity to US customers, much like an assembly line in Tianjin, China, does with airlines in that country. Chinese production is difficult at the moment with the new Coronavirus outbreak, although aircraft deliveries continue, helped by so-called electronic deliveries where customers sign remotely.

Airbus continues to expect to increase production of the A350 widebody model from around five a month now to around six in early 2023.

Less positive for the company are issues complicating the introduction of its new A321 XLR extra-long-range jet, which it said will slip in 2024 amid delays in certifying the new variant. The model is under scrutiny from regulators amid concerns about the increased risk of fire from an extra fuel tank, and safety improvements are likely to add weight and slightly reduce its range. Guillaume Faury said on the call that no material changes to the aircraft’s specification and scope will currently be shared, while Airbus has signaled that it is in the process of maturing its design.

Economic results

The Toulouse, France-based manufacturer’s adjusted earnings before interest and tax rose to € 1.26bn/US$ 1.3bn in the first three months, from € 694m a year earlier. The results were helped by a one-time gain of € 400 million Euros from a remeasurement of pension obligations. At the same time, earnings were affected by the impact of the sanctions in Russia by € 200 million Euros. On a net basis, the figure still represented a solid 20% pace compared to consensus, said Jefferies International Analyst Chloe Lemarie.

Airbus also reiterated a € 3.5 billion free cash flow target for 2022 before customer financing and acquisition spending, about the same as last year, and an adjusted EBIT increase of € 5.5 billion Euros.

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Flair fecha límite AOC

AW | 2022 05 04 14:24 | AIRLINES / AVIATION ORGANISMS

Fecha límite para responder preocupaciones de propiedad

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La compañía Flair Airlines ha alcanzado la fecha límite para que responder al organismo de control de la Agencia Transport Canadá (TCA) sobre las preocupaciones de propiedad extranjera, pero los expertos dicen que podríamos estar esperando semanas o meses para averiguar el destino de la aerolínea de ultra bajo costo. La Agencia Canadiense de Transporte (CTA) encontró en un fallo preliminar publicado en Marzo 2022 que Flair Airlines, con sede en Edmonton, Canadá, podría no ser lo suficientemente canadiense como para calificar para sus licencias para volar en el país.

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El organismo de control estableció una fecha límite del 3 de Mayo de 2022 para que Flair responda formalmente a las preocupaciones, dando a la aerolínea una ventana de 60 días para poner en orden sus balances. Flair Airlines, con sede en Edmonton, afirma que la licencia es segura mientras la aerolínea revisa el tablero y refinancia la deuda.

La CTA no confirmó si Flair cumplió con esta fecha el Martes 03/05, pero dijo que proporcionaría una actualización a la revisión el Miércoles 04/05. La agencia dijo que un panel asignado al caso revisará la presentación de Flair y decidirá los próximos pasos a partir de ahí, mientras no hay un cronograma específico para cuándo se tomará una decisión. «El panel considerará todas las pruebas y si determina al final del proceso que Flair no es canadiense, las licencias de Flair se suspenderían», expresó el Martes 03/05 un portavoz de la CTA.

Un portavoz de Flair Airlines tampoco confirmó el Martes 03/05 si la aerolínea había presentado su respuesta, diciendo en cambio que «la aerolínea está trabajando estrechamente con la CTA para resolver el asunto, pero no tendría más actualizaciones de estado».

«Creo que tenemos que ser pacientes. Es probable que se ejecute durante otras semanas o meses», dijo Frederic Dimanche, Profesor de industria del turismo en la Universidad Metropolitana de Toronto, el Martes 03/05.

A pesar de la incertidumbre que rodea la decisión de la CTA, el CEO de Flair, Stephen Jones, ha insistido en que la aerolínea de bajo costo volará este verano boreal. En una conferencia de prensa en respuesta a las preocupaciones de propiedad el mes pasado, describió todos los pasos que la aerolínea ha tomado hasta ahora para mitigar el control percibido que su inversionista con sede en Miami, 777Partners, puede ejercer sobre la compañía.

Flair Airlines ha modificado el acuerdo de accionistas para abordar las reglas de propiedad canadienses. Esto incluye sacudir su Junta Directiva para diluir el control de 777Partner y otros cambios de gobernanza. La última pieza del rompecabezas, dijo Stephen Jones, fue encontrar nuevas fuentes de financiamiento para cubrir la deuda que asumió de 777Partners para sobrevivir a las recesiones causadas por la pandemia de COVID-19. Flair Airlines ha solicitado al Ministro de Transporte de Canadá, Omar Alghabra, una exención de dieciocho meses a las reglas de propiedad canadienses mientras busca refinanciar esta deuda. Un portavoz de Transport Canada dijo que el ministerio todavía está revisando la solicitud y aún no ha hecho una recomendación al ministro. «El Ministro tomará entonces la decisión final sobre la solicitud de exención. No hay un cronograma legislado asociado con estos pasos», se lee en el comunicado.

Frederic Dimanche dice que tiene sentido para él que Flair pueda necesitar el tiempo extra para responder a las preocupaciones de la CTA, ya que los cambios en la estructura de Gobierno de una empresa, por ejemplo, no ocurren de la noche a la mañana. El Profesor de administración de la Universidad McGill, Karl Moore, dijo que ahora es el «peor momento en la historia de la aviación» para solicitar más inversión, gracias a la incierta recuperación por los efectos de la crisis sanitaria mundial que ha afectado los vuelos en todo el mundo. Por esta razón, dijo que es comprensible darle a Flair Airlines un poco más de tiempo para refinanciar y cumplir con los estándares de licencia canadienses, pero agregó que dieciocho meses es un período extenso.

La exención podría no ser necesaria en última instancia si la CTA alarga su proceso de toma de decisiones sobre la cuestión de la propiedad real. Si Flair es capaz de solucionar las preocupaciones del organismo de control en los próximos meses, el fallo final podría encontrar los esfuerzos de la aerolínea suficientes para cumplir con la letra de la ley. En caso de que Flair finalmente no demuestre su control canadiense y se le revoca su licencia, el Gobierno de Canadá daría suficientes avisos para que los pasajeros obtengan reembolsos y reserven arreglos de viaje alternativos.

Industria reclama

Mientras tanto, los grupos de la industria de la aviación quieren que se aplique la ley a Flair por pasar por encima de la línea de la propiedad extranjera. El Jefe del Consejo Nacional de Aerolíneas de Canadá, que representa a grandes actores como Air Canada, WestJet y otras aerolíneas, dijo en un comunicado el Martes 03/05 que la recuperación de la industria después de la pandemia depende de la aplicación justa de las leyes y regulaciones canadienses, que son la base para la operación confiable y de larga data del sector de la aviación. «Las compañías extranjeras que incumplen estas reglas básicas amenazan esa confianza y depositan una gran incertidumbre en los viajeros y los que trabajan en el sector», dijo Suzanne Action-Gervais, CEO interina del Consejo. Ha solicitado a la CTA que defienda los requisitos de propiedad y control extranjeros y a Omar Alghabra que rechace la solicitud de exención de Flair.

John McKenna, Presidente de la Asociación de Transporte Aéreo de Canadá, un grupo de la industria que representa a los actores de la industria de la aviación de todos los tamaños, dijo en una entrevista que otorgar a Flair una exención crearía un precedente de que los aviones de cualquier tamaño pueden eludir la ley y salirse con la suya. El problema con Flair no es necesariamente que su propiedad sea mayoritariamente extranjera o canadiense, es que era la única aerolínea en Canadá que sentía que podía obtener fondos de fuera del país para sobrevivir a la pandemia y lidiar con las regulaciones después del hecho, dijo John McKenna. «La mayoría de las aerolíneas en Canadá no cumplieron con el umbral para obtener ese apoyo del Gobierno. Así que no están solos. Pero nadie más se salió de la ley para sobrevivir. Hicieron lo que tenían que hacer. Redujeron las operaciones. Lucharon a través de eso. El hecho de que esté ofreciendo un servicio a la comunidad que de otra manera no tendría tanto servicio o ningún servicio no es una razón para operar ilegalmente», dijo el Presidente de la Asociación de Transporte Aéreo de Canadá.

Pero Frederic Dimanche dijo que la competencia adicional que Flair ofrece a los gigantes Air Canada y WestJet podría ser razón suficiente para que el Gobierno quiera hacer adaptaciones para mantener a la aerolínea de bajo costo volando. Sin embargo, por la misma razón por la que Flair puede aprovechar sus beneficios económicos y de consumo para mantener sus licencias, los actores más grandes de la industria pueden señalar las regulaciones como una línea dura para mantener el control sobre los espacios aéreos canadienses. «Si tienen la oportunidad de empujar a ese competidor hacia abajo y mantenerlos a raya, básicamente lo harán. Así que para mí, es un juego limpio. Es un juego de negocios», dijo Frederic Dimache.

Flair Deadline AOC

Flair Airlines deadline to respond to ownership concerns

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Flair Airlines has reached the deadline for it to respond to the Transport Canada Agency (TCA) watchdog over foreign ownership concerns, but experts say we could be waiting weeks or months to find out the fate of the airline ultra-low cost. The Canadian Transportation Agency (CTA) found in a preliminary ruling published in March 2022 that Flair Airlines, based in Edmonton, Canada, might not be Canadian enough to qualify for its licenses to fly in the country.

The watchdog set a deadline of May 3, 2022 for Flair to formally respond to concerns, giving the airline a 60-day window to get its balance sheets in order. Edmonton-based Flair Airlines says the license is safe while the airline reviews the board and refinances the debt.

The CTA would not confirm if Flair met this date on Tuesday 5/3, but said it would provide an update to the review on Wednesday 5/4. The agency said a panel assigned to the case will review Flair’s submission and decide next steps from there, while there is no specific timeline for when a decision will be made. «The panel will consider all the evidence and if it determines at the end of the process that Flair is not Canadian, Flair’s licenses would be suspended», said a CTA spokesman on Tuesday 05/03.

A Flair Airlines spokesperson also did not confirm on Tuesday 03/05 whether the airline had filed its response, saying instead that «the airline is working closely with the CTA to resolve the matter, but would not have any further status updates».

«I think we have to be patient. It’s likely to run for another few weeks or months», said Frederic Dimanche, Professor of Tourism Industry at Metropolitan University of Toronto, on Tuesday 5/3.

Despite the uncertainty surrounding the CTA’s decision, Flair CEO Stephen Jones has insisted that the budget airline will fly this summer. At a press conference in response to ownership concerns last month, he outlined all the steps the airline has taken so far to mitigate the perceived control its Miami-based investor, 777Partners, may exert over the company.

Flair Airlines has amended the shareholders agreement to address Canadian ownership rules. This includes shaking up its Board of Directors to dilute control of 777Partner and other governance changes. The final piece of the puzzle, Stephen Jones said, was finding new sources of financing to cover the debt he took on from 777Partners to survive the downturns caused by the COVID-19 pandemic. Flair Airlines has applied to Canadian Transportation Minister Omar Alghabra for an eighteen-month waiver from Canadian ownership rules while he seeks to refinance this debt. A Transport Canada spokesman said the ministry is still reviewing the request and has not yet made a recommendation to the minister. «The Minister will then make the final decision on the waiver request. There is no legislated timetable associated with these steps», the statement read.

Frederic Dimanche says it makes sense to him that Flair might need the extra time to respond to CTA concerns, as changes to a company’s governance structure, for example, don’t happen overnight. McGill University Management Professor Karl Moore said now is the «worst time in aviation history» to ask for more investment, thanks to an uncertain recovery from the effects of the global health crisis that has affected flights. around the world. For this reason, he said it’s understandable to give Flair Airlines a little more time to refinance and meet Canadian licensing standards, but added that 18 months is a long time.

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The waiver may ultimately not be necessary if the CTA drags out its decision-making process on the real property issue. If Flair is able to iron out the watchdog’s concerns in the coming months, the final ruling could find the airline’s efforts sufficient to comply with the letter of the law. Should Flair ultimately fail to demonstrate his Canadian control and have his license revoked, the Government of Canada would give sufficient notice for passengers to obtain refunds and book alternative travel arrangements.

Industry claims

Meanwhile, aviation industry groups want the law to be brought against Flair for stepping over the foreign ownership line. The Head of the National Airlines Council of Canada, which represents large players such as Air Canada, WestJet and other airlines, said in a statement on Tuesday 03/05 that the recovery of the industry after the pandemic depends on the fair application of the Canadian laws and regulations, which are the foundation for the longstanding and reliable operation of the aviation industry. «Foreign companies that flout these basic rules threaten that trust and place great uncertainty on travelers and those who work in the sector», said Suzanne Action-Gervais, interim CEO of the Council. She has asked the CTA to uphold foreign ownership and control requirements and Alghabra to reject Flair’s waiver request.

John McKenna, president of the Canadian Air Transport Association, an industry group representing aviation industry players of all sizes, said in an interview that granting Flair a waiver would create a precedent for that planes of any size can skirt the law and get away with it. The problem with Flair isn’t necessarily that it’s majority-foreign or Canadian-owned, it’s that it was the only airline in Canada that felt it could get funding from outside the country to survive the pandemic and deal with regulations after the fact, John said. Mckenna. «Most of the airlines in Canada did not meet the threshold to get that support from the government. So they are not alone. But no one else broke the law to survive. They did what they had to do. They scaled back operations. They fought to through that. The fact that you are offering a service to a community that would otherwise not have as much service or no service at all is not a reason to operate illegally», said the Canadian Air Transport Association President.

But Frederic Dimanche said the additional competition Flair offers from giants Air Canada and WestJet could be reason enough for the government to want to make accommodations to keep the budget airline flying. Yet for the same reason that Flair can leverage its economic and consumer benefits to keep its licenses, the industry’s biggest players can point to the regulations as a hard line to maintain control over Canadian airspace. «If they get a chance to push that competitor down and keep them at bay, they basically will. So to me, it’s fair game. It’s a business game», Frederic Dimache said.

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Frontier expansión Caribe

AW | 2022 05 04 14:22 | AIRLINES ROUTES

Anuncia cuatro nuevas rutas directas al Caribe desde Tampa

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Frontier Airlines anunció el Martes 03/05 cuatro nuevas rutas directas a tres países del Caribe desde Tampa (FL). A partir de Junio y Julio 2022, la aerolínea de presupuesto ofrecerá un servicio sin escalas desde Tampa/TPA a Punta Cana y Santo Domingo en la República Dominicana, Montego Bay, en Jamaica y San Juan, en Puerto Rico. El nuevo servicio se suma a los destinos internacionales de Tampa, que comienzan a expandirse una vez más después de dos años de contracciones durante la pandemia. Los servicios de Frontier en República Dominicana y Jamaica marcan los primeros nuevos destinos internacionales desde el inicio de la pandemia.

«Eso es de vital importancia para que Tampa International crezca su presencia internacional. Sabemos que tenemos la base de población para apoyar muchos de estos vuelos», dijo el CEO del Aeropuerto Internacional de Tampa, Joe Lopano. Tampa/TPA se enfoca en la expansión y la demanda futura en la actualización del plan maestro a medida que Tampa continúa creciendo.

Los ejecutivos de Frontier dijeron que están invirtiendo en Tampa porque creen que es más que un destino turístico. «Tampa ha sido vista por la mayoría de las aerolíneas como un destino. Florida, por supuesto, tiene una gran industria turística y la costa del Golfo es una región muy popular, pero esta es un área metropolitana de más de 3 millones de personas», dijo Daniel Shurz, Vicepresidente Senior comercial de Frontier Airlines.

El año pasado, la aerolínea estableció una nueva base de tripulación en Tampa, agregando 250 asistentes de vuelo y 140 pilotos en 2021. «Invertimos en la base de la tripulación aquí en Tampa en 2021 porque vimos la oportunidad de crecer y porque vimos la oportunidad de agregar más destinos», dijo Daniel Shurz. Un año después, su servicio en Tampa ha crecido a veintiocho destinos, incluyendo cinco rutas internacionales al Caribe. En Abril 2022, la aerolínea anunció un servicio directo a Cancún en México.

«Traemos tarifas bajas, traemos la flota de aviones más joven de Estados Unidos y volamos un 43 por ciento más lejos en un galón de gasolina que el promedio en los Estados Unidos. Y ahora, en lugar de volar a través de un aeropuerto mucho más concurrido y congestionado, puede disfrutar de la calma de usar Tampa International», dijo Daniel Shurz.

Joe Lopano dijo que Tampa/TPA está lenta pero seguramente restaurando su servicio internacional a los niveles anteriores a la pandemia. Desde entonces, el aeropuerto ha restaurado el servicio existente a la ciudad de Panamá, La Habana, Londres, Cancún, Nassau, Gran Caimán, Frankfurt, Zurich y varias ciudades de Canadá. Los vuelos internacionales no solo significan más comodidad para los viajeros del Área de la Bahía, los funcionarios del aeropuerto dijeron que tienen un gran impacto en la economía local. Joe Lopano dijo que una sola ruta de vuelo europea puede generar alrededor de US$ 150 millones en beneficios económicos para la región de Tampa Bay. «Significa un nuevo gasto de visitantes, nuevos empleos, mejores propinas para nuestros camareros y camareras, más personas viajando en nuestros Ubers, quedándose en nuestros hoteles, usando nuestras playas, yendo a nuestros museos o yendo al Straz. Todas estas cosas ahora son posibles cuando traes a estos nuevos visitantes a nuestra ciudad», dijo Joe Lopano.

Nuevas rutas desde el Aeropuerto Internacional de Tampa (TPA): San Juan, Puerto Rico: El servicio comienza el 23/06 y tendrá una frecuencia diaria (1Frq/D). Santo Domingo, Depública Rominicana: El servicio comienza el 30/06 con dos frecuencias semanales (2Frq/S). Montego Bay, Jamaica: El servicio comienza el 24/06 y tendrá dos frecuencias por semana (2Frq/S). Punta Cana, República Dominicana: El servicio comienza el 02/07 y tendrá una frecuencia semanal (1Frq/S). La frecuencia y los horarios están sujetos a cambios, así que consulte FlyFrontier.com para obtener el horario más actualizado.

Caribbean Expansion Frontier

Announces four new direct routes to the Caribbean from Tampa

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Frontier Airlines announced on Tuesday 05/03 four new direct routes to three Caribbean countries from Tampa (FL). Beginning in June and July 2022, the budget airline will offer nonstop service from Tampa/TPA to Punta Cana and Santo Domingo in the Dominican Republic, Montego Bay in Jamaica and San Juan in Puerto Rico. The new service adds to Tampa’s international destinations, which are beginning to expand once again after two years of contraction during the pandemic. Frontier services in the Dominican Republic and Jamaica mark the first new international destinations since the start of the pandemic.

«That’s critically important for Tampa International to grow its international presence. We know we have the population base to support many of these flights», said Tampa International Airport CEO Joe Lopano. Tampa/TPA focuses on expansion and future demand in the master plan update as Tampa continues to grow.

Frontier executives said they are investing in Tampa because they believe it is more than just a tourist destination. «Tampa has been seen by most airlines as a destination. Florida, of course, has a huge tourist industry and the Gulf Coast is a very popular region, but this is a metropolitan area of ​​over 3 million people», said Daniel Shurz, Senior Vice President of Commercial for Frontier Airlines.

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Last year, the airline established a new crew base in Tampa, adding 250 flight attendants and 140 pilots in 2021. «We invested in the crew base here in Tampa in 2021 because we saw the opportunity to grow and because we saw the opportunity to add more destinations», said Daniel Shurz. A year later, its Tampa service has grown to twenty-eight destinations, including five international routes to the Caribbean. In April 2022, the airline announced direct service to Cancun in Mexico.

«We bring low fares, we bring America’s youngest fleet of aircraft, and we fly 43 percent farther on a gallon of gas than the average in the United States. And now, instead of flying through an airport much more crowded and congested, you can enjoy the calm of using Tampa International», said Daniel Shurz.

Joe Lopano said Tampa/TPA is slowly but surely restoring its international service to pre-pandemic levels. The airport has since restored existing service to Panama City, Havana, London, Cancun, Nassau, Grand Cayman, Frankfurt, Zurich, and various Canadian cities. International flights not only mean more convenience for Bay Area travelers, airport officials said they have a big impact on the local economy. Joe Lopano said that a single European flight route can generate about $150 million in economic benefits for the Tampa Bay region. «It means new visitor spending, new jobs, better tips for our waiters and waitresses, more people riding our Ubers, staying in our hotels, using our beaches, going to our museums or going to the Straz. All of these things are now possible», when you bring these new visitors to our city,» said Joe Lopano.

New routes from Tampa International Airport (TPA): San Juan, Puerto Rico: The service begins on 06/23 and will have a daily frequency (1Frq/D). Santo Domingo, Depública Rominicana: The service begins on 06/30 with two weekly frequencies (2Frq/S). Montego Bay, Jamaica: The service begins on 06/24 and will have two frequencies per week (2Frq/S). Punta Cana, Dominican Republic: The service begins on 07/02 and will have a weekly frequency (1Frq/S). Frequency and times are subject to change, so check FlyFrontier.com for the most up-to-date schedule.

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