Recesión en transporte aéreo de Brasil

Aeroporto Congonhas

AW | 2016 06 03 17:45 | AIRLINES

El transporte aéreo de Brasil está atravesando  su segundo año consecutivo de recesión y escasos márgenes de liquidez

El Azul Linhas Aéreas Brasileiras, la tercera mayor empresa del sector en Brasil en número de pasajeros,  aún pretenden reducir la capacidad aérea en la menor demanda de viajes aéreos en cuatro años.

La aerolínea tiene espacio para eliminar ocho aviones, además de los 20 que da de baja desde noviembre pasado, dijo el presidente de la compañía, Antonoaldo Neves en una entrevista. Además, el Grupo HNA de China, el mayor accionista de Azul, accedió a quedarse con dos Airbus A350 cuya entrega estaba prevista para el 2018, dijo Neves.

Aéreas como Latam Airlines y Gol Linhas Aéreas Inteligentes han reducido su capacidad en Brasil en medio de dos años de recesión en la mayor economía de América Latina. La demanda de transporte aéreo ha alcanzado el nivel más bajo desde 2012 después de caer por noveno mes consecutivo en abril, según la Asociación Brasileña de la aerolínea, el Abear.

La flota actual de Azul Linhas Aéreas es de 123 aviones. Desde noviembre, 17 aviones fueron enviados a la portuguesa TAP, en el que Azul es un accionista minoritario. Entre ellos se encontraba un Airbus A330, seis aviones de turbohélice ATR 72-600 y 11 Embraer 190. «La industria de hoy en día no es saludable. La industria está enferma. Se está disminuyendo en tamaño y no sólo a causa de la crisis. Es que alcanza un umbral de rentabilidad», dijo Neves, en la sede de Azul en Barueri, Sao Paulo.

Además, Azul regresó tres aviones a los arrendadores después del final de los contratos de arrendamiento financiero (leasing). La empresa recibirá dos aviones Airbus A320neo este año, dos aviones A350 del próximo año y otro A350 en 2018. «Además de la reanudación del crecimiento, se necesitan cambios en la regulación para el retorno de la inversión», dijo Neves.

Gol Linhas Aéreas está reduciendo su flota de 25 Boeing 737. Latam Airlines busca reducir sus activos por $ 2 mil millones a $ 3 mil millones 2018 mediante la reducción de los compromisos de entregas de aviones, la venta de parte de su flota y no renovar algunos alquileres, de acuerdo con un comunicado de la compañía que no reveló cuántos aviones podrían ser eliminados de la flota.

Carga para el equipaje

La Agencia Nacional de Aviación Civil, ANAC, ha colocado en los cambios para permitir que las compañías aéreas que cobren por pieza de equipaje y aumentar la asignación de equipaje de mano. El sector regulador también propuso eximir a las compañías aéreas de toda responsabilidad en el caso de vuelos cancelados por razones no relacionadas con ellas, ya que las condiciones meteorológicas adversas son uno de los motivos frecuentes.

Aunque los grupos de protección de los derechos del consumidor se han pronunciado en contra de los cambios, Neves dijo que los pasajeros se beneficiarán porque van a pagar sólo por los servicios que desean. «Hay una parte reglamentaria todo relacionada con el derecho de los consumidores que realmente es una pena para el consumidor, quien quiere pagar más barato no puede porque está pagando por los otros», dijo. AIRGWAYS ® Icon-AW

Recessão transporte aéreo no Brasil

Transporte aéreo no Brasil está passando por seu segundo ano consecutivo de recessão e margens de liquidez escassos

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, terceira maior empresa do setor no Brasil em número de passageiros, continua buscando reduzir capacidade diante da mais baixa demanda por viagens aéreas em quatro anos.

A empresa aérea tem espaço para eliminar mais oito aviões além dos 20 que cortou desde novembro passado, disse o presidente da empresa, Antonoaldo Neves, em entrevista. Além disso, a chinesa HNA Group, maior acionista da Azul, concordou em ficar com dois Airbus A350 cuja entrega estava prevista para 2018, disse Neves.

Empresas áreas como a Latam Airlines e a Gol Linhas Aéreas Inteligentes vêm reduzindo sua capacidade no Brasil em meio a dois anos de recessão na maior economia da América Latina. A demanda por viagens aéreas atingiu o menor patamar desde 2012 após cair pelo nono mês consecutivo em abril, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, a Abear.

«O setor hoje não está saudável. O setor está doente. Está diminuindo de tamanho e não é só por causa da crise. É que chegou num limite de rentabilidade», disse Neves, na sede da Azul, em Barueri, São Paulo.

Encolhimento das frotas

A frota atual da Azul Linhas Aéreas é de 123 aeronaves. Desde novembro, 17 aviões foram enviados à portuguesa TAP, na qual a Azul é acionista minoritária. Entre eles havia um Airbus A330, seis aviões turboélice ATR 72-600 e 11 jatos Embraer 190.

Além disso, a Azul devolveu três aviões a arrendadores após o fim dos contratos de leasing (aluguel). A empresa deverá receber dois jatos Airbus A320neo neste ano, dois aviões A350 no ano que vem e mais outro A350 em 2018. «Além da retomada do crescimento, são necessárias mudanças na regulamentação para que os investimentos voltem», disse Neves.

A Gol Linhas Aéreas está reduzindo sua frota em 25 aviões Boeing 737. A Latam procura diminuir seus ativos em US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões até 2018 reduzindo os compromissos de entregas de aeronaves, vendendo parte de sua frota e deixando de renovar alguns aluguéis, segundo comunicado da empresa de 11 de maio que não revelou quantos aviões poderiam ser eliminados da frota.

Cobrança por bagagem

A Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, colocou em consulta pública mudanças para permitir que as empresas aéreas cobrem por mala despachada e aumentem o limite de bagagem de mão. A reguladora do setor propôs também isentar as empresas aéreas de responsabilidade em caso de voos cancelados por motivos alheios a elas, como condições meteorológicas adversas.

Apesar de grupos de proteção dos direitos do consumidor terem se manifestado contra as mudanças, Neves disse que os passageiros se beneficiarão porque pagarão apenas pelos serviços que desejam.

«Tem toda uma parte regulamentar relacionada ao direito do consumidor que, na verdade, é uma penalidade ao consumidor porque quem quer pagar mais barato não pode porque está pagando pelos outros», disse ele. A\W

Recesion en el air transport Brazil

Air transport in Brazil is going through its second consecutive year of recession and scarce liquidity margins

Azul Linhas Aéreas Brasileiras, the third largest company in the sector in Brazil in number of passengers, still seeking to reduce capacity in the face of lower demand for air travel in four years.

The airline has room to eliminate eight aircraft in addition to the 20 who cut since last November, said the company’s president, Antonoaldo Neves in an interview. In addition, the Chinese HNA Group, the largest shareholder of Blue, agreed to stay with two Airbus A350s whose delivery was scheduled for 2018, Neves said. «In addition to the resumption of growth, changes are needed in the regulation for the investment return,» Neves said.

Business areas such as Latam Airlines and Gol Linhas Aereas Inteligentes have reduced its capacity in Brazil amid two years of recession in the largest economy in Latin America. Demand for air travel has reached the lowest level since 2012 after falling for the ninth consecutive month in April, according to the Brazilian Association of Airline, the Abear.

«The industry today is not healthy. The industry is sick. It is decreasing in size and not just because of the crisis. Is that reached a profitability threshold,» said Neves, Blue headquarters in Barueri, São Paulo.

Shrinking fleets
The current fleet of the company is 123 aircraft. Since November, 17 aircraft were sent to the Portuguese TAP, in which the Azul is a minority shareholder. Among them was an Airbus A330, six ATR 72-600 turboprop aircraft and 11 Embraer 190s.

In addition, the Blue returned three aircraft to lessors after the end of lease contracts (lease). The company will receive two Airbus A320neo jets this year, two A350 aircraft next year and another A350 in 2018.

Gol Linhas Aéreas is reducing its fleet of 25 Boeing 737. The Latam Airlines seeks to reduce its assets by $ 2 billion to $ 3 billion by 2018 by reducing commitments for aircraft deliveries, selling part of its fleet and failing to renew some rentals, according to a statement from the May 11 company did not disclose how many planes could be eliminated from the fleet.

Charging for luggage
The National Civil Aviation Agency, ANAC, placed in public consultation changes to allow airlines cover for checked bag and increase the hand baggage allowance. The regulatory sector also proposed exempting airlines from liability in case of flights canceled for reasons unrelated to them, as adverse weather conditions.

Although consumer rights protection groups have spoken out against the changes, Neves said passengers will benefit because they will pay only for the services they want.

«There’s a whole regulatory part related to consumer law that actually is a penalty to the consumer because who wants to pay less can not because you’re paying for the others,» he said. A\W

Ξ A I R G W A Y S Ξ
SOURCE: Bloomberg
DBk: Photographic © Leandro Luiz Pilch / Veja / Azul Airlines
AW-POST: 201606031745AR

Deja un comentario