AW 2016 08 21 18:05 | INDUSTRY
Trabajadores de la Embraer aprobaron en una reunión, un plan de luchas contra los despidos planeados por la empresa. El voto reunió a cerca de 8.000 trabajadores de la producción y del sector administrativo y un retraso de dos horas la entrada de la primera ronda.
El conjunto fue una respuesta a la Categoría Plan de Bajas Voluntario (PDV) anunciado por Embraer a principios del mes. La propuesta, presentada por la Unión de São José dos Campos Metalúrgicos (CSP-Conlutas) y aprobado por los trabajadores, exige la cancelación inmediata del plan de despido. De lo contrario, el pedido será «despedido, se detuvo.»
Como alternativa a los recortes, el sindicato propone que Embraer detener el proceso de la transferencia de la producción en el extranjero y que los accionistas deben tener la multa $ 200 millones en relación con el caso de corrupción investigados por el Ministerio Público Federal de Río de enero respecto a la venta de ocho super Tucano a la República Dominicana.
El proceso de desnacionalización de la producción de Embraer es uno de los factores que pueden conducir al cierre de puestos de trabajo en Brasil. La empresa ha transferido la producción de los aviones Phenom a los Estados Unidos y la siguiente línea será el modelo Legacy.
El plan de despido contradice la declaración hecha en junio por el Presidente y CEO de Embraer ejecutivos Jets, Marco Tulio Pellegrini. En el momento, dijo a la prensa que «cada puesto de trabajo generada en los Estados Unidos generaría otros cinco en Brasil.» La fábrica de Melbourne, sin embargo, cuenta con 600 trabajadores y debe abrir otros 600 puestos de trabajo durante cinco años. En Brasil, los planes de Embraer son cortes.
El sindicato también presentó en la reunión, la cantidad ahorrada por Embraer, con la excepción de la nómina otorgado por el gobierno federal. La encuesta realizada por el Departamento Intersindical de Estadística y Estudios Socioeconómicos (Diesse) muestra que desde 2013 hasta 2015, la empresa dejó de pagar $ 1.1 mil millones en impuestos. Como se promulgó la exención de la hoja, el 14 de diciembre de 2011, como parte del Plan Brasil Mayor, como incentivo para la creación de empleo.
«Embraer quiere que los trabajadores paguen por los errores y las acciones irresponsables cometidos por sí mismo. No vamos a pagar esta cuenta. Vamos a luchar contra los despidos y llevar esta movilización no sólo para las fábricas de Embraer, sino para todo el estado metalúrgico «, dijo el vicepresidente de la Unión, Herbert Claros con licencia.
El Sindicato de los Metalúrgicos de São José dos Campos se comvocar sindicatos de otras bases de sumar la lucha en defensa de los puestos de trabajo. En São Bernardo do Campo, por ejemplo, Mercedes-Benz debería despedir a 1.870 trabajadores a partir de septiembre. ![]()
Embraer workers define plan to combat layoffs
Embraer workers approved at a meeting, a plan of struggles against layoffs planned by the company. The vote brought together about 8,000 production workers and administrative sector and delayed by two hours the entrance of the first round.
The assembly was a Category response to the Voluntary Layoff Plan (PDV) announced by Embraer at the beginning of the month. The proposal, presented by the Union of São José dos Campos Metalworkers (CSP-Conlutas) and approved by workers, requires the immediate cancellation of the layoff plan. Otherwise, the order will be «fired, stopped.»
As an alternative to cuts, the union proposed that Embraer stop the process of the transfer of production abroad and that shareholders should bear the fine of $ 200 million related to the corruption case investigated by the Federal Public Ministry of Rio de January compared to the sale of eight Super Tucano to the Dominican Republic.
The denationalization process of Embraer’s production is one of the factors that can lead to jobs closure in Brazil. The company has transferred the production of the Phenom jets to the United States and the next line will be the Legacy model.
The layoff plan contradicts the statement made in June by the President and CEO of Embraer Executives Jets, Marco Tulio Pellegrini. At the time he said to the press that «every job generated in the United States would generate another five in Brazil.» The Melbourne factory, however, has 600 workers and should open another 600 jobs over five years. In Brazil, Embraer plans are cuts.
The union also presented at the meeting, the amount saved by Embraer with the exemption of payroll granted by the federal government. The survey by the Inter-Union Department of Statistics and Socioeconomic Studies (Diesse) shows that from 2013 to 2015, the company failed to pay $ 1.1 billion in taxes. As leaf exemption was enacted on December 14, 2011, as part of the Greater Brazil Plan, as an incentive for job creation.
«Embraer wants workers to pay for the mistakes and irresponsible actions committed by itself. We will not pay this account. We will fight against layoffs and lead this mobilization not only for Embraer factories, but for all metallurgical state,» said licensed vice president of the Union, Herbert Claros.
The Metalworkers Union of São José dos Campos will comvocar unions from other bases to add up the struggle in defense of jobs. In São Bernardo do Campo, for example, Mercedes-Benz should lay off 1,870 workers as of September. A\W

Trabalhadores da Embraer definem plano de luta contra demissões
Os trabalhadores da Embraer aprovaram, em assembleia, um plano de lutas contra as demissões programadas pela empresa. A votação reuniu cerca de 8 mil trabalhadores da produção e setor administrativo e atrasou em duas horas a entrada do primeiro turno.
A assembleia foi uma resposta da categoria ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) anunciado pela Embraer no início do mês. A proposta, apresentada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (CSP-Conlutas) e aprovada pelos trabalhadores, exige o cancelamento imediato do plano de demissões. Do contrário, a ordem será “demitiu, parou”.
Como alternativa aos cortes, o sindicato propôs que a Embraer pare com o processo de transferência de parte da produção para o exterior e que os acionistas arquem com a multa de US$ 200 milhões referente ao caso de corrupção investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de janeiro em relação à venda de oito Super Tucano à República Dominicana.
O processo de desnacionalização da produção da Embraer é um dos fatores que podem levar ao fechamento de postos de trabalho no Brasil. A empresa já transferiu a produção dos jatos Phenom para os Estados Unidos e a próxima linha será a do modelo Legacy.
O plano de demissões contradiz a declaração feita em junho pelo presidente e CEO da Embraer Executives Jets, Marco Tulio Pellegrini. Na época, ele afirmou para a imprensa que “cada emprego gerado nos Estados Unidos geraria outros cinco no Brasil”. A fábrica de Melbourne, porém, possui 600 trabalhadores e deve abrir mais 600 vagas ao longo de cinco anos. Já no Brasil, os planos da Embraer são de cortes.
O sindicato também apresentou, na assembleia, o montante economizado pela Embraer com a desoneração da folha de pagamento concedida pelo governo federal. O levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que, de 2013 a 2015, a empresa deixou de pagar R$ 1,1 bilhão em impostos. A medida de desoneração da folha foi promulgada em 14 de dezembro de 2011, como parte do Plano Brasil Maior, como incentivo para geração de empregos.
“A Embraer quer que os trabalhadores paguem pelos erros e irresponsabilidades cometidos por ela própria. Não pagaremos esta conta. Vamos lutar contra as demissões e levar esta mobilização não só para as fábricas da Embraer, mas para todos os metalúrgicos do estado”, disse o vice-presidente licenciado do Sindicato, Herbert Claros.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos vai comvocar sindicatos de outras bases para se somarem à luta em defesa do emprego. Em São Bernardo do Campo, por exemplo, a Mercedes-Benz deve demitir 1.870 trabalhadores a partir de setembro. A\W
