Passaredo suma incertidumbre a futuro

AW | 2016 07 10 11:40 | AIRLINES

Ex-trabajadores de Passaredo reclaman por despidos

Los depósitos y las aprobaciones no estaban programadas después de los despidos en junio
El sindicato dice que está negociando con el aire; compañía anuncia fecha para el día 15

Después de dos semanas de la destitución, ex empleados de Passaredo Linhas Aéreas afirman que la compañía no ha realizado pagos de terminaciones y aprobaciones. Sin dinero, afirman que las cuentas están atrasadas y afirman que no existe ninguna comunicación de la empresa.

En un comunicado, Passaredo informó que los trabajadores despedidos serán informados hasta el 15 de julio, sobre las fechas de los depósitos y la formalización de las resoluciones de contrato.Según la compañía, se informó que el período de despedidos en el momento de los despidos.

La Unión de Aviadores de Sao Paulo (Aerosp) dijo que la agencia es consciente del retraso, pero hemos elegido para aprobaciones sólo después del pago de los arreglos que se están cargando.

Los retrasos y las quejas
A finales de junio de este año, Passaredo anunció el despido de los empleados y la mejora de la red de vuelos con la reducción de los vuelos. Los ajustes se empezaron a hacer debido al entorno macroeconómico actual, dando lugar a una reorganización de la fuerza de trabajo.

Según el sindicato, 200 empleados fueron despedidos como parte de un proceso de reestructuración de la empresa.

En 2013, la compañía tenía el proceso de quiebra aprobado por una deuda de R $ 150 millones. El caso está siendo procesado en el Juzgado Civil 8 de Ribeirão Preto (SP).

De acuerdo a los funcionarios que no quiso ser identificado, no se han tomado las medidas, así como las aprobaciones. Sin la documentación, no se puede retirar los FGTS o entregado al seguro de desempleo.

Una de las afirmaciones despedidos el dinero relacionado con la terminación del contrato se debería haber presentado hace diez días. Se dice que la situación en el país se vuelve más complicado con cada día que pasa. «Nuestras dificultades están porque hemos alquilar a pagar, una familia que mantener. Tenemos que pedir dinero a los familiares y amigos. Es una humillación. Uno hace todo el trabajo y, en el momento del despido, la empresa no cumple con los derechos laborales «, dice.

Otro ex empleado dijo que la compañía había afirmado que parte de la solución se pagaría hasta el quinto día del mes de julio, pero que el dinero no fue a la cuenta.

«Entre los funcionarios, no se sabe cómo se hará el pago. Ellos [la empresa] dicen que están tratando de hacer la mejor manera posible, pero de esta manera no está sucediendo en absoluto. Con los empleados, la unión no se ha pronunciado. Estamos las manos atadas, sin saber qué hacer.»

Passaredo Airlines tiene su operación basada en Ribeirão Preto, SP (Foto: Reproducción / EPTV)
Passaredo Airlines tiene su operación basada en Ribeirão Preto (Foto: Reproducción / EPTV)

Derechos laborales
De acuerdo con el abogado laboral Clovis Debiasi, la decisión de la Unión para conseguir las aprobaciones sólo después del pago de los accesos crear lo que él llama el caos social que establecidos – los trabajadores fuera.

«Sólo con que la aprobación se levantarán lo poco que tienen a FGTS y permitir que el seguro de desempleo. Si el sindicato no tiene la aprobación, que no pueden ser entregados al FGTS y seguro de desempleo. Creo que el caos social que está creando es peor que la situación que están viviendo actualmente «, dice Debiasi.

También de acuerdo con el abogado, el personal puede recurrir a los tribunales para obtener una orden judicial, lo que permite el acceso a los derechos laborales. «La acción para reclamar tal protección es rápido. La acción del trabajo en sí es lento y puede tardar años «.

Sindicato y la empresa
por teléfono, el director legal del sindicato, Claudio de Carvalho, dijo que la agencia ha estado negociando los pagos con la compañía, y no considera correcta para su aprobación antes de que llegue.

Carvalho dijo que la empresa ha dejado de cumplir los diez días requeridos por la ley, de manera que los depósitos se realizan después de la fecha del despido. Por lo que el sindicato está preparando una demanda.

De acuerdo con Passaredo, la fecha de pago y el lugar de formalización de la terminación de los contratos de trabajo se dará cuenta a los antiguos empleados hasta el 15 de julio. La información, la empresa ya había sido compartida con 62 trabajadores fuera de Ribeirao Preto, en el día en que se produjeron los despidos.

La compañía dijo que las operaciones de Passaredo Linhas Aéreas todavía se están llevando a cabo con normalidad. AIRGWAYS ® Icon-AW

Ex-funcionários da Passaredo cobram acertos trabalhistas em Ribeirão Preto

Depósitos e homologações não foram agendados após demissões em junho.
Sindicato diz que negocia com aérea; empresa anunciará data até dia 15.

Passadas duas semanas da demissão, ex-funcionários da Passaredo Linhas Aéreas afirmam que a empresa ainda não realizou os pagamentos das rescisões e as homologações. Sem dinheiro, eles afirmam que as contas estão atrasadas e alegam que não há comunicação por parte da companhia.

Em nota, a Passaredo informou que os trabalhadores demitidos serão informados até o dia 15 de julho sobre as datas dos depósitos e da formalização das rescisões de contrato. Segundo a empresa, o prazo foi comunicado aos demitidos no momento dos desligamentos.

O Sindicato dos Aeroviários de São Paulo (Aerosp) disse que o órgão tem conhecimento do atraso, mas que optou por fazer as homologações somente após o pagamento dos acertos, que estão sendo cobrados.

Atrasos e reclamações
No fim de junho deste ano, a Passaredo anunciou a demissão de funcionários e a readequação da malha com a redução da oferta de voos. Os ajustes começaram a ser feitos devido ao atual cenário macroeconômico, resultando em um remanejamento do quadro de colaboradores.

Segundo o sindicato, 200 funcionários foram demitidos, como parte de um processo de reestruturação da empresa.

Em 2013, a companhia teve o processo de recuperação judicial aprovado, mediante uma dívida de R$ 150 milhões. O caso tramita na 8ª Vara Cível de Ribeirão Preto (SP).

Segundo funcionários que não quiseram se identificar, os acertos não foram feitos, assim como as homologações. Sem a documentação, não é possível sacar o FGTS, nem dar entrada no seguro-desemprego.

Um dos demitidos diz que o dinheiro referente à rescisão contratual deveria ter sido depositado há dez dias. Ele afirma que a situação em casa se complica com o passar dos dias. “Passamos dificuldades porque temos aluguel para pagar, família para sustentar. Temos que ficar pedindo dinheiro para parentes e amigos. É uma humilhação. Você faz o trabalho todo correto e, na hora da demissão, a empresa não cumpre com os direitos trabalhistas”, diz.

Outro ex-funcionário diz que a empresa chegou a afirmar que parte do acerto seria pago até o 5 dia útil do mês de julho, mas que nenhum dinheiro entrou na conta.

«Entre os funcionários, ninguém sabe como será feito o pagamento. Eles [empresa] dizem que estão tentando fazer da melhor forma possível, mas essa forma não está acontecendo de jeito nenhum. Com os funcionários, o sindicato ainda não se pronunciou. Estamos de mãos atadas, sem saber o que fazer.”

Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Passaredo Linhas Aéreas tem sua operação baseada em Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/EPTV)

Direitos trabalhistas
De acordo com o advogado trabalhista Clóvis Debiasi, a decisão do sindicato de fazer as homologações somente após o pagamento dos acertos cria o que chamou de caos social aos trabalhadores demitidos.

“Justamente com essa homologação eles vão conseguir levantar o pouco que eles tiverem de FGTS e habilitar o seguro-desemprego. Se o sindicato não fizer a homologação, eles não conseguem dar entrada no FGTS e no seguro-desemprego. Eu acredito que o caos social que ele está criando é pior que a situação que eles estão vivendo atualmente”, diz Debiasi.

Ainda segundo o advogado, os funcionários podem recorrer a Justiça para obter um alvará judicial, que possibilite o acesso aos direitos trabalhistas. “A ação para pleitear essa tutela é rápida. A ação trabalhista em si é demorada e pode levar anos.”

Sindicato e empresa
Por telefone, o diretor jurídico do sindicato da categoria, Cláudio de Carvalho, informou que o órgão vem negociando os pagamentos com a empresa, e que não considera correto fazer a homologação antes dos acertos.

Carvalho informou que a empresa já descumpriu o prazo de dez dias, exigido por lei, para que os depósitos sejam realizados após a data da demissão. Por isso, o sindicato prepara uma ação judicial.

De acordo com a Passaredo, a data, a forma de pagamento e o local da formalização das rescisões dos contratos de trabalho serão informados aos ex-funcionários até o dia 15 de julho. A informação, segundo a companhia, já havia sido compartilhada aos 62 trabalhadores desligados em Ribeirão Preto no dia em que ocorreram as demissões.

A empresa afirmou que operações continuam sendo realizadas normalmente. A\W

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SOURCE: globo.com
DBk: Photographic © EPTV / i.ytimg.com / raospotter.blogspot.com
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