Aumento pax en Aeropuerto de Lisboa

AW | 2017 06 06 15:22 | AIRPORTS

Aeroporto de Lisboa tiene 4º mayor aumento de pasajeros de Europa en el  1º cuatrimestre

O Aeroporto de Lisboa se encuentra en el centro de la ciudad, en el centro de la ciudad, en el centro de la ciudad, que se contamine entre los mayores aeropuertos europeos.

Cálculos de PressTUR a partir de datos de 239 aeroportos europeos publicados por ACI Europa (Consejo Internacional de Aeropuertos) evidenciaram que aumentos mayores que en Lisboa no 1 quadrimestre ejecutado sólo en Bruselas (coma 1) , 78 millones (+ 33,4%, para 7,1 millones), Amsterdam, con más 1,71 millones (+ 9,4%, para 19,9 millones), y Moscovo Sheremetievo, con más de 1,66 millones + 17,4% para 11,2 millones).

Lisboa, por su vez, ha tenido aumentos superiores a los verificados en Londres Gatwick, que tiene más de 1,32 millones de pasajeros que no el primer trimestre de 2016 (+ 11,4%, para 12,94 millones), Madrid, com más 1, 2 millones (+ 8,1%, para 16,1 millones), Barcelona, ​​con 10,7 millones (+ 8,9%, para 13,18 millones), Londres Heathrow, com más 1,05 millones (+4 , 6,2%, para 23, 9 millones), París Charles de Gaulle, con más 1,05 millones (+ 5,3%, para 20,86 millones), y Dusseldorf, con más 939 mil (+ 15,2% Para 7,1 millones).

Los 239 aeropuertos con los datos de pasajeros publicados por ACI sumaron 535,88 millones de pasajeros en el 1º cuatrimestre, con un aumento de 8,9% o casi 44 millones en el período homólogo del 2016. Los cinco aeropuertos portugueses de los datos dados – Lisboa , Oporto, Faro, Funchal y Ponta Delgada – sumaron 13,65 millones de viajeros, con un aumento de 21,7% o 2,4 millones.

Lisboa, con un aumento de los pasajeros en el año 2016.  Porto, por su vez, subió de 54º a 51º, Con 3,06 millones de pasajeros (+ 21% o más 532 mil), y Ponta Delgada subió de 140º para 136º, con 471,5 mil pasajeros (+ 20,4% o más cerca de 80 mil).  Faro tiene una posición de 74 años, con 1,71 millones de pasajeros (+ 20,4% o más 290 mil), tal como o Funchal se mantienen en el puesto 102º, con 966,6 mil pasajeros (+12,4 %  más 106 mil). Londres Heathrow, con 23,9 millones de pasajeros, se mantuvo como el principal aeropuerto europeo, seguido por París Charles de Gaulle, con 20,86 millones, y este año, Amsterdam, com 19,92 millones, que ‘beneficio’ al Estambul Atatürk de 3º para 5º, con 18,12 millones de pasajeros, también de Fráncfort, con 18,55 millones.

Madrid, com 16,1 millones, Barcelona, ​​com 13,18 millones, que sobrepasó Munich, con 13,11 millones, seguido de Londres Gatwick, con 12,94 millones, y Roma Fiumicino, com 11 , 68 millones.  AIRGWAYS ® Icon-AW

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Pax increase in Lisbon Airport


Lisbon Airport had the 4th largest passenger increase in Europe in the first four months


In the first four months of the year, Lisbon Airport reached the fourth largest passenger increase among all European airports, with 1.43 million more, beating competitors like London Gatwick, Madrid, Barcelona, ​​London Heathrow and Paris Charles de Gaulle , Which are among the largest European airports.

PressTUR calculations from data from 239 European airports published by ACI Europe (Airports Council International) showed that larger increases than in Lisbon in the first four months occurred only in Brussels (recovering from the impact of terrorist attacks a year ago), with a further 1 (+ 33.4% to 7.1 million), Amsterdam, with a further 1.71 million (+ 9.4% to 19.9 million), and Moscow Sheremetievo, with a further 1.66 million ( + 17.4% to 11.2 million).

Lisbon, on the other hand, had increases higher than those in London Gatwick, which had more 1.32 million passengers than in the first four months of 2016 (+ 11.4% to 12.94 million), Madrid, with a further 1, 2 million (+ 8.1% to 16.1 million), Barcelona with a further 10.7 million (+ 8.9% to 13.18 million), London Heathrow with a further 1.05 million (+4 (+ 5.3% to 20.86 million), and Dusseldorf, with a further 939 thousand (+ 15.2%), To 7.1 million).

The 239 airports with passenger data published by ACI totaled 535.88 million passengers in the first four months, an increase of 8.9% or almost 44 million compared to the same period of 2016. The five Portuguese airports included in these data Lisbon, Porto, Faro, Funchal and Ponta Delgada – totaled 13.65 million passengers, an increase of 21.7% or 2.4 million.

Lisbon, with a passenger increase of 23.8% to 7.43 million, was the 22nd largest European airport in the four-month period, three positions above the same period of 2016. Oporto, in turn, rose from 54º to 51º, (+ 21% or more 532,000), and Ponta Delgada rose from 140º to 136º, with 471,500 passengers (+ 20,4% or more about 80,000). Faro remained in its 74th position a year ago, with 1.71 million passengers (+ 20.4% or more 290,000), as Funchal remained at 102 °, with 966.6 thousand passengers (+12.4 % Or more 106 thousand). London Heathrow, with 23.9 million passengers, remains the largest European airport, followed by Paris Charles de Gaulle with 20.86 million, and this year Amsterdam with 19.92 million, which ‘benefited’ from the Fall from Istanbul Ataturk from 3rd to 5th, with 18.12 million passengers, behind Frankfurt, with 18.55 million.

In the second half of the Top 10 are Madrid with 16.1 million, Barcelona with 13.18 million, which surpassed Munich with 13.11 million, followed by London Gatwick with 12.94 million and Rome Fiumicino with 11 , 68 million. A \ W

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Aumento pax en Aeroporto Lisboa

Aeroporto de Lisboa teve o 4º maior aumento de passageiros da Europa no 1º quadrimestre

O Aeroporto de Lisboa alcançou no primeiro quadrimestre o 4º maior aumento de passageiros entre todos os aeroportos europeus, com mais 1,43 milhões, ‘batendo’ concorrentes ‘de peso’ como Londres Gatwick, Madrid, Barcelona, Londres Heathrow e Paris Charles de Gaulle, que se contam entre os maiores aeroportos europeus.

Cálculos do PressTUR a partir de dados de 239 aeroportos europeus publicados pelo ACI Europa (Airports Council International) evidenciaram que aumentos maiores que em Lisboa no 1º quadrimestre ocorreram apenas em Bruxelas (que recupera do impacto de atentados terroristas há um ano), com mais 1,78 milhões (+33,4%, para 7,1 milhões), Amesterdão, com mais 1,71 milhões (+9,4%, para 19,9 milhões), e Moscovo Sheremetievo, com mais 1,66 milhões (+17,4% para 11,2 milhões).

Lisboa, por sua vez, teve aumentos superiores aos verificados em Londres Gatwick, que teve mais 1,32 milhões de passageiros que no 1º quadrimestre de 2016 (+11,4%, para 12,94 milhões), Madrid, com mais 1,2 milhões (+8,1%, para 16,1 milhões), Barcelona, com mais 10,7 milhões (+8,9%, para 13,18 milhões), Londres Heathrow, com mais 1,05 milhões (+4,6%, para 23, 9 milhões), Paris Charles de Gaulle, com mais 1,05 milhões (+5,3%, para 20,86 milhões), e Dusseldorf, com mais 939 mil (+15,2%, para 7,1 milhões).

Os 239 aeroportos com dados de passageiros publicados pelo ACI somaram 535,88 milhões de passageiros no 1º quadrimestre, com um aumento em 8,9% ou quase 44 milhões em relação ao período homólogo de 2016. Os cinco aeroportos portugueses incluídos nesses dados — Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada — somaram 13,65 milhões de passageiros, com um aumento em 21,7% ou 2,4 milhões.

Lisboa, com um aumento de passageiros em 23,8%, para 7,43 milhões, foi o 22º maior aeroporto europeu no quadrimestre, três posições acima do período homólogo de 2016. O Porto, por sua vez, subiu de 54º a 51º, com 3,06 milhões de passageiros (+21% ou mais 532 mil), e Ponta Delgada subiu de 140º para 136º, com 471,5 mil passageiros (+20,4% ou mais cerca de 80 mil). Já Faro manteve a 74ª posição de há um ano, com 1,71 milhões de passageiros (+20,4% ou mais 290 mil), tal como o Funchal se manteve em 102º, com 966,6 mil passageiros (+12,4% ou mais 106 mil). Londres Heathrow, com 23,9 milhões de passageiros, mantém-se o maior aeroporto europeu, seguido por Paris Charles de Gaulle, com 20,86 milhões, e, este ano, Amesterdão, com 19,92 milhões, que ‘beneficiou’ da queda de Istambul Ataturk de 3º para 5º, com 18,12 milhões de passageiros, atrás também de Frankfurt, com 18,55 milhões.

Na segundo metade do Top10 estão Madrid, com 16,1 milhões, Barcelona, com 13,18 milhões, que ultrapassou Munique, com 13,11 milhões, seguindo-se Londres Gatwick, com 12,94 milhões, e Roma Fiumicino, com 11,68 milhões. A \ W

 

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SOURCE: Presstur.com
DBk: Presstur.com / Portugalresident.com / Loveporto.com
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Aeropuerto Palma recibe certificado internacional por reducción de emisiones

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AW | 2017 06 06 14:51 | AIRPORTS

El Aeropuerto de Palma, de España, consigue un certificado internacional por sus esfuerzos por reducir emisiones de CO2

El Aeropuerto de Palma ha logrado el nivel 2 del programa Airport Carbon Accreditation, un certificado otorgado por la European region of Airports Council International (ACI), que reconoce los esfuerzos del aeropuerto por gestionar y reducir sus emisiones de CO2.

Según han informado desde Aena en un comunicado, este programa permite, de forma independiente, examinar y reconocer los trabajos de los aeropuertos para la gestión y reducción de las emisiones de CO2 ligadas a su actividad, facilitando una herramienta común a nivel europeo. Además, los aeropuertos participantes deben comunicar periódicamente sus emisiones de CO2 para determinar qué fuentes de emisión son prioritarias y sobre cuáles se pueden establecer medidas de reducción. Así, con actuaciones como el cierre del Modulo A (anual desde noviembre a marzo), los detectores de presencia, la renovación del alumbrado en la entrada del Aeropuerto y la utilización de cuatro vehículos eléctricos, entre otras, han conseguido un ahorro de 5.619 MW/h en 2016, lo que supone una reducción de emisiones a la atmósfera de 1.203 toneladas de CO2. AIRGWAYS ® Icon-AW

Palma Airport with international certificate

Palma Airport,  Spain,  gets an international certificate for its efforts to reduce CO2 emissions


Palma Airport has achieved Level 2 of the Airport Carbon Accreditation program, a certificate issued by the European Region of Airports Council International (ACI), which recognizes the airport’s efforts to manage and reduce its CO2 emissions.

Aena said in a statement that this program allows the independent examination and recognition of airport work for the management and reduction of CO2 emissions linked to its activity, facilitating a common tool at European level. In addition, participating airports should periodically report their CO2 emissions to determine which emission sources are priority and on which mitigation measures can be established. Thus, with actions such as the closure of Module A (annual from November to March), the presence detectors, the renovation of the lighting at the entrance of the Airport and the use of four electric vehicles, among others, have achieved a saving of 5,619 MW / H in 2016, resulting in a reduction of atmospheric emissions of 1,203 tonnes of CO2. A \ W

 

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SOURCE: 20minutos.es
DBk: Panoramio.com
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Implementación Orden Ejecutiva Nigeria

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AW | 2017 06 06 14:30 | AIRPORTS

La Autoridad Federal de Aeropuertos de Nigeria (FAAN) dijo el lunes que la implementación de la Orden Ejecutiva emitida por el Presidente Interino Yemi Osibajo estaba en curso y al 60 por ciento.

Una declaración de Henrietta Yakubu, portavoz de la agencia, dijo Saleh Dunoma, director general de FAAN, dijo esto al hablar sobre el estado de la aplicación de la orden ejecutiva en la «facilidad de hacer negocios en Nigeria» en varios aeropuertos de todo el país.

«Estamos en varias etapas de la implementación y estamos trabajando con todas las agencias de seguridad y otras partes interesadas en el Aeropuerto Internacional Murtala Muhammed, Lagos y de hecho con otros aeropuertos internacionales en todo el país para asegurarnos de que se implemente la Orden Ejecutiva», dijo Dunona dijo. «Hemos cumplido el 60 por ciento de los requisitos necesarios para asegurar que la Orden Ejecutiva sea implementada», agregó.

Según el jefe de la FAAN, la agencia había celebrado una serie de reuniones con los operadores del sector de la aviación. Él dijo, «Hasta ahora, cada agencia está trabajando en ciertos aspectos como les concierne«. Pero FAAN, el supervisor general de las operaciones en el aeropuerto está coordinando todo esto y por supuesto, FAAN tiene ciertas cosas que hacer. Necesitamos mejorar algunas infraestructuras. «Esta infraestructura está siendo puesta en marcha para que otras agencias participantes encuentren fácil implementar su parte de la Orden Ejecutiva«, dijo.

Sobre el nivel de cooperación de otros organismos, el Sr. Dunoma dijo: «Hasta ahora, todas las agencias en los aeropuertos están cooperando con nosotros. Hemos acordado cierto número de cosas que tenemos que hacer. Todo el acuerdo basado en el Decreto Ejecutivo está siendo implementado. Muchas cosas van a pasar mañana porque esperamos que la mayor parte de la implementación se realice el martes «.

El MD de FAAN dijo que algunos cronogramas fueron escogidos para perfeccionar mejor la implementación, notando que daría espacio para pruebas y correcciones. «Elegimos algunos plazos antes de la fecha límite que se nos ha dado a través de la Orden Ejecutiva, para que podamos probar estos sistemas y si hay problemas, serán corregidos antes de la fecha límite que se nos ha dado», dijo. AIRGWAYS ® Icon-AW

Airport executive orders ’60 percent implemented’

The Federal Airports Authority of Nigeria (FAAN) on Monday said the implementation of the Executive Order issued by Acting President Yemi Osibajo was on course and at 60 per cent.

A statement by Henrietta Yakubu, the agency’s spokesperson said Saleh Dunoma, FAAN’s Managing Director, said this while speaking about the status of implementation of executive order on the “Ease of Doing Business in Nigeria” at various airports around the country.

“We are at various stages of the implementation and we are working with all the security agencies and other stakeholders at Murtala Muhammed International Airport, Lagos and indeed with other international airports around the country to make sure the Executive Order is implemented,” Mr. Dunona said. “We have met 60 per cent of the requirements needed in order to make sure the Executive Order is implemented,” he added.

According to the FAAN boss, the agency had held series of meeting with the operators in the aviation sector. He said, “So far, every agency is working on certain aspects as it concerns them. “But FAAN, the overall supervisor of the operations at the airport is coordinating all this and of course, FAAN has certain things to do. We need to improve on some certain infrastructure. “This infrastructure is being put in place so that other participating agencies will find it easy to implement their bit of the Executive Order,” he said.

On the level of cooperation from other agencies, Mr. Dunoma said: “So far, all the agencies at the airports are cooperating with us. We have agreed on certain number of things that we need to do. All the agreement based on the Executive Order are being implemented. A lot of things are going to happen tomorrow because we expect that most of the implementation will be done the Tuesday.”

The FAAN said some timelines were chosen to better perfect the implementation, noting that it would give room for test running and corrections. “We chose some timelines that (are) before the deadline given to us through the Executive Order, so that we can test run these systems and if there are issues, they will be corrected before the actual deadline given to us,” he said. A \ W

 

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SOURCE: Premiumtimesng.com
DBk: Premiumtimesng.com
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Boost Airlines del grupo AirFrance-KLM

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AW | 2017 06 06 13:42 | AIRLINES ALLIANCE

Air France-KLM espera el aval de los pilotos para lanzar Boost

El proyecto de Air France-KLM para competir con la última revolución en la industria aérea, los vuelos de largo radio de bajo coste impulsados ​​por Level (IAG), Norwegian Air Shuttle y Eurowings (Lufthansa), ahora se suma Boost Airlines, que ultima Su debut.

Frank Terner, consejero delegado de Air France, en el marco de la redacción de Frank Terner, consejero delegado de Air France, en el marco del 73º congreso anual de la Asociación Internacional de Transporte Aéreo (IATA, siglas en inglés).

El calendario difiere ligeramente de los plazos manejados hasta ahora, que apuntaban a que el primer vuelo transoceánico de Boost, que Air France-KLM define como una aerolínea de costes bajos pero no un coste bajo, el próximo invierno. La razón de fondo es el acuerdo con los pilotos de Air France que necesita el grupo para que Boost despegue. Un aval que podría llegar a los próximos días. Según Terner, «llevamos cinco meses negociando para extender los vuelos de Air France una nueva compañía y las dos semanas que terminaron los contactos, el próximo jueves se reúnen los sindicatos y la pelota está en su tejado».

¿Qué será Boost? «Una marca diferente pero estrechamente conectada con Air France», en palabras del consejero delegado de Air France, que el próximo año contará con una flota de seis Airbus A320 para las rutas y las europa latinas, y cuatro Airbus A340 para la radio larga. «La intención es sustitutiva por Airbus A350, de pedidos que ya tiene Air France, y alcanzar 18 A320 y A321 y 10 A350 en 2020», aglutinando como máximo un 10% del total de horas voladas por Air France. Los costos operativos son entre un 10 y un 15% más bajos, lo que redundará en ahorros para el resto del grupo.

Boost «voló a Charles de Gaulle (centro de Air France en París) y se centró en el alimento de las aviones de largo radio», mientras que «Transavia se centró en los vuelos a punto de Francia y Holanda». Para Terner, el esquema está claro: «No creo que Air France-KLM tenga demasiadas marcas, cada una se orienta a un segmento y, en el caso de Boost, es a los nativos digitales». A lo que Jean-Marc Janaillac, presidente y consejero delegado de Air France-KLM, añadió: «No creo que IAG o Lufthansa tiene menos enseñas en sus mercados naturales, España y Alemania».

En paralelo, la estrategia de Air France-KLM pondrá el foco en una mayor utilización de su flota y en el ajuste en costes, así como en impulsar sus ingresos «para alcanzar, de nuevo, un mayor nivel de crecimiento y productividad, teniendo en Cuenta las perspectivas positivas en el corredor entre Europa y Norteamérica, y tanto en negocios como en turista», apuntó Janaillac.

Y, sobre la posibilidad de que Air France-KLM siga los pasos de Lufthansa y de IAG que imponen un recargo que penalizan las reservas de billetes a través de sistemas globales de distribución (GDS) como el de Amadeus, Exceso «No hay en la misma posición, cada empresa tiene sus contratos y no conoce las condiciones de los suyos, pero las herramientas como el NDC (el nuevo estándar desarrollado por las aerolíneas) no abren las posibilidades para adaptarnos a una nueva realidad en la distribución y obtener Elevar nuestras ventas directa», señaló Pieter Elbers, consejero delegado de KLM. En la actualidad, la aerolínea holandesa consigue un 30% de sus ventas a través de sus canales propios y, en conjunto, el grupo se sitúa un nivel similar. AIRGWAYS ® Icon-AW

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Boost Airlines from the AirFrance-KLM group

Air France-KLM expects pilots’ endorsement to launch Boost

The Air France-KLM project to compete with the latest revolution in the airline industry, low-cost long-haul flights powered by Level (IAG), Norwegian Air Shuttle and Eurowings (Lufthansa) now boast Boost Airlines, what last your debut.

Frank Terner, CEO of Air France, as part of the writing of Frank Terner, CEO of Air France, at the 73rd Annual Congress of the International Air Transport Association (IATA).

The schedule differs slightly from the timeframes handled so far, which pointed to Boost’s first transoceanic flight, which Air France-KLM defines as a low-cost airline but not a low cost, next winter. The bottom line is the agreement with the Air France pilots that the group needs for Boost to take off. A guarantee that could reach the next days. According to Terner, «we have been negotiating five months to extend Air France flights a new company and the two weeks that ended the contacts, next Thursday the unions are gathering and the ball is on their roof.»

What will Boost be? «A different brand but closely connected to Air France», in the words of the CEO of Air France, which next year will have a fleet of six Airbus A320 for routes and Latin America, and four Airbus A340 for long radio. «The intention is to substitute Airbus A350, of orders that already have Air France, and to reach 18 A320 and A321 and 10 A350 in 2020», agglutinating a maximum of 10% of the total hours flown by Air France. Operating costs are between 10 and 15% lower, which will result in savings for the rest of the group.

Boost «flew to Charles de Gaulle (center of Air France in Paris) and focused on the food of long-haul aircraft,» while «Transavia focused on flights to France and Holland.» For Terner, the scheme is clear: «I do not think Air France-KLM has too many brands, each targeting a segment and, in Boost’s case, it’s the digital natives.» To which Jean-Marc Janaillac, President and CEO of Air France-KLM, added: «I do not think that IAG or Lufthansa has fewer brands in their natural markets, Spain and Germany.»

At the same time, Air France-KLM’s strategy will focus on greater use of its fleet and on cost adjustment, as well as boosting its revenues «in order to achieve, once again, a higher level of growth and productivity. It has positive prospects in the corridor between Europe and North America, and in business as well as in tourist», Janaillac said.

And, on the possibility of Air France-KLM following in the footsteps of Lufthansa and IAG that impose a surcharge that penalize ticket reservations through global distribution systems (GDS) such as Amadeus, Excess «There is no Same position, each company has its contracts and does not know the conditions of its own, but tools like the NDC (the new standard developed by the airlines) do not open the possibilities to adapt to a new reality in the distribution and get Raise our sales Direct», said Pieter Elbers, CEO of KLM. At present, the Dutch airline obtains 30% of its sales through its own channels and, on the whole, the group is situated at a similar level. A \ W

 

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SOURCE: Expansion.com
DBk: Instagram / Airfrance-KLM Group
AW-POST: 201706061342AR

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Aerolíneas se aferran consenso mundial

Resultado de imagen para airlines iata cancun

AW | 2017 06 06 12:33 | CONGRESS

73rd IATA ANNUAL GENERAL MEETING 2017

Las aerolíneas globales han defendido con firmeza la globalización en su mayor reunión anual, prometiendo no renunciar a los acuerdos sobre cambio climático y pidiendo una rápida resolución de una grieta diplomática que amenaza los viajes aéreos en Oriente Medio.

Faltando a la reunión general de la Asociación Internacional de Transporte Aéreo (IATA) en México fue Qatar Airways director ejecutivo Akbar Al Baker. Habitualmente una estrella del espectáculo, parecía haber dejado la cumbre en medio de una disputa entre las potencias árabes.

Cuando se le preguntó sobre la decisión de Arabia Saudí y Bahrein de prohibir los aviones de Qatar desde sus aeropuertos y espacio aéreo, el Director General de la IATA, Alexandre de Juniac, pidió apertura. «Nos gustaría que las fronteras fueran reabiertas, cuanto antes mejor», dijo a los periodistas, ampliando sus comentarios anteriores en la sesión de apertura.

«La aviación es la globalización en su mejor momento», había dicho a los ejecutivos de más de 200 aerolíneas de la IATA. «Como líderes de la aviación, debemos dar testimonio de los logros de nuestro mundo conectado». Qatar Airways no pudo ser contactada para hacer comentarios. La brecha árabe fue un recordatorio de los riesgos políticos para las líneas aéreas, que han logrado beneficios saludables, incluso como el consenso mundial en que se basan se encuentra bajo la amenaza de corrientes políticas nacionalistas y proteccionistas.

Previsiones de un tercer año consecutivo de ganancias sólidas, IATA elevó su pronóstico de ganancias de la industria 2017 el lunes a US $ 31.400 millones (US $ 41.900 millones), por encima de un pronóstico anterior de US $ 29.800 millones (US $ 39.800 millones) . La IATA también elevó su perspectiva para los ingresos de la industria de 2017 a US $ 743 mil millones de US $ 736 mil millones en expectativas de que la economía mundial registrará su mayor crecimiento en seis años.

El pronóstico puso de relieve una nueva era de oro para la rentabilidad de las aerolíneas, incluso cuando los transportistas se enfrentan a las rápidas restricciones electrónicas, la presión para limitar las emisiones y un escrutinio sin precedentes en las redes sociales sobre cada error.

Un representante de Naciones Unidas instó a los líderes de las aerolíneas a mantener un acuerdo de emisiones de la industria conocido como CORSIA, incluso cuando el presidente de EE.UU. Donald Trump rompe con un pacto climático golpeado en París el año pasado. «Necesitamos promover la implementación de este histórico acuerdo», dijo Olumuyiwa Benard Aliu, presidente de la Organización de Aviación Civil Internacional de la ONU. IATA de Juniac dijo que las aerolíneas se aferraría a sus compromisos.

«La decisión muy decepcionante de los EE.UU. de retirarse de París no es un revés para CORSIA», dijo a la reunión. «Seguimos unidos detrás de CORSIA y nuestros objetivos de cambio climático». AIRGWAYS ® Icon-AW

 

Airlines hold fast to global consensus

Global airlines have strongly defended globalisation at their largest annual gathering, vowing not to give up on climate change agreements and calling for a swift resolution of a diplomatic rift threatening air travel in the Middle East.

Missing from the general meeting of the International Air Transport Association (IATA) in Mexico was Qatar Airways chief executive Akbar Al Baker. Usually a star of the show, he appeared to have left the summit amid a dispute between Arab powers.

Asked about Saudi Arabia and Bahrain’s move to ban Qatari planes from their airports and airspace, IATA Director General Alexandre de Juniac called for openness. «We would like borders to be re-opened, the sooner the better,» he told reporters, expanding on earlier remarks in the opening session.

«Aviation is globalisation at its very best,» he had told executives from IATA’s more than 200 airlines. «As aviation’s leaders, we must bear witness to the achievements of our connected world.» Qatar Airways could not be reached for comment. The Arab rift was a stark reminder of the political risks to the airlines, which have run up healthy profits even as the global consensus they rely upon comes under the threat of nationalist and protectionist political currents.

Forecasting a third straight year of robust earnings, IATA raised its 2017 industry profit outlook on Monday to $US31.4 billion ($A41.9 billion), up from a previous forecast of $US29.8 billion ($A39.8 billion). The IATA also raised its outlook for 2017 industry revenue to $US743 billion from $US736 billion on expectations that the global economy will post its strongest growth in six years.

The forecast underscored a new golden age for airlines’ profitability even as carriers scramble to meet fast-changing electronics restrictions, pressure to limit emissions and unprecedented scrutiny on social media over their every mistake.

A United Nations representative urged airline leaders to stand by an industry emissions accord known as CORSIA even as US president Donald Trump breaks with a climate pact struck in Paris last year. «We need to promote implementation of this historic agreement,» said Olumuyiwa Benard Aliu, president of the UN’s International Civil Aviation Organization. IATA’s de Juniac said the airlines would hold fast to their commitments.

«The very disappointing decision of the US to withdraw from Paris is not a setback for CORSIA,» he told the meeting. «We remain united behind CORSIA and our climate change goals.» A \ W

 

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SOURCE: News.com.au
DBk: Iata.org
AW-POST: 201706061233AR

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