Itapemirim 1er vuelo internacional

AW | 2021 11 30 10:02 | AIRLINES ROUTES / GOVERNMENT

ITA realiza primer vuelo internacional
Itapemirim es multada por retrasos presentaciones datos
Discrepancias regularización pagos salariales

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Itapemirim Transportes Aéreos ha realizado este Jueves 25/11 sus primeros vuelos internacionales a Uruguay empleando tres aeronaves Airbus A320-200CEO para trasladar a jugadores y simpatizantes de la Copa de Futbol de Libertadores de América. La aerolínea brasileña ha establecido sus primeras operaciones regionales de vuelos no regulares, mientras ha expresado que continuará efectuando treinta y cuatro (34) frecuencias adicionales entre Brasil y Uruguay. La activación de las frecuencias es motivada por la final de futbol entre Flamengo y Palmeiras en Montevideo, República Oriental del Uruguay.

Actualmente, Itapemirim Transportes Aéreos (ITA) posee una flota de Airbus A320-200CEO (6) y A319-100CEO (1), permitiendo desarrollar operaciones domésticas en su primera fase de desarrollo en Brasil, permitiendo realizar operaciones chárters regionales hacia Uruguay.

ITA, multada

Itapemirim Transportes Aéreos vuelve a ser multado por no cumplir con el plazo de envío de datos estadísticos de vuelos. A pesar de haber informado, el mes pasado, que regularizaría el envío de datos estadísticos obligatorios a Itapemirim Transportes Aéreos no lo hizo a tiempo y fue nuevamente multado y multado por la Agencia Nacional de Aviación Civil (ANAC). El aviso de infracción tiene el Número 003909.I/2021 y la multa es de R$ 2.800 por no enviar. El proceso pide que los números se envíen a la ANAC antes del día 10 de cada mes y el fichero debe contener los datos del mes anterior, ya debidamente criticados y consistentes.

El suministro de datos estadísticos sobre los servicios públicos de transporte aéreo es obligatorio y está regulado por la Resolución Nº 191 de 16 de Junio de 2011. Las empresas brasileñas que explotan los servicios públicos de transporte aéreo en el país, excepto los taxis aéreos, deben proporcionar mensualmente a la ANAC los datos de las operaciones realizadas por ellas, de acuerdo con las instrucciones contenidas en la Ordenanza de la Superintendencia de Monitoreo de Servicios Aéreos/SAS Nº 3.506, del 11 de Noviembre de 2019.

Es importante enfatizar la importancia de enviar los datos correctos para garantizar la transparencia del sector público aéreo de Brasil. Sin ellos, es imposible verificar cuántos pasajeros están siendo transportados o el porcentaje de retrasos en los vuelos. La aerolínea informó a la ANAC que el no envío de la información a tiempo se debió a problemas internos de proceso.

ITA, demora salarial

El Juzgado Social de Brasil rechazó la solicitud de tutela realizada por el Sindicato Nacional de Aeronautas (SNA), en la causa contra Itapemirim Transportes Aéreos, que trata de la regularización de pagos de salarios y depósitos de FGTS de la tripulación. Según la decisión, la medida cautelar no fue concedida porque las pruebas presentadas son insuficientes. El SNA dijo que está recopilando más pruebas y apelará la decisión y solicitará la reconsideración de la no concesión de la medida cautelar.

En una declaración anterior sobre el mismo tema, Itapemirim dijo: Itapemirim Transportes Aéreos informa que ya estaba en negociaciones con el Sindicato Nacional de Aeronautas (SNA) y, dentro del plazo estipulado de común acuerdo entre SNA e Itapemirim, la empresa regularizó el pago de noches de comida, vales de comida y salarios. En relación al pago del FGTS, como ya se informó y demostró al SNA, Itapemirim espera el dictamen de la Caja Federal de Ahorros para el fraccionamiento de los montos. En caso de negativo por parte de la entidad financiera, Itapemirim depositará el importe en su totalidad.

Itapemirim 1st international flight

ITA makes first international flight
Itapemirim is fined for delays in data presentation
Discrepancies regularization of salary payments

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Itapemirim Transportes Aéreos made its first international flights to Uruguay on Thursday 11/25 using three Airbus A320-200CEO aircraft to transport players and supporters of the Copa de Futbol de Libertadores de América. The Brazilian airline has established its first regional operations of non-scheduled flights, while it has stated that it will continue to carry out thirty-four (34) additional frequencies between Brazil and Uruguay. The activation of the frequencies is motivated by the soccer final between Flamengo and Palmeiras in Montevideo, Oriental Republic of Uruguay.

Currently, Itapemirim Transportes Aéreos (ITA) has a fleet of Airbus A320-200CEO (6) and A319-100CEO (1), allowing the development of domestic operations in their first phase of development in Brazil, allowing regional charter operations to Uruguay.

ITA, fined

Itapemirim Transportes Aéreos is once again fined for not meeting the deadline for sending statistical flight data. Despite having reported, last month, that he would regularize the sending of mandatory statistical data to Itapemirim Transportes Aéreos, he did not do so on time and was again fined and fined by the National Civil Aviation Agency (ANAC). The notice of violation has the number 003909.I/2021 and the fine is R$ 2,800 for not sending. The process asks that the numbers be sent to the ANAC before the 10th of each month and the file must contain the data from the previous month, already duly criticized and consistent.

The provision of statistical data on public air transport services is mandatory and is regulated by Resolution No. 191 of June 16, 2011. Brazilian companies that operate public air transport services in the country, except air taxis, must Provide the ANAC with the data of the operations carried out by them on a monthly basis, in accordance with the instructions contained in the Ordinance of the Superintendency of Air Services Monitoring/SAS No. 3,506, dated November 11, 2019.

It is important to emphasize the importance of sending the correct data to guarantee the transparency of the Brazilian air public sector. Without them, it is impossible to verify how many passengers are being transported or the percentage of flight delays. The airline informed ANAC that the information was not sent on time was due to internal process problems.

ITA, wage delay

The Social Court of Brazil rejected the request for guardianship made by the National Union of Aeronauts (SNA), in the case against Itapemirim Transportes Aéreos, which deals with the regularization of salary payments and FGTS deposits of the crew. According to the decision, the precautionary measure was not granted because the evidence presented is insufficient. The SNA said it is collecting more evidence and will appeal the decision and request reconsideration of the non-grant of the precautionary measure.

In a previous statement on the same subject, Itapemirim said: Itapemirim Transportes Aéreos informs that it was already in negotiations with the National Aeronauts Union (SNA) and, within the period stipulated by common agreement between SNA and Itapemirim, the company regularized the payment of food nights, food vouchers and salaries. Regarding the payment of the FGTS, as previously reported and demonstrated to the SNA, Itapemirim awaits the opinion of the Federal Savings Bank for the fractioning of the amounts. In case of negative by the financial entity, Itapemirim will deposit the amount in its entirety.

Itapemirim 1o vôo internacional

ITA faz primeiro vôo internacional
Itapemirim é multado por atraso na apresentação de dados
Regularização de discrepâncias no pagamento de salários

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A Itapemirim Transportes Aéreos realizou seus primeiros vôos internacionais para o Uruguai nesta Quinta-feira 25/11, utilizando três aeronaves Airbus A320-200CEO para transportar jogadores e apoiadores da Copa de Futebol de Libertadores da América. A companhia aérea brasileira estabeleceu suas primeiras operações regionais de voos não regulares, embora tenha declarado que continuará a realizar trinta e quatro (34) frequências adicionais entre o Brasil e o Uruguai. A ativação das frequências é motivada pela final de futebol entre Flamengo e Palmeiras em Montevidéu, República Oriental do Uruguai.

Atualmente, a Itapemirim Transportes Aéreos (ITA) possui uma frota de Airbus A320-200CEO (6) e A319-100CEO (1), permitindo o desenvolvimento de operações domésticas em sua primeira fase de desenvolvimento no Brasil, permitindo operações de fretamento regional para o Uruguai.

ITA, multado

A Itapemirim Transportes Aéreos é mais uma vez multada por não cumprir o prazo de envio de dados estatísticos de voos. Apesar de ter informado, no mês passado, que regularizaria o envio de dados estatísticos obrigatórios para a Itapemirim Transportes Aéreos, não o fez a tempo e foi novamente autuado e multado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O auto de infração tem o número 003909.I/2021 e a multa é de R$ 2.800 pelo não envio. O processo pede que os números sejam enviados à ANAC antes do dia 10 de cada mês e o arquivo deverá conter os dados do mês anterior, já devidamente criticados e consistentes.

A prestação de dados estatísticos sobre os serviços públicos de transporte aéreo é obrigatória e regulamentada pela Resolução Nº 191, de 16 de Junho de 2011. As empresas brasileiras que operam serviços públicos de transporte aéreo no país, exceto táxis aéreos, devem fornecer à ANAC dados sobre os operações por eles realizadas mensalmente, de acordo com as instruções contidas na Portaria da Superintendência de Vigilância dos Serviços Aéreos/SAS nº 3.506, de 11 de Novembro de 2019.

É importante ressaltar a importância do envio de dados corretos para garantir a transparência do setor público aéreo brasileiro. Sem eles, é impossível verificar quantos passageiros estão sendo transportados ou o percentual de atrasos de vôos. A companhia aérea informou à ANAC que a informação não foi enviada a tempo devido a problemas de processos internos.

ITA, atraso salarial

O Tribunal Social do Brasil indeferiu o pedido de tutela feito pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), no processo contra a Itapemirim Transportes Aéreos, que trata da regularização do pagamento de salários e depósitos do FGTS dos tripulantes. De acordo com a decisão, a medida cautelar não foi concedida porque as provas apresentadas são insuficientes. A SNA informou que está recolhendo mais provas e vai recorrer da decisão e pedir a reconsideração da não concessão da medida cautelar.

Em comunicado anterior sobre o mesmo assunto, a Itapemirim afirmou: A Itapemirim Transportes Aéreos informa que já estava em negociações com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e, no prazo estipulado de comum acordo entre SNA e Itapemirim, a empresa regularizou o pagamento de noites de alimentação, vale-alimentação e salários. Em relação ao recolhimento do FGTS, conforme já informado e demonstrado ao SNA, Itapemirim aguarda parecer da Caixa Econômica Federal para o fracionamento dos valores. Em caso de negativa por parte do financeiro, a Itapemirim depositará o valor na íntegra.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Voeita.com.br / Aeronautas.org.br / Anac.gov.br / Airgways.com
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Reclamo judicial cepo pasajes exterior

AW | 2021 11 30 09:27 | AIRLINES MARKET / GOVERNMENT

Aerolíneas y agencias evalúan realizar reclamo judicial
Gobierno argentino habilita aerolíneas business

Las cámaras del sector se reunieron este Lunes 29/11 para analizar alternativas para dar marcha atrás a la medida del Banco Central de la República Argentina impuesta por el Gobierno de Argentina de establecer un cepo a las compras financiadas con tarjeta de crédito. Hay varias cuestiones técnicas y legales que se están evaluando como la constitucionalidad de la medida y la legitimidad del reclamo.

La decisión del Banco Central de impedir la venta de pasajes internacionales en cuotas con tarjetas de crédito golpeó fuerte a las agencias de turismo y de las líneas aéreas, que ya evalúan realizar un reclamo judicial para evitar que se siga aplicando la medida. “Nuestros asesores legales están analizando alguna medida. No lo descartamos. Hay varias cuestiones técnicas y legales que se están evaluando como la constitucionalidad de la medida y la legitimidad del reclamo que requieren tiempo”, señaló Daniel Hana, Presidente del Foro Argentino de Consultores y Empresas de Viaje (FACVE). Lo mismo señalaron desde la Cámara de Compañías Aéreas en Argentina (JURCA): “La idea es evaluar las distintas alternativas. La decisión de ir a la Justicia no está tomada pero tenemos que hacer un análisis previo”, dijo su Director Ejecutivo Felipe Baravalle.

La semana pasada, cuando se dieron a conocer la medidas, las cámaras solicitaron una reunión con las autoridades del Banco Central y, luego de una respuesta favorable de parte de la entidad, esperan una convocatoria para los próximos días. “Pedimos una mesa de diálogo porque la decisión fue muy abrupta”, indicó Daniel Hana.

Desde el Ministerio de Turismo también confirmaron que el Martes 30/11 o Miércoles 01/12 se reunirán con las entidades del sector para formar una mesa de trabajo, donde se podrán analizar algunas alternativas con respecto a la financiación de pasajes en cuotas.

Según estimaciones de FACVE, las agencias de viaje perdieron un 50% de las ventas que previstas en el marco del Black Friday, las jornadas donde se iban a ofrecer amplios planes de financiación de hasta 12 cuotas para vuelos al exterior y que tuvo que ser suspendida apenas unas horas antes, cuando se conoció la medida del Banco Central. “El impacto es grande porque la medida salió dos horas antes del evento que era el punto de partida de la venta de la temporada. Resultó una pérdida porque las agencias habían hecho una inversión en publicidad y pauta en medios. Las ventas se frenaron además porque se genera incertidumbre hasta que la medida se asimile y mientras tanto los clientes suspende cualquier decisión de compra”, analizó Daniel Hana.

El público que cuotificaba sus viajes va a dejar de hacerlo por no tener esa ventaja ya que directamente no tiene la capacidad para poder viajar. “Pensamos que esta medida va a repercutir en las ventas ordinarias, de cualquier día, entre el 20% y 25% menos. El público que cuotificaba sus viajes va a dejar de hacerlo por no tener esa ventaja ya que directamente no tiene la capacidad para poder viajar. Los viajes corporativos se suelen hacer en un pago, pero todo lo que es viaje de placer tiene una alta incidencia”, manifestó el CEO de una agencia.

Las líneas aéreas alertaron que una consecuencia de la medida será la menor frecuencia de vuelos y una disminución también en la cantidad de turistas del exterior que lleguen a la Argentina. “Si no hay pasajero emisivo la ecuación no funciona solo con receptivo. Simplemente no se sostiene una operación donde no exista un cierto equilibrio entre estos. Si había intención de atraer turismo o mejorar conectividad para atraer divisas, sin duda éste no es el camino”, destacaron desde JURCA a través de un comunicado.

Autorización CESA

Argentina autorizó nuevas aerolíneas para vuelos de cabotaje e internacionales. La Administración Nacional de Aviación Civil (ANAC) habilitó las operaciones de otras cuatro empresas aeronáuticas para realizar vuelos de cabotaje e internacionales para transportar pasajeros, carga y correo. La medida surge a días de la prohibición de vender pasajes internaciones en cuotas sin interés.

A través de las resoluciones Nº410, 412, 413 y 414/2021 publicadas este Lunes 29/11 en el Boletín Oficial, el organismo habilitó a las firmas Brickell Electronics, Lerpas, Flight Edge y Nuevos Aires MMB a explotar servicios no regulares internos e internacionales de transporte aéreo de pasajeros y carga, utilizando aeronaves de reducido porte. En el caso de Flight Edge y Nuevos Aires MMB, también autorizó los servicios de correo.

En todos los casos la ANAC indicó que las empresas deberán obtener el Certificado de Explotador de Servicios Aéreos (CESA), con la constancia de los servicios de transporte aéreo que se otorgan, dentro del plazo de un año, e iniciar las operaciones dentro de los 180 días siguientes a la fecha de obtención. Su explotación deberá cumplir con ciertos requisitos: No deberán interferir con los servicios regulares de transporte aéreo. Las cuatros compañías tendrán que ajustar su actividad y la prestación de los servicios conferidos a los requisitos previstos en el Código Aeronáutico y la Política Nacional de Transporte Aéreo Comercial. Las empresas deberán someter a consideración de la ANAC las tarifas a aplicar, los seguros de ley, los libros de a bordo y los libros de quejas para su habilitación. Tendrán que proceder a la afectación del personal que desempeñe funciones aeronáuticas. Habilitar una cuenta de correo electrónico a los efectos de la tramitación de las denuncias de los usuarios.

Aunque celebramos la bienvenida de más líneas aéreas al mercado argentino, es necesario remarcar que estas aprobaciones derivan del cepo a la venta de financiación de pasajes aéreos internacionales. Nuevamente, el Gobierno se burla de los usuarios del transporte aéreo queriendo imponer una modalidad de transporte business con los costos derivados que representa volar al extranjero. Nuevamente el Gobierno nacional asiste con medidas retrógradas que impactan negativamente en la economía del bolsillo de los argentinos y en la calidad de los servicios internacionales; mientras que la aviación mundial busca recomponerse del escenario pandémico mundial, los argentinos compadecemos la falta de visión de los gobiernos sin rumbos ni proyectos para reconstruir una aviación digna en Argentina.

Judicial claim for foreign passages

The chambers of the sector met this Monday, November 29, to analyze alternatives to reverse the measure of the Central Bank of the Argentine Republic imposed by the Government of Argentina to establish a stocks for purchases financed with credit cards. There are several technical and legal issues that are being evaluated such as the constitutionality of the measure and the legitimacy of the claim.

The Central Bank’s decision to prevent the sale of international tickets in installments with credit cards hit the tourist agencies and airlines hard, which are already evaluating a judicial claim to prevent the measure from being applied. “Our legal advisors are analyzing some measure. We do not rule it out. There are several technical and legal issues that are being evaluated, such as the constitutionality of the measure and the legitimacy of the claim that require time”, said Daniel Hana, President of the Argentine Forum of Travel Consultants and Companies (FACVE). The same was pointed out by the Chamber of Air Companies in Argentina (JURCA): “The idea is to evaluate the different alternatives. The decision to go to court has not been made but we have to do a preliminary analysis”, said its Executive Director Felipe Baravalle.

Last week, when the measures were announced, the chambers requested a meeting with the authorities of the Central Bank and, after a favorable response from the entity, they expect a call for the next few days. «We asked for a dialogue table because the decision was very abrupt», said Daniel Hana.

The Ministry of Tourism also confirmed that on Tuesday 11/30 or Wednesday 12/01 they will meet with the entities of the sector to form a working table, where they can analyze some alternatives regarding the financing of tickets in installments.

According to estimates by FACVE, travel agencies lost 50% of the sales expected in the framework of Black Friday, the days where they were going to offer extensive financing plans of up to 12 installments for flights abroad and that had to be suspended just a few hours before, when the Central Bank’s measure was known. “The impact is great because the measure came out two hours before the event that was the starting point of the sale of the season. It was a loss because the agencies had made an investment in advertising and media coverage. Sales were also slowed down because uncertainty is generated until the measure is assimilated and in the meantime customers suspend any purchase decision”, analyzed Daniel Hana.

The public that quoted their trips will stop doing so because they do not have that advantage since they do not directly have the capacity to travel. “We think that this measure is going to affect ordinary sales, of any day, between 20% and 25% less. The public that quoted their trips will stop doing so because they do not have that advantage since they do not directly have the capacity to travel. Corporate trips are usually done in a payment, but everything that is pleasure travel has a high incidence», said the CEO of an agency.

The airlines warned that a consequence of the measure will be the lower frequency of flights and a decrease in the number of foreign tourists arriving in Argentina. “If there is no emissive passenger, the equation does not work only with receptive. An operation is simply not sustained where there is not a certain balance between them. If there was an intention to attract tourism or improve connectivity to attract foreign currency, without a doubt this is not the way”, they highlighted from Jurca through a statement.

CESA authorization

Argentina authorized new airlines for domestic and international flights. The National Civil Aviation Administration (ANAC) enabled the operations of four other aeronautical companies to carry out domestic and international flights to transport passengers, cargo and mail. The measure comes days after the ban on selling international tickets in installments without interest.

Through resolutions No. 410, 412, 413 and 414/2021 published this Monday 11/29 in the Official Gazette, the agency empowered the firms Brickell Electronics, Lerpas, Flight Edge and Nuevos Aires MMB to exploit non-regular internal and international services of air transport of passengers and cargo, using small aircraft. In the case of Flight Edge and Nuevos Aires MMB, it also authorized mail services.

In all cases, ANAC indicated that companies must obtain the Air Services Operator Certificate (CESA), with proof of the air transport services that are granted, within a period of one year, and begin operations within the 180 days after the date of obtaining. Their exploitation must meet certain requirements: They must not interfere with regular air transport services. The four companies will have to adjust their activity and the provision of the conferred services to the requirements set forth in the Aeronautical Code and the National Commercial Air Transport Policy. The companies must submit to the consideration of the ANAC the rates to be applied, the legal insurance, the log books and the complaint books for their authorization. They will have to proceed to affect the personnel who perform aeronautical functions. Enable an email account for the purposes of processing user complaints.

Although we celebrate the welcome of more airlines to the Argentine market, it is necessary to emphasize that these approvals derive from the stocks for the sale of financing of international air tickets. Once again, the Government makes fun of air transport users wanting to impose a business transport modality with the derived costs that flying abroad represents. Once again, the national government assists with retrograde measures that negatively impact the pocket economy of Argentines and the quality of international services; while world aviation seeks to recover from the global pandemic scenario, Argentines sympathize with the lack of vision of governments without direction or projects to rebuild a dignified aviation in Argentina.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Argentina.gob.ar / Anac.gov.ar / Facve.org / Jurca.org.ar / Airgways.com
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Argentina retroceder cepo viajes

AW | 2021 11 29 15:35 | GOVERNMENT / AIRLINES MARKET

Gobierno estudia flexibilizar cepo viajes en cuotas al exterior

El Ministro de Seguridad de la Nación, Aníbal Fernández, reconoció que el Gobierno de Argentina estudia realizar modificaciones a la cuestionada disposición del Banco Central de la República Argentina que prohibe a las emisoras de tarjetas de crédito vender pasajes al exterior en cuotas. «Creo que hay quienes están estudiando en este momento como suplir la decisión de esta característica, que es absolutamente antipática y encontrar alternativas que sean supletorias de lo que venía sucediendo hasta este momento. No puede ser que todo el pueblo argentino pague o subvencione este tipo de compras en contra del resto. No está bien que así suceda. De todos modos, consideró que se podía haber tomado otra medida», manifestó el mandatario Aníbal Fernández. En ese sentido Aníbal Fernández explicó de qué otra manera se podría haber resuelto la disposición del BCRA. El ministro aclaró de antemano que es su visión no representa al Gobierno, y sostuvo que podría haberse dejado el mismo sistema, pagando con intereses, entonces no sería el pueblo argentino el que subvencione los pagos para aquellos que necesiten viajar. «Se resolvería de una forma más corta, aplicando una tasa de interés es una forma de resolver la situación en la que nos encontramos y no es tan agresiva para con los que necesitan para poder viajar. Yo no soy agresivo con el que quiere viajar; si quiere viajar y lo puede hacer, y había una forma acomodada para poder comprarlo, tonto sería que no lo hiciera».

La portavoz de la Presidencia de la Nación, Gabriela Cerruti, aseguró que la decisión del Banco Central (BCRA) de limitar el financiamiento de las compras en cuotas con tarjetas de crédito de pasajes y servicios de turismo al exterior, es una medida puntual y momentánea que viene a cuidar el rumbo de la economía. El Banco Central limitó el Jueves 25/11 el financiamiento de las compras en cuotas con tarjetas de crédito de pasajes y servicios de turismo al exterior como alojamientos, excursiones y alquiler de transporte, entre otras, tanto en forma directa o abonadas a través de agencias de viajes, plataformas web u otros intermediarios. La iniciativa fue adoptada a través de la Comunicación A7407, y entró en vigencia el Viernes 26/11. Pero fuentes oficiales confirmaron que se estaba analizando algunas modificaciones a la norma por el fuerte impacto que tuvo en los mercados tanto internacionales como domésticos.

Desde la Presidencia de la Nación apuntan a que el anterior Presidente ha dejado comprometida a varias generaciones de argentinos, y que al Gobierno del Frente de Todos le toca hacer un esfuerzo más de superar este obstáculo, que tiene que ver específicamente con que los viajes al exterior no van a poder ser pagados en cuotas.

Repudio generalizado

Esta medida generó fuertes reacciones adversas en el sector de la aviación y el turismo duramente castigados por los efectos de las crisis económica y sanitaria de la pandemia. El Diputado Nacional electo Javier Milei opinó sobre el anuncio del Banco Central de prohibir el pago en cuotas en la compra de pasajes, hoteles y otros servicios de turismo al exterior: «Lo que muestra es la falta de Dólares del Banco Central. Las reservas internacionales de libre disponibilidad, las netas, están en un terreno casi ya perforando lo negativo. En el fondo, es un devaluación sin tocar el tipo de cambio», expresó el político argentino. Para el legislador electo de Derecha, es consecuencia del «modelo de déficit fiscal, financiado con emisión monetaria. Eso alimenta más el exceso de demanda de divisivas; y el Gobierno, para tratar de limitarlo, mete más controles, pero eso no es gratis. El mayor exceso de demanda que se genera en el mercado de divisivas tiene consecuencias en otras partes de la economía. Vas a tener exceso de oferta por todos lados, y en el mercado de bonos esto significa alta tasa de interés. Por eso, el riesgo país en promedio está arriba de 1.700 y en la punta corta arriba de 2.000. Para adelante se va a destruir la inversión y se van a fugar capitales. Se te va a penalizar sobre la actividad económica».

La falta de previsibilidad del presente Gobierno permite demostrar que los parches en la economía continúan siendo moneda corriente, mientras que se necesitan restaurar un modelo de confianza en los mercados para que las restricciones impuestas a la economía argentina no continúen atropellando los derechos de los ciudadanos. «La única salida posible es hacer un programa de ajuste y poner las cuentas fiscales en orden, pero cuando caresés de reputación, el programa no es creíble y termina siendo recesivo. La única forma para que no sea recesiva, o que sea lo menos doloroso posible en un contexto dado por un Presidente al que no le cree nadie, es que el ajuste recaiga sobre el sector público, que es lo que no quiere hacer el Gobierno», sentenció Javier Milei.

Argentina studies reverse travel stocks

Government make foreign travel stocks more flexible in installments

The Minister of National Security, Aníbal Fernández, acknowledged that the Government of Argentina is studying modifications to the questioned provision of the Central Bank of the Argentine Republic that prohibits credit card issuers from selling tickets abroad in installments. «I think there are those who are studying at this time how to make up for the decision of this characteristic, which is absolutely unpleasant and find alternatives that are supplementary to what has been happening up to this moment. It cannot be that all the Argentine people pay or subsidize this type of purchases against the rest. It is not good that this happens. In any case, he considered that another measure could have been taken», said President Aníbal Fernández. In that sense, Aníbal Fernández explained how else the BCRA provision could have been resolved. The minister clarified in advance that it is his vision that he does not represent the Government, and said that the same system could have been left, paying with interest, so it would not be the Argentine people that would subsidize the payments for those who need to travel. «It would be solved in a shorter way, applying an interest rate is a way to solve the situation in which we find ourselves and it is not so aggressive towards those who need to be able to travel. I am not aggressive towards those who want to travel; If you want to travel and you can do it, and there was a comfortable way to buy it, it would be silly if you didn’t».

The spokesperson for the Presidency of the Nation, Gabriela Cerruti, assured that the decision of the Central Bank (BCRA) to limit the financing of purchases in installments with credit cards of tickets and tourism services abroad, is a punctual and momentary measure that comes to take care of the course of the economy. The Central Bank limited on Thursday 11/25 the financing of purchases in installments with credit cards of tickets and tourism services abroad such as accommodation, excursions and transport rental, among others, both directly or paid through agencies of travel, web platforms or other intermediaries. The initiative was adopted through Communication A7407, and entered into force on Friday 11/26. But official sources confirmed that some changes to the standard were being analyzed due to the strong impact it had on both international and domestic markets.

From the Presidency of the Nation they point out that the previous President has left several generations of Argentines compromised, and that the Government of the Frente de Todos has to make one more effort to overcome this obstacle, which has to do specifically with the fact that trips to the exterior will not be able to be paid in installments.

Widespread repudiation

This measure generated strong adverse reactions in the aviation and tourism sectors, severely punished by the effects of the economic and health crisis of the pandemic. The elected National Deputy Javier Milei expressed his opinion on the announcement of the Central Bank to prohibit the payment in installments in the purchase of tickets, hotels and other tourism services abroad: «What shows is the lack of Central Bank Dollars. International reserves of free availability, the net ones, are in a terrain almost already piercing the negative. In the background, it is a devaluation without touching the exchange rate», said the Argentine politician. For the right-wing legislator-elect, it is a consequence of the «fiscal deficit model, financed with monetary issuance. That further feeds the excess demand for divisive, and the Government, to try to limit it, puts more controls, but that is not free. The greater excess demand that is generated in the divisive market has consequences in other parts of the economy. You are going to have excess supply everywhere, and in the bond market this means high interest rates. Therefore, the risk On average, the country is above 1,700 and at the short end above 2,000. For the future, investment will be destroyed and capital will flee. You will be penalized on economic activity».

The lack of predictability of the present Government shows that the patches in the economy continue to be common currency, while it is necessary to restore a model of confidence in the markets so that the restrictions imposed on the Argentine economy do not continue to trample over the rights of citizens. «The only possible way out is to make an adjustment program and put the fiscal accounts in order, but when you lack reputation, the program is not credible and ends up being recessive. The only way so that it is not recessive, or that it is the least painful possible in a context given by a President that nobody believes, is that the adjustment falls on the public sector, which is what the Government does not want to do», said Javier Milei.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Gobierno.gob.ar / Avanzalibertad.com / Airgways.com
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Nella adquiere derechos de LAP

AW | 2021 11 29 15:00 | AIRLINES / GOVERNMENT

Gobierno paraguayo otorga rutas a Nella Group
LAP Paraguayan Airlines by Nella startup Marzo 2022

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Nella Airlines Group continúa su expansión en Sudamérica consolidando su posición como una de los más importantes grupos aéreos en Latinoamérica. Como parte de su estrategia de diversificación, ha alcanzado los cumplimientos de otorgamiento por parte del Gobierno del Paraguay de las licencias exploratorias de la antigua LAP Airlines que le permitiría iniciarse como nuevo operador aéreo en la República del Paraguay. El CEO Maurício Souza, Director General de la compañía aérea brasileña, y el titular de la Dirección Nacional de Aviación Civil (DINAC), Félix Kanazawa han firmado el acuerdo para restablecer una línea aérea en el país guaraní.

Según el regulador aéreo de la DINAC, uno de los activos que formarán parte de Nella Airlines Group es la explotación de la marca LAP Paraguayan Airlines. «Estamos renunciando a la marca LAP, pero mantendrán el nombre y harán referencia a que es ‘by Nella’. En este caso el 100% es inversión de empresa privada. Es un dato muy importante para nosotros y para la aviación en general, teniendo en cuenta que la línea paraguaya no opera desde hace mucho tiempo. Estamos demostrando que nuestro país tiene un indicador económico atractivo para los inversionistas», expresó Félix Kanazawa.

«Equiparemos dos aviones Boeing 737 con los colores originales de vuelta, ya que es una marca histórica para Paraguay, y si podemos identificar al país ante el mundo, sería muy gratificante para todos nosotros. Creemos y queremos comenzar a volar en Marzo de 2022», dijo Maurício Souza de Nella Airlines. La nueva aerolínea implementará Boeing 737-800 con una capacidad de 189 pasajeros. Como parte de los inicios de operaciones en el 1Q2022 iniciarán rutas que conecten el país con Brasil, Perú, Bolivia y Argentina, pero todo se detallará en cuanto se firmen los contratos correspondientes con el Gobierno paraguayo. Detrás de la nueva base paraguaya, Nella Airlines Group estudio el proyecto de abrir un taller con capacidad para mantener los motores de la compañía, así como realizar mantenimiento de aviones a terceros. El proyecto de la startup en Paraguay permitiría emplear cuatrocientas personas entre pilotos, técnicos, ingenieros, personal operativo y administrativo, entre otros.

Actualmente Nella Airlines Group posee operaciones en Venezuela bajo la aerolínea Albatros Airlines, en Bolivia con Amaszonas Línea Aérea y próximamente en Brasil con el nombre de Nella Linhas Aéreas.

Nella acquires rights to LAP

Paraguayan government grants routes to Nella Group
LAP Paraguayan Airlines by Nella startup March 2022

Nella Airlines Group continues its expansion in South America, consolidating its position as one of the most important airline groups in Latin America. As part of its diversification strategy, it reached the fulfillment of the granting by the Government of Paraguay of the operating licenses of the old LAP Airlines that would allow it to start as a new air operator in the Republic of Paraguay. The CEO Maurício Souza, General Director of the Brazilian airline, and the head of the National Civil Aviation Directorate (DINAC), Félix Kanazawa, have signed the agreement to reestablish an airline in the Guaraní country.

According to the air regulator DINAC, one of the assets that will be part of the Nella Airlines Group is the exploitation of the LAP Paraguayan Airlines brand. «We are renouncing the LAP brand, but they will keep the name and refer to it as ‘by Nella’. In this case 100% is private company investment. It is a very important piece of information for us and for aviation in general, having taking into account that the Paraguayan line has not operated for a long time. We are showing that our country has an attractive economic indicator for investors», said Félix Kanazawa.

«We will equip two Boeing 737 aircraft with the original return colors, since it is a historical mark for Paraguay, and if we can identify the country to the world, it would be very gratifying for all of us. We believe and want to start flying in March 2022», said Maurício Souza of Nella Airlines. The new airline will implement Boeing 737-800 with a capacity of 189 passengers. As part of the start of operations in 1Q2022, routes that connect the country with Brazil, Peru, Bolivia and Argentina will begin, but everything will be detailed as soon as the corresponding contracts are signed with the Paraguayan Government. Behind the new Paraguayan base, Nella Airlines Group studied the project of opening a workshop with the capacity to maintain the company’s engines, as well as carry out aircraft maintenance to third parties. The startup’s project in Paraguay would allow employing four hundred people, including pilots, technicians, engineers, operational and administrative personnel, among others.

Currently, Nella Airlines Group has operations in Venezuela under the airline Albatros Airlines, in Bolivia with Amaszonas Línea Aérea and soon in Brazil under the name of Nella Linhas Aéreas.

Nella adquire direitos para LAP

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Governo paraguaio concede rotas ao Grupo Nella
LAP Paraguayan Airlines by Nella startup Março 2022

A Nella Airlines Group continua sua expansão na América do Sul, consolidando sua posição como um dos grupos de companhias aéreas mais importantes da América Latina. Como parte de sua estratégia de diversificação, alcançou o cumprimento da concessão pelo Governo do Paraguai das licenças de operação da antiga LAP Airlines que lhe permitiriam iniciar como uma nova operadora aérea na República do Paraguai. O presidente Maurício Souza, Diretor-Geral da companhia aérea brasileira, e o chefe da Diretoria Nacional de Aviação Civil (DINAC), Félix Kanazawa, assinaram o acordo para o restabelecimento de uma companhia aérea no país guarani.

De acordo com o regulador aéreo DINAC, um dos ativos que farão parte do Grupo Nella Airlines é a exploração da marca LAP Paraguayan Airlines. “Estamos renunciando à marca LAP, mas eles vão manter o nome e se referir a ela como ‘by Nella’. Nesse caso, 100% é investimento de empresa privada. É uma informação muito importante para nós e para a aviação em geral , tendo em vista que a linha paraguaia não opera há muito tempo. Estamos mostrando que nosso país tem um indicador econômico atraente para os investidores”, disse Félix Kanazawa.

“Vamos equipar duas aeronaves Boeing 737 com as cores originais de retorno, já que é um marco histórico para o Paraguai, e se conseguirmos identificar o país para o mundo, seria muito gratificante para todos nós. Acreditamos e queremos começar voando em Março de 2022″, disse Maurício Souza, da Nella Airlines. A nova companhia aérea implementará o Boeing 737-800 com capacidade para 189 passageiros. Como parte do início das operações no 1T2022, serão iniciadas as rotas que ligam o país ao Brasil, Peru, Bolívia e Argentina, mas tudo será detalhado assim que forem assinados os respectivos contratos com o Governo do Paraguai. Atrás da nova base paraguaia, o Nella Airlines Group estudou o projeto de abrir uma oficina com capacidade para fazer a manutenção dos motores da empresa, bem como realizar manutenção de aeronaves para terceiros. O projeto da startup no Paraguai permitiria empregar quatrocentas pessoas, entre pilotos, técnicos, engenheiros, pessoal operacional e administrativo, entre outros.

Atualmente o Nella Airlines Group tem operações na Venezuela sob a companhia aérea Albatros Airlines, na Bolívia com a Amaszonas Línea Aérea e em breve no Brasil com o nome de Nella Linhas Aéreas.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Paraguay.gov.py / Dinac.gov.py / Nellaairlines.com / Airgways.com
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Latam formaliza acuerdo acreedores

AW | 2021 11 28 11:10 | AIRLINES / GOVERNMENT

Latam Airlines formaliza acuerdo para reestructuración deuda

AW-Latam Airlines Group

Latam Airlines Group SA ha llegado a un acuerdo con las partes interesadas clave que allana el camino para que la aerolínea chilena reduzca la deuda y salga de la bancarrota bajo una nueva propiedad. La aerolínea más grande de América Latina planea recaudar alrededor de US$ 5 mil millones de Dólares mediante la emisión de acciones y notas convertibles a los accionistas y acreedores actuales a medida que sale de la bancarrota del Capítulo 11, según documentos judiciales. En última instancia, el acuerdo permite a un grupo de acreedores, liderados por Sixth Street Partners, Sculptor Capital y SVPGlobal, tomar el control de la compañía. También permitirá a Latam, con sede en Santiago de Chile, reducir su carga de deuda en alrededor de US$ 4 mil millones al salir del proceso, lo que podría llegar tan pronto como a mediados de 2022 si es aprobado por un juez y los accionistas. Delta Air Lines Inc, Qatar Airways y la familia chilena Cueto, que en conjunto eran dueños de la mayor parte de la compañía que se insinerta en la reorganización, han acordado apoyar el plan, ayudando a suavizar los espinosos problemas legales chilenos que han estado pendientes de las negociaciones. Acreedores y accionistas «unieron fuerzas para proporcionar más de US$5.000 millones de capital fresco para que Latam apoye la reestructuración y la lleve adelante. El plan y el acuerdo proporcionan la base para un futuro muy fuerte y sólido de Latam», dijo Roberto Alvo, Director Ejecutivo de Latam Airlines, en una entrevista.

El acuerdo marca una victoria para Latam Airlines, que se declaró en bancarrota en 2020 ya que los bloqueos de Covid-19 obstaculizaron los viajes internacionales. Si la compañía no hubiera podido presentar un plan de reestructuración para el viernes, se arriesgaba a perder el control de su estrategia de salida de bancarrota. El operador rival Azul SA había expresado comprar Latam Airlines Group persiguiendo la oportunidad de bloquear los intereses de un acuerdo de Bancarrota para negociar con los acreedores para adquirir la compañía chileno-brasileño.

Para Latam Airlines, el plan es un paso importante hacia la salida de la bancarrota. Los acreedores que no están contentos con el acuerdo aún pueden tratar de bloquearlo, pero las reglas de bancarrota de los Estados Unidos permiten a una empresa forzar un acuerdo de reestructuración a los acreedores que no están dispuestos si se cumplen ciertos obstáculos legales. La aerolínea planea emitir US$ 800 millones de acciones ordinarias y reanudar la negociación en Santiago con recibos de depósito estadounidenses, o ADRs, en Nueva York, dijo Roberto Alvo. Los accionistas existentes tendrán la primera oportunidad de comprar las nuevas acciones, un hecho inusual en la bancarrota de los Estados Unidos, que generalmente ve a los accionistas eliminados por completo. Pero las regulaciones chilenas otorgan a los accionistas derechos sobre las nuevas acciones vendidas por sus compañías.

Reestructuración accionaria

Un grupo de acreedores que Latam Airlines debe miles de millones de Dólares ha acordado comprar cualquier acción nueva que no haya sido comprada por los accionistas existentes. Además de Sixth Street, Sculptor y SVPGlobal, ese grupo acreedor incluía a Monarch Alternative Capital y Silver Point Capital a partir del 27 de octubre, según documentos judiciales. Crucialmente, el plan requiere la emisión de tres clases de notas que se pueden convertir en acciones. De acuerdo con la ley chilena, los accionistas actuales también tendrán derecho a comprarlos, pero su estructura los hace más atractivos para los acreedores y accionistas que apoyan el plan, dijo Roberto Alvo. Los acreedores de bajo rango pueden intercambiar sus reclamos por una clase de notas, mientras que las otras están diseñadas para las partes interesadas que ya han acordado apoyar el plan o están contribuyendo con efectivo fresco a Latam Airlines. En total, los accionistas existentes de la aerolínea podrían terminar con cerca del 30 por ciento del capital de la aerolínea, y el resto terminaría en manos de los acreedores. Además, Latam Airlines asumirá US$ 2.750 millones de nueva deuda, que se recaudará a través del mercado de bonos o préstamos a plazo, junto con una línea de crédito, que se utilizará en parte para pagar a los acreedores actuales. En general, el plan reducirá la deuda de Latam a alrededor de US$ 7 mil millones de alrededor de US$ 11 mil millones al comienzo de la bancarrota.

La aerolínea brasileña rival Azul Linhas Aéreas SA, fundada por David Neeleman, quien también inició JetBlue Airways, hizo una oferta para comprar las operaciones de Latam. Latam consideró la propuesta de Azul, pero Roberto Alvo dijo que carecía de especificidad. «Era una propuesta hipotética e imposible de presentar. Consideramos sus méritos. Es insuficiente», dijo Roberto Alvo, sin dar detalles. Azul Linhas Aéreas ha estado trabajando con un grupo más pequeño de acreedores en un plan alternativo de salida de bancarrota, según una persona con conocimiento directo de la propuesta que pidió el anonimato porque los detalles son confidenciales. La propuesta resultaría en la formación de una nueva compañía propiedad de los acreedores de Latam y los accionistas de Azul. La combinación de dos de los operadores más grandes en el mercado interno brasileño crearía una empresa más eficiente y reduciría los costos operativos. Pero bajo las reglas de bancarrota de Estados Unidos, debido a que Latam Airlines presentó su plan dentro de un plazo especificado por la Corte de Nueva York Distrito Sur, la capacidad de Azul y otros acreedores para presentar sus propios planes se ve severamente restringida. Latam Airlines tiene el derecho exclusivo de presentar una propuesta de reestructuración hasta que se termine ese derecho.

Latam utilizó el Capítulo 11 para recortar su flota, renegociar los arrendamientos de aeronaves y reducir otros costos, incluida la reducción de su fuerza laboral a alrededor de 29.000 de 43.000 anteriormente. La compañía ha visto repuntar los viajes nacionales en mercados clave, como Brasil, Colombia y Chile, pero no alcanzará los niveles de demanda previos a la pandemia hasta 2024, dijo Alvo. Surgirá en un mercado de viajes latinoamericano al revés por la pandemia, con algunas de las aerolíneas más grandes, incluidas Avianca Holdings SA de Colombia y Grupo Aeroméxico, obligadas a la bancarrota.

Roberto Alvo dijo que Latam Airlines ha reducido los costos operativos para permitirle competir con las aerolíneas de ultra bajo costo y se encuentra en las etapas finales de recibir la aprobación regulatoria para una empresa conjunta con Delta que impulsará sus opciones de vuelos internacionales. «Toda la industria y la compañía se han puesto de rodillas por el imprevisto del impacto del Covid-19. Hoy, nuestra posición en todos los países donde tenemos operaciones es igual o mejor que la que teníamos antes de entrar en la pandemia», expresa Roberto Alvo, CEO de Latam Airlines.

Latam formalizes creditors agreement

Latam Airlines formalizes agreement for debt restructuring

AW-New York Southern District Court

Latam Airlines Group SA has reached an agreement with key stakeholders that paves the way for the Chilean airline to reduce debt and exit bankruptcy under new ownership. Latin America’s largest airline plans to raise about US$ 5 billion by issuing shares and convertible notes to current shareholders and creditors as it emerges from Chapter 11 bankruptcy, according to court documents. Ultimately, the deal allows a group of creditors, led by Sixth Street Partners, Sculptor Capital and SVPGlobal, to take control of the company. It will also allow Santiago de Chile-based Latam to reduce its debt burden by around US$ 4 billion upon exiting the process, which could come as early as mid-2022 if approved by a judge and shareholders. . Delta Air Lines Inc, Qatar Airways and the Chilean Cueto family, which together owned most of the company involved in the reorganization, have agreed to support the plan, helping to smooth out the thorny Chilean legal problems that have been pending. of the negotiations. Creditors and shareholders «joined forces to provide more than US$ 5 billion of fresh capital for Latam to support and carry out the restructuring. The plan and the agreement provide the basis for a very strong and solid future for Latam», said Roberto Alvo, Executive Director of Latam Airlines, in an interview.

The deal marks a victory for Latam Airlines, which declared bankruptcy in 2020 as Covid-19 blockades hampered international travel. If the company had not been able to present a restructuring plan by Friday, it risked losing control of its bankruptcy exit strategy. Rival operator Azul SA had said to buy Latam Airlines Group pursuing the opportunity to block the interests of a bankruptcy agreement to negotiate with creditors to acquire the Chilean-Brazilian company.

For Latam Airlines, the plan is an important step towards exiting bankruptcy. Creditors who are unhappy with the deal can still try to block it, but bankruptcy rules in the United States allow a company to force a restructuring deal on creditors who are unwilling if certain legal hurdles are met. The airline plans to issue US$ 800 million of common shares and resume trading in Santiago with US depository receipts, or ADRs, in New York, Roberto Alvo said. Existing shareholders will get their first chance to buy the new shares, an unusual occurrence in bankruptcy in the United States, which generally sees shareholders wiped out entirely. But Chilean regulations give shareholders rights to the new shares sold by their companies.

Share restructuring

AW-Latam_A320200CEO001

Latam Airlines_Isologotype

A group of creditors that Latam Airlines owes billions of Dollars has agreed to buy any new shares that have not been bought by existing shareholders. In addition to Sixth Street, Sculptor and SVPGlobal, that creditor group included Monarch Alternative Capital and Silver Point Capital as of Oct. 27, according to court documents. Crucially, the plan requires the issuance of three classes of notes that can be converted into shares. Under Chilean law, current shareholders will also have the right to buy them, but their structure makes them more attractive to creditors and shareholders who support the plan, Roberto Alvo said. Low-ranking creditors can trade their claims for one class of notes, while the others are designed for stakeholders who have already agreed to support the plan or are contributing fresh cash to Latam Airlines. In total, the airline’s existing shareholders could end up with about 30 percent of the airline’s equity, with the rest ending up in the hands of creditors.

In addition, Latam Airlines will assume US$ 2.75 billion of new debt, which will be raised through the bond or term loan market, along with a line of credit, which will be used in part to pay current creditors. Overall, the plan will reduce Latam’s debt to around US$ 7 billion from around US$ 11 billion at the start of bankruptcy.

Rival Brazilian airline Azul Linhas Aéreas SA, founded by David Neeleman, who also started JetBlue Airways, made an offer to buy Latam’s operations. Latam considered Azul’s proposal, but Roberto Alvo said it lacked specificity. «It was a hypothetical proposal and impossible to present. We consider its merits. It is insufficient,» said Roberto Alvo, without giving details. Azul Linhas Aéreas has been working with a smaller group of creditors on an alternative bankruptcy exit plan, according to a person with direct knowledge of the proposal who requested anonymity because the details are confidential. The proposal would result in the formation of a new company owned by Latam creditors and Azul shareholders. The combination of two of the largest operators in the Brazilian domestic market would create a more efficient company and reduce operating costs. But under US bankruptcy rules, because Latam Airlines submitted its plan within a timeframe specified by the New York Southern District Court, the ability of Azul and other creditors to submit their own plans is severely restricted. Latam Airlines has the exclusive right to submit a restructuring proposal until that right is terminated.

Latam used Chapter 11 to cut its fleet, renegotiate aircraft leases and cut other costs, including reducing its workforce to around 29,000 from 43,000 previously. The company has seen domestic travel pick up in key markets such as Brazil, Colombia and Chile, but will not reach pre-pandemic demand levels until 2024, Alvo said. It will emerge in a Latin American travel market turned upside down by the pandemic, with some of the largest airlines, including Colombia’s Avianca Holdings SA and Grupo Aeroméxico, forced into bankruptcy.

Roberto Alvo said that Latam Airlines has reduced operating costs to allow it to compete with ultra-low-cost airlines and is in the final stages of receiving regulatory approval for a joint venture with Delta that will boost its international flight options. «The entire industry and the company have dropped to their knees due to the unforeseen impact of Covid-19. Today, our position in all the countries where we have operations is equal to or better than what we had before entering the pandemic», he says Roberto Alvo, CEO of Latam Airlines.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Latam.com / Nysd.uscourts.gov / Airgways.com
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Cepo argentino a viajes exterior

AW | 2021 11 27 23:17 | AIR TRAFFIC / GOVERNMENT

Argentina restringe uso de tarjeta de crédito

El Banco Central de la República Argentina (BCRA) restringió a partir de este Viernes 26 de Noviembre de 2021 la financiación a la compra de boletos aéreos a otros países y servicios turísticos en el exterior mediante tarjetas de crédito, una medida que se suma a otras orientadas a evitar una mayor caída de las reservas monetarias y que ha sido repudiada por agencias de viajes y líneas aéreas. Desde este Viernes 26/11 los argentinos no podrán comprar pasajes aéreos en cuotas, una polémica medida que busca disminuir la salida de Dólares del país y que podría afectar la llegada de turistas internacionales.

La resolución tomada por el Banco Central veda la posibilidad de que las compras con tarjetas de crédito de pasajes aéreos y servicios turísticos en el exterior se hagan en cuotas, una medida que en la práctica desalienta los viajes al exterior ya que muchos no tienen posibilidad de hacer ese gasto en un solo pago con tarjeta o en efectivo. La disposición establece que las entidades financieras y no financieras emisoras de tarjetas de crédito no deberán financiar en cuotas las compras efectuadas mediante tarjetas de crédito de sus clientes de pasajes al exterior y demás servicios turísticos en el exterior, como alojamiento o alquiler de autos, sea realizadas en forma directa o a través de agencia de viajes o plataformas web. La medida, que sorprendió al sector turístico, rige desde este Viernes 26/11, cuando muchas agencias de viajes, líneas aéreas y plataformas de venta de boletos y paquetes turísticos se disponían a lanzar fuertes ofertas en el marco del «Black Friday», un día de promociones en línea que muchos consumidores aprovechan para adquirir servicios de cara a las próximas vacaciones estivales en Argentina.

La resolución adoptada por el Banco Central se suma a otras medidas que restringen o desalientan el acceso a Dólares estadounidenses por parte de ciudadanos y empresas, sea para ahorro, viajes, importaciones o cancelación de dudas y giros de divisas al exterior. Estas restricciones buscan contener la salida de reservas monetarias del Banco Central.

Según datos de la autoridad monetaria, las reservas internacionales del Banco Central cerraron este Jueves 25/11 en US$ 42.237 millones de Dólares, pero consultores privados calculan que las reservas netas en realidad rondan los US$ 4.400 millones de Dólares y las liquidas se ubican cerca de los US$ 700 millones de Dólares, limitando las posibilidades de la entidad para intervenir en el mercado cambiario oficial con el objetivo de sostener el tipo de cambio. La salida de divisas de Argentina por la vía de los viajes al exterior fue en 2019, antes de la irrupción de la pandemia, de US$ 4.585 millones de Dólares, según datos del Instituto Nacional de Estadísticas y Censos.

Repudio generalizado

En un comunicado, la Federación Argentina de Asociaciones de Empresas de Viajes y Turismo repudió la nueva reglamentación que, advirtió, impacta directamente sobre el sector, golpeando especialmente a las agencias más pequeñas. La entidad, que representa a cerca de 5.000 agencias de viajes, aseveró que la medida intempestiva e inédita constituye un ataque sobre los consumidores de viajes y las empresas, que en su gran mayoría son pequeñas y medianas que aún no han podido recuperarse de las consecuencias económicas de la pandemia. Por su parte, la Cámara de Líneas Aéreas en Argentina (JURCA) manifestó en un comunicado su desconcierto, preocupación y repudio por la medida del Banco Central. «Si no hay pasajero emisivo la ecuación no funciona solo con receptivo. Simplemente no se sostiene una operación donde no exista un cierto equilibrio entre estos. Si había intención de atraer turismo o mejorar conectividad para atraer divisas, sin duda éste no es el camino», sostuvo Felipe Baravalle, Director Ejecutivo de JURCA, cámara que reúne veintena de líneas aéreas extranjeras que operan en Argentina.

Las medidas alcanzadas por el Gobierno de Argentina representan un verdadero cepo a los viajes que coartan la libertad de las personas invocando el Artículo 14 de la Constitución Nacional donde expresa: «Nadie podrá ser privado de la libertad o de sus propiedades, posesiones o derechos», que han sido establecidos dignamente.

El Ministro de Desarrollo de Argentina, Matías Kulfas, defendió la polémica medida. “La gente que viaja al exterior no es pobre, seamos claros, y la clase media tiene muchas opciones dentro del país para el verano. Quien se quiera ir al exterior que lo haga, pero que se lo pague”. Una explicación retrógrada y anticonstitucional, impresentable por donde se analice. El presente Gobierno de turno continúa sin comprender la verdadera herramienta de la política, que es una forma eficaz para solucionar los problemas de todos los argentinos, no un cepo a las libertades de los ciudadanos.

Argentine stocks to foreign travel

Argentina restricts credit card use

As of this Friday, November 26, 2021, the Central Bank of Republic of Argentina (BCRA) restricted the financing of the purchase of air tickets to other countries and tourist services abroad through credit cards, a measure that is added to others aimed at avoiding a greater fall in monetary reserves and that has been repudiated by travel agencies and airlines. From this Friday, 11/26, Argentines will not be able to buy air tickets in installments, a controversial measure that seeks to reduce the departure of dollars from the country and that could affect the arrival of international tourists.

The resolution taken by the Central Bank prohibits the possibility that purchases with credit cards of air tickets and tourist services abroad are made in installments, a measure that in practice discourages travel abroad since many do not have the possibility of make that expense in a single card or cash payment. The provision establishes that financial and non-financial entities issuing credit cards should not finance in installments the purchases made by means of credit cards of their clients of passages abroad and other tourist services abroad, such as accommodation or car rental, be it made directly or through a travel agency or web platforms. The measure, which surprised the tourism sector, has been in force since this Friday, 11/26, when many travel agencies, airlines and platforms for the sale of tickets and tourist packages were preparing to launch strong offers within the framework of «Black Friday», a day of online promotions that many consumers take advantage of to acquire services for the next summer holidays in Argentina.

The resolution adopted by the Central Bank joins other measures that restrict or discourage access to US dollars by citizens and companies, whether for savings, travel, imports or cancellation of doubts and foreign currency transfers abroad. These restrictions seek to contain the outflow of monetary reserves from the Central Bank.

According to data from the monetary authority, the Central Bank’s international reserves closed this Thursday, 11/25 at US$ 42,237 million, but private consultants calculate that net reserves are actually around US$ 4,400 million and the liquid ones are located close to US$ 700 million, limiting the entity’s possibilities to intervene in the official exchange market in order to sustain the exchange rate. The outflow of foreign currency from Argentina through travel abroad was in 2019, before the outbreak of the pandemic, of US$ 4,585 million dollars, according to data from the National Institute of Statistics and Censuses.

Widespread repudiation

In a statement, the Argentine Federation of Travel and Tourism Business Associations repudiated the new regulation that, it warned, has a direct impact on the sector, especially hitting smaller agencies. The entity, which represents nearly 5,000 travel agencies, asserted that the untimely and unprecedented measure constitutes an attack on travel consumers and companies, the vast majority of which are small and medium-sized companies that have not yet been able to recover from the consequences. economic consequences of the pandemic. For its part, the Chamber of Air Lines in Argentina (JURCA) expressed in a statement its confusion, concern and rejection by the Central Bank measure. «If there is no emissive passenger, the equation does not work only with receptive. It simply does not sustain an operation where there is not a certain balance between these. If there was an intention to attract tourism or improve connectivity to attract foreign currency, without a doubt this is not the way», said Felipe Baravalle, Executive Director of JURCA, a chamber that brings together twenty foreign airlines operating in Argentina.

The measures reached by the Government of Argentina represent a true trap for trips that restrict the freedom of people invoking Article 14 of the National Constitution where it states: «No one may be deprived of liberty or of their properties, possessions or rights», which have been established with dignity.

Argentina’s Development Minister, Matías Kulfas, defended the controversial measure. “People who travel abroad are not poor, let’s be clear, and the middle class has many options within the country for the summer. Whoever wants to go abroad, do it, but pay it”. A retrograde and unconstitutional explanation, unpresentable wherever it is analyzed. The current government of the day continues without understanding the true tool of politics, which is an effective way to solve the problems of all Argentines, not a trap for the freedoms of citizens.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Jurca.org.ar / Argentina.gob.ar / Bcra.gov.ar / Airgways.com
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Latam plan reestructuración

AW | 2021 11 27 11:28 | AIRLINES / GOVERNMENT

Latam Airlines presenta plan reestructuración 27/11

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La aerolínea Latam Airlines Group SA dijo el Viernes 27/11 que presentó un plan de reorganización, proponiendo una inyección de capital de US$ 8.190 millones de Dólares en el grupo, en un intento por salir de su bancarrota del Capítulo 11. La propuesta de financiamiento incluirá una combinación de nuevo capital, notas convertibles y deuda, dijo el grupo en un comunicado, y agregó que tiene la intención de lanzar una oferta de derechos de capital de US$ 800 millones a los accionistas, una vez que se confirme el plan. «Si bien nuestro proceso aún no ha terminado, hemos alcanzado un hito crítico en el camino hacia un futuro financiero más fuerte», dijo Roberto Alvo, Director Ejecutivo de la aerolínea más grande de América Latina.

Recientemente, Latam Airlines dijo que recibió varias ofertas para financiar la salida de la bancarrota del Capítulo 11, cada una de las cuales tiene un valor de más de US$ 5 mil millones. El grupo solicitó la protección por bancarrota del Capítulo 11 en Nueva York en mayo de 2020 cuando los viajes mundiales se detuvieron en medio de la pandemia de COVID-19. Al salir del Capítulo 11, Latam espera tener una deuda total de alrededor de US$ 7.260 millones de Dólares y una liquidez de unos US$ 2.670 millones de Dólares, dijo la compañía en el comunicado.

La compañía con sede en Santiago reportó pérdidas de unos US$ 692 millones de Dólares en el tercer trimestre, ya que la compañía endeudada aún luchaba contra los desafíos de la pandemia. El plan de reestructuración va acompañado de un acuerdo de apoyo con el grupo acreedor Matriz Ad Hoc Group y algunos accionistas de Latam Airlines Group.

Latam restructuring plan

Latam Airlines presents restructuring plan 11/27

AW-Latam Airlines Group

The airline Latam Airlines Group SA said on Friday 11/27 that it presented a reorganization plan, proposing a capital injection of US$ 8.19 billion into the group, in an attempt to emerge from its Chapter 11 bankruptcy. The financing will include a combination of new equity, convertible notes and debt, the group said in a statement, adding that it intends to launch a US$ 800 million equity rights offer to shareholders once the plan is confirmed. «While our process is not over yet, we have reached a critical milestone on the road to a stronger financial future», said Roberto Alvo, CEO of Latin America’s largest airline.

Recently, Latam Airlines said it received several offers to finance its exit from Chapter 11 bankruptcy, each of which is worth more than US$ 5 billion. The group filed for Chapter 11 bankruptcy protection in New York in May 2020 when world travel came to a halt amid the COVID-19 pandemic. Upon exiting Chapter 11, Latam expects to have total debt of around US$ 7.26 billion and liquidity of about US$ 2.67 billion, the company said in the statement.

The Santiago-based company reported losses of about US$ 692 million in the third quarter, as the indebted company still struggled with the challenges of the pandemic. The restructuring plan is accompanied by a support agreement with the parent creditor group Ad Hoc Group and some shareholders of Latam Airlines Group.

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DBk: Latam.com / Airgways.com
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Commité Transporte supervisión 787

AW | 2021 11 26 22:03 | AVIATION SAFETY / GOVERNMENT

Cámara de Representantes solicita a DOT supervisión FAA Boeing 787

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El Presidente del Comité de Transporte e Infraestructura de la Cámara de Representantes de Estados Unidos, Peter DeFazio (D-OR), el miembro de Mayor Rango Sam Graves (R-MO), el Presidente del Subcomité de Aviación Rick Larsen (D-WA) y el miembro de rango del Subcomité Garret Graves (R-LA) solicitaron a la Oficina del Inspector General (OIG) del Departamento de Transporte (DOT) de los Estados Unidos que realizara una revisión de la supervisión por parte de la Federal Aviation Administration (FAA) de la fabricación y producción del Boeing 787.

Los Miembros destacaron varias preocupaciones en su carta: «En Octubre de 2020, Boeing detuvo la entrega de nuevos 787 a los clientes durante varios meses debido a problemas de producción. Durante 2021, Boeing reinició las entregas en marzo, pero Boeing identificó problemas de producción adicionales y detuvo las entregas en mayo. La producción se detuvo nuevamente en Julio, y las entregas actualmente permanecen en pausa».

Los Miembros concluyeron solicitando a la OIG que evaluara si el programa de inspección existente de la FAA es suficiente para identificar problemas de producción, incluyendo si la FAA tiene suficientes inspectores, si la FAA realiza suficientes inspecciones y si la FAA tiene procesos apropiados para identificar problemas de producción. También pidieron a la OIG que revise y evalúe la efectividad de las acciones de la FAA para resolver los problemas de producción del 787.

Transportation Supervision Committee 787

House of Representatives requests DOT oversight FAA Boeing 787

The Chairman of the Transportation and Infrastructure Committee of the United States House of Representatives, Peter DeFazio (D-OR), Senior Member Sam Graves (R-MO), the Chairman of the Aviation Subcommittee Rick Larsen (D-WA ) and rank member Garret Graves (R-LA) Subcommittee requested the Office of the Inspector General (OIG) of the United States Department of Transportation (DOT) to conduct a review of oversight by the Federal Aviation Administration (FAA) of the manufacture and production of the Boeing 787.

Members highlighted several concerns in their letter: «In October 2020, Boeing halted delivery of new 787s to customers for several months due to production problems. During 2021, Boeing restarted deliveries in March, but Boeing identified production problems. additional and halted deliveries in May. Production was halted again in July, and deliveries are currently on hold».

Members concluded by requesting the OIG to assess whether the FAA’s existing inspection program is sufficient to identify production problems, including whether the FAA has enough inspectors, whether the FAA conducts enough inspections, and whether the FAA has appropriate processes to identify problems. of production. They also asked the OIG to review and assess the effectiveness of the FAA’s actions in resolving the 787 production issues.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Transportation.hous.gov / Faa.gov / Brandon Farris / Airgways.com
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Startup Ukrainian National Airlines

AW | 2021 11 26 16:16 | AIRLINES / GOVERNMENT / INDUSTRY

Ucrania y Airbus firman MoU para crear Ukrainian National Airlines

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El Presidente de Ucrania, Volodymyr Zelensky, ha declarado que su país se está preparando para establecer una aerolínea nacional, Ukrainian National Airlines (UNA). El Ministerio de Infraestructura de Ucrania ha firmado un memorando de entendimiento (MoU) con Airbus Group sobre la intención de cooperar en el establecimiento de una aerolínea nacional en Ucrania. Según los informes, Volodymyr Zelensky dijo en un simposio en el Aeropuerto Internacional de Boryspil que el gobierno está dispuesto a invertir en la flota aérea del país, otorgar pedidos a fabricantes ucranianos y atraer a socios extranjeros a proyectos conjuntos de construcción de aviones. Según el presidente, el establecimiento de una aerolínea nacional ayudará a Ucrania a expandir el tráfico aéreo de pasajeros y mejorar la imagen de la industria de la aviación del país.

El Ministerio de Infraestructura de Ucrania y el fabricante de aviones Airbus firmaron un contrato de cooperación durante el evento, allanando el camino para que Kiev arriende o compre 22 aviones. El primer ministro Denys Shmyhal, quien también habló en la cumbre, declaró que su gobierno tiene la intención de invertir US$ 1.3 mil millones en el desarrollo del sector aeronáutico de Ucrania entre 2021 y 2030. El brote de Covid-19 causó estragos en la industria de la aviación de Ucrania. En 2020, las aerolíneas del país sirvieron a 4,8 millones de pasajeros, una disminución del 65 por ciento con respecto al año anterior.

Startup Ukrainian National Airlines

Ukraine and Airbus sign MoU to create Ukrainian National Airlines

Ukraine’s President Volodymyr Zelensky has stated that his country is preparing to establish a national airline, Ukrainian National Airlines (UNA). The Infrastructure Ministry of Ukraine has signed a memorandum of understanding (MoU) with Airbus Group on the intention to cooperate in the establishment of a national airline in Ukraine. Volodymyr Zelensky reportedly told a symposium at Boryspil International Airport that the government is willing to invest in the country’s air fleet, place orders from Ukrainian manufacturers and attract foreign partners to joint aircraft construction projects. According to the president, the establishment of a national airline will help Ukraine expand passenger air traffic and improve the image of the country’s aviation industry.

Ukraine’s Ministry of Infrastructure and aircraft manufacturer Airbus signed a cooperation contract during the event, paving the way for Kiev to lease or purchase 22 aircraft. Prime Minister Denys Shmyhal, who also spoke at the summit, stated that his government intends to invest US$ 1.3 billion in developing Ukraine’s aeronautical sector between 2021 and 2030. The Covid-19 outbreak wreaked havoc on the Ukrainian aviation industry. In 2020, the country’s airlines served 4.8 million passengers, a 65 percent decrease from the previous year.

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Gov.ua / Airbus.com / Airgways.com
AW-POST: 202111261616AR

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Rechazan traba comercial en Argentina

AW | 2021 11 26 07:30 | AIRLINES MARKET / GOVERNMENT

Argentina prohíbe vender servicios turísticos cuotas sin intereses
Sobreprecio de pasajes alcanza a 117%

Argentina vive en el «reino del revés» ante la publicación por parte del Gobierno de Argentina de ventas en cuotas de pasajes aéreos. “Desde la Cámara de Líneas Aéreas en Argentina (JURCA) queremos manifestar nuestro desconcierto, preocupación y repudio por las medidas informadas por el BCRA (Comunicación “A” 7407) mediante la cual informan que las entidades financieras y no financieras emisoras de tarjetas de crédito no deberán financiar en cuotas las compras efectuadas mediante tarjetas de crédito de sus clientes –personas humanas y jurídicas– de pasajes al exterior y demás servicios turísticos en el exterior. Repudio de la Cámara de Líneas Aéreas en Argentina por la prohibición de financiamiento emitida por el Banco Central de la República Argentina. Debemos tener presente que sobre el valor de la tarifa (de los pasajes aéreos) hoy se aplica el 30% del Impuesto PAIS, 35% de Percepción + 7% de DNT (Imp. de Turismo) + 45% de Financiación= 117% sobre el valor de la tarifa”, puntualizan, acusando un impacto negativo, directo e inmediato en el comunicado de la Cámara de Líneas Aéreas de Argentina (JURCA) emitido en la noche de este Jueves 25/11.

La Cámara estaba negociando con el Gobierno la habilitación de más frecuencias, que siguen estando limitadas, y la programación a partir del 1 de Enero de 2022, que está pendiente y, según JURCA, los pasajeros que quisieran venir a Argentina aún no tienen asegurado su eventual regreso a partir de esta última fecha.

“Si había intención de atraer turismo o mejorar conectividad para atraer divisas, sin duda este no es el camino. A días de la Feria Internacional de Turismo en Argentina a partir del 4 de Diciembre de 2021 nos preguntamos qué se puede planificar en un contexto como este. Cómo pueden explicar a las casas matrices porque otros países se abren y aquí nos seguimos aislando día tras día”, expresan las aerolíneas.

Comunicado a aéreas

«Nada de esto fue consultado ni anticipado como posible con nuestra industria. Tan solo hace días, desde JURCA habíamos pedido reunirnos con el Ministro de Turismo, Matías Lammens, y el Jefe de Gabinete Juan Mansur, para que se levantaran las actuales restricciones para permitir programar nuevas frecuencias. Es lamentable que habiendo pasado más de un año de pandemia, dónde la industria ha pedido reuniones y mesas de trabajo con las autoridades, incluso Jefatura de Gabinete, no se escuche a este sector que directa e indirectamente genera miles de puestos de trabajo y sostiene a familias argentinas cuyos ingresos provienen del mismo. Las restricciones de operación aún persisten limitando los arribos cada media hora hasta el 31 de Diciembre y seguimos sin tener vuelos aprobados a partir del próximo 1 de Enero de 2022 por lo que los pasajeros que quisieran venir aún no tienen asegurado su eventual regreso a partir de esta última fecha. Sin duda los planes de crecimiento, incrementar frecuencias y traer turistas y divisas al país, recibirán un impacto negativo directo e inmediato. Menos vuelos significaría menos turismo y menos turismo resultará en menos vuelos domésticos. Medidas de estas características lesionan a todas las actividades conexas al transporte aéreo internacional como Aeropuertos, Agencias y Operadores turísticos, empresas de Rampa, etcétera. Esto es un nuevo golpe a nuestra industria, la cual aún está en etapa de recuperación de la peor crisis de su historia. Sólo en nuestro país, en los últimos tiempos debemos tener presente que sobre el valor de la tarifa hoy se aplica el 30% del Impuesto PAIS, 35% de Percepción + 7% de DNT (Imp. de Turismo) + 45% de Financiación= 117% sobre el valor de la tarifa. Si no hay pasajero emisivo la ecuación no funciona solo con receptivo. Simplemente, no se sostiene una operación donde no exista un cierto equilibrio entre estos”.

Aerolíneas Argentinas aclaró que “no coincide con el comunicado de JURCA y no está en contra de esta medida del Gobierno”.

Reject commercial bar in Argentina

Prohibits sale tourist services in installments without interest
Ticket surcharge reaches 117%

Argentina lives in the «kingdom of the reverse» before the publication by the Government of Argentina of sales in air tickets. “From the Chamber of Air Lines in Argentina (JURCA) we want to express our bewilderment, concern and repudiation of the measures reported by the BCRA (Communication“ A ”7407) through which they report that financial and non-financial entities that issue credit cards They must not finance in installments purchases made by credit cards of their clients human and legal persons of tickets abroad and other tourist services abroad. Repudiation of the Chamber of Air Lines in Argentina for the prohibition of financing issued by the Central Bank of the Argentine Republic. We must bear in mind that 30% of the PAIS Tax, 35% of Perception + 7% of DNT (Tourism Tax) + 45% of Financing= 117% on the value of the fare”, they point out, accusing a negative, direct and immediate impact in the statement issued by the Chamber of Air Lines of Argentina (JURCA) issued on the night of this Thursday 11/25.

The Chamber was negotiating with the Government the authorization of more frequencies, which are still limited, and the programming as of January 1, 2022, which is pending and, according to JURCA, passengers who would like to come to Argentina have not yet insured their eventual return from this last date.

“If there was an intention to attract tourism or improve connectivity to attract foreign exchange, this is certainly not the way. A few days before the International Tourism Fair in Argentina from December 4, 2021, we wonder what can be planned in a context like this. How can they explain to the parent companies why other countries are opening up and here we continue to isolate ourselves day after day”, express the airlines.

Communicated to airlines

«None of this was consulted or anticipated as possible with our industry. Just days ago, from JURCA we had asked to meet with the Minister of Tourism, Matías Lammens, and the Chief of Cabinet Juan Mansur, so that the current restrictions were lifted to allow program new frequencies It is unfortunate that after more than a year of pandemic has passed, where the industry has requested meetings and work tables with the authorities, including the Chief of Cabinet, this sector is not listened to, which directly and indirectly generates thousands of jobs. work and supports Argentine families whose income comes from it. Operating restrictions still persist limiting arrivals every half hour until December 31 and we still do not have approved flights as of January 1, 2022, so passengers who would like to come have not yet assured their eventual return from this last date. Without a doubt the growth plans, increase frecu gums and bring tourists and foreign currency to the country, will receive a direct and immediate negative impact. Fewer flights would mean less tourism and less tourism will result in fewer domestic flights. Measures of these characteristics injure all activities related to international air transport such as Airports, Agencies and Tour Operators, Ramp companies, etc. This is a new blow to our industry, which is still in the recovery stage from the worst crisis in its history. Only in our country, in recent times we must bear in mind that 30% of the PAIS Tax is applied today, 35% of Perception + 7% of DNT (Tourism Tax) + 45% of Financing= 117% on the value of the rate. If there is no emissive passenger, the equation does not work only with receptive. Simply, an operation is not sustained where there is not a certain balance between them”.

Aerolineas Argentinas clarified that «it does not coincide with the JURCA statement and is not against this government measure».

PUBLISHER: Airgways.com
DBk: Jurca.org.ar / Argentina.gob.ar / Airgways.com
AW-POST: 202111260730AR

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