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AW | 2016 09 16 00:50 | AIRLINES

El Ministerio Público de la Federación en Rondonópolis (MT) emitió la recomendación de la empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras por lo que los pasajeros tengan una información más clara sobre los servicios ofrecidos. La compañía ha vendido asientos que no se reclinan, tal y como están en frente de la salida de emergencia y no pueden reclinarse no reducir la brecha de la salida en caso de emergencia.
Sin embargo, en el momento de la compra del billete, no se informó a los consumidores al seleccionar asientos, lo que los asientos que no se reclinan, además de la ausencia de descuento por esa razón. La aerolínea también requiere que los pasajeros para ver los anuncios antes del viaje, ya que deshabilita las teclas de la pantalla delante de cada silla, evitando el cambio de canal o el apagado del equipo.

Azul Linhas Aéreas sigue vendiendo los asientos situados en las salidas de emergencia a un valor más alto que los demás, debido a que tiene mayor espacio para las piernas, que califica de «espacio azul», sin tener en cuenta el hecho de que los pasajeros asignados tienen la tarea de actuar en caso de emergencia. Ante tales situaciones, el MPF, a través del procurador de la República Guillermo Roca Göpfert, recomienda que la empresa Azul Airlines informe a los consumidores en el momento de la compra del billete, cuáles son los asientos que no se reclinan, identificándolos y que si tienen descuentos para estos asientos, orientados a la igualdad entre los consumidores.
El MPF también recomienda que Azul se abstenga de cobrar «el espacio azul» en las salidas de emergencia, ya que no es una carga para los pasajeros no están situados, y también habilitar las teclas de monitores colocados delante de cada asiento con el fin que los consumidores sean libres de ver o no los anuncios que pasaron antes de su viaje. «La información es un derecho básico de los consumidores y se espera, con el cumplimiento de esta recomendación, que Azul mejore la comunicación con los clientes que indican, por ejemplo, dónde se encuentran los asientos que no se reclinan, lo que permite la elección consciente del asiento,» dijo el abogado William Rocha Göpfert. ![]()
MPF MT makes recommendations to the Azul
The Federal Public Ministry in Rondonópolis (MT) issued recommendation to the company Azul Linhas Aéreas Brasileiras so that passengers have more clear information on the services offered. The company has sold seats that do not recline, as they stand in front of the emergency exit and can not recline not to reduce the gap of exit in case of emergency.
However, at the time of purchase of the ticket, it is not informed to the consumer when selecting seats, which seats that do not recline, in addition to the discount absence for that reason. The airline also requires passengers to watch advertisements before the trip, as it disables the display keys in front of each chair, preventing the channel change or shutdown equipment.
Azul Airlines still sells the seats located at emergency exits for higher than the others, because of having greater legroom, calling them «blue room», disregarding the fact that there allocated passengers have the task of act in case of emergency. Faced with such situations the MPF, through the procurator of William Republic Rock Göpfert, recommends that the company Azul Airlines inform consumers at the time of purchase of the ticket, which are the seats that do not recline, identifying them and giving If discounts for such seats, aimed at equality among consumers.
The MPF also recommends that the Blue refrain from charging «blue space» in the emergency exits, as there is a burden to passengers there are located, and also enable the keys monitors positioned in front of each seat in order that consumers are free to watch or not the advertisements passed before the trip. «Information is a basic right of the consumer and it is expected, with the observance of this recommendation, the Blue Enhance communication with customers stating, for example, where the seats that do not recline, allowing the conscious choice of the seat,» said attorney William Rocha Göpfert. A\W

MPF de MT faz recomendações à Azul
O Ministério Público Federal em Rondonópolis (MT) expediu recomendação à empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras para que os passageiros tenham informações mais claras sobre os serviços ofertados. A empresa tem comercializado poltronas que não reclinam, já que elas ficam em frente à saída de emergência e não podem reclinar para não diminuir o espaço da saída em caso de emergência.
Porém, no momento da compra da passagem, não é informado ao consumidor, durante a seleção de assentos, quais as poltronas que não reclinam, além da inexistência de desconto por esse motivo. A empresa aérea também obriga os passageiros a assistirem propagandas antes do início da viagem, uma vez que desabilita as teclas do monitor à frente de cada poltrona, impedindo a mudança de canal ou desligamento do equipamento.
A Azul Linhas Aéreas ainda comercializa as poltronas localizadas nas saídas de emergência por valor superior às demais, em razão de possuir maior espaço para as pernas, denominando-as “espaço azul”, desconsiderando o fato de que os passageiros lá alocados tem o encargo de agir em caso de emergência. Diante de tais situações o MPF, por meio do procurador da República Guilherme Rocha Göpfert, recomenda que a empresa Azul Linhas Aéreas informe aos consumidores, no momento da compra da passagem, quais são as poltronas que não reclinam, identificando-as, bem como concedendo-se descontos para tais assentos, visando a isonomia entre os consumidores.
O MPF recomenda ainda que a Azul abstenha-se de cobrar “espaço azul” nas saídas de emergência, já que existe um ônus aos passageiros que lá se situam e, ainda, habilite as teclas dos monitores posicionados à frente de cada poltrona, a fim de que os consumidores tenham liberdade para assistir ou não as propagandas transmitidas antes do início da viagem. «A informação é direito básico do consumidor e espera-se, com o acatamento da presente recomendação, que a Azul aprimore a comunicação com os clientes informando, por exemplo, quais as poltronas que não reclinam, possibilitando assim a escolha consciente do assento», afirmou o procurador Guilherme Rocha Göpfert. A\W
